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segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

MAS AFINAL, O QUE É SER COMPETENTE E INCOMPETENTE?!?!?


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CONCEITUANDO...
Incompetência é a inabilidade de alguém de desempenhar adequadamente uma determinada tarefa ou missão.

A incompetência é o fator determinante do Princípio de Peter, que dita que em uma organização hierárquica os funcionários tendem a ser promovidos até chegarem a um cargo para o qual são incompetentes, e então lá permanecem.

Embora esse fenômeno seja largamente encontrado na sociedade e um fator significativo de ameaça ao seu funcionamento adequado, ainda é relativamente pouco estudado.

E...COMPETÊNCIA?!?!?

Competência é um termo com origem no latim, e jurídico, significando precipuamente a faculdade que a lei concede a funcionário, juiz ou tribunal, para decidir determinadas questões.

Com sua vulgarização o termo encontrou outras acepções:

No Direito
  • Competência judicial - delimitação do poder judicante.
  • Competência tributária
  • Competência (direito)
Na Administração:
  • Competência (administração) - aspecto econômico administrativo (competência profissional).
  • Certificação por competência - processo de avaliação
Na Contabilidade:
  • Regime de competência
Na Psicologia:
  • Competência (psicologia) - habilidades que um indivíduo possui
  • Competência social

 Tipos de Competências

Competências Essenciais: atividades mais elevadas que são a chave para a sobrevivência da organização e centrais para a formulação da estratégia.
Competências Distintivas: atividades que os clientes reconhecem como diferenciadores de seus concorrentes e que provêem vantagens competitivas.
Competências Organizacionais: Competências e atividades chaves esperadas de cada unidade de negócios da empresa.
Competências de Suporte: Atividades que são importantes para apoiar um leque de competências.
Capacidades Dinâmicas: Capacidades de uma empresa de adaptar suas competências pelo tempo. São diretamente relacionadas aos recursos importantes para a mudança.
Ouve-se muito a palavra competência e fala-se sobre ela nas conversas informais, na escola e nas empresas. Competência é essencial? Competência representa chances de maior produtividade e aprendizado? Você já parou para refletir o que essa palavra significa e quais suas implicações na sua vida profissional? Iniciemos essa conversa a partir de algumas definições.

O sociólogo francês Philippe Zarifian define competência como sendo “o tomar iniciativa e o assumir responsabilidade”. Já o especialista em aprendizagem nas empresas Karl-Erik Sveiby define competência como a capacidade que possuímos para agir, baseada em nossos conhecimentos teóricos e tácitos. Estes dois autores centram seus conceitos na ação.

Para mim, a definição mais didática é a encontrada em um artigo escrito pelos professores da USP Afonso Fleury e Maria Teresa Fleury, onde a competência é pensada como a intercessão entre conhecimento, habilidade e atitude. Essas três dimensões precisam se “misturar” para que possamos dizer que somos competentes em determinada área.
Competência!
Aprender sobre as três dimensões que compõem a competência é importante para que se consiga trabalhar na direção certa do desenvolvimento profissional e pessoal. Vale pensar em alguns pontos interessantes:
  • O conhecimento é o saber. Envolve a educação formal, saber o que, saber o porquê, saber para que e a capacidade de aprender;
  • A habilidade é o saber-fazer. São as experiências, o saber como, as técnicas, o conhecimento tácito e o modelo mental;
  • A atitude é o saber ser. Ou seja, ter determinação, responsabilidade, comprometimento, motivação e iniciativa.
Para consolidar a definição, darei um exemplo de competência a partir dessas três dimensões. Um determinado protético é muito solicitado pelos dentistas, pois é bastante competente na confecção de próteses dentárias. Ele tem um saber acadêmico ótimo (conhecimento), sabe esculpir a prótese muito bem devido à sua precisão manual (habilidade) e entrega os pedidos rapidamente graças a sua capacidade de planejamento, organização e vontade de atender o cliente rapidamente (atitude).
Moral: Se algumas dessas dimensões estivessem em um nível muito inferior de desempenho talvez esse protético não fosse considerado tão competente.

O mercado de trabalho sempre buscou indivíduos competentes tecnicamente para ocuparem os postos de trabalho. Com o passar do tempo e com as novas demandas surgidas a partir de modernos modelos de gestão, as empresas passaram a buscar indivíduos qualificados intelectual e tecnicamente, mas também competentes emocionalmente.

Isso quer dizer que as empresas valorizam o saber, o saber-fazer e o saber ser! É comum a realização de processos seletivos tendo como foco as competências comportamentais como a comunicação, o planejamento, o relacionamento interpessoal, a autonomia, o autocontrole e a capacidade de resolução de conflitos. A gestão por competências já é realidade em muitas empresas, sendo utilizada como um instrumento estratégico para atingir objetivos específicos.
Penso que você já é capaz de responder à pergunta inicial: qual a implicação das competências na vida profissional? A proposta que trago hoje é um breve exercício de autoconhecimento. Diante desse contexto competitivo, volte o olhar para si e tente avaliar como está seu nível de empregabilidade – isto é, o quanto você é a atraente para o mundo do trabalho.

Quais as competências que você possui e quais as que precisa aprimorar? Faça uma lista de seus pontos fortes. Olhe novamente para os três círculos. Verifique quais são seus conhecimentos técnicos, suas habilidades e reflita sobre suas atitudes em relação às duas primeiras. Observe onde estes três pontos se cruzam e encontre sua competência.

Mas reflita e encare o tema com seriedade. Até para que no próximo artigo possamos continuar esta conversa sobre competência e seu desenvolvimento pessoal e profissional. Boa semana e uma ótima reflexão!

FONTE:
Bernadette Vilhena é pedagoga empresarial, consultora em diversas instâncias da prática educativa nas empresas. Especialista em Gestão de Pessoas e estudos nas áreas de Ergologia, Gestão do Conhecimento e Educação no trabalho.

INGREDIENTES
01 xícara e meia de molho de tomate
02 cubinhos de caldo de carne
01 ovo
1/2 xicara de leite e 1/2 xicara de creme de leite fresco
100 g de parmesão ralado
100 g de presunto em cubinhos
100 g de mussarela picada
2 xicaras de arroz
alho, sal e pimenta do reino moídos na horas QB

PREPARO
Refogue o arroz no alho e no azeite, cozinhe no caldo de carne dissolvido por 10 minutos.

Bata no liquidificador o molho de tomate com o cubinho de caldo.

À parte, bata o ovo com o leite e o creme de leite, junte o queijo ralado e misture ao arroz pronto.

Em um refratário alterne camadas de arroz, presunto e queijo mussarela e um pouco do tomate batido.

Termine com o molho de tomate, cubra-o com lascas de parmesão e leve ao forno quente por cerca de 15 minutos.

PAVÊ DE CÔCO


INGREDIENTES
1 lata de leite condensado
4 gemas
1 lata de leite (use a lata de leite condensado vazia para medir)
1 colher (chá) de maisena
300g de coco ralado em flocos
2 colheres (sopa) de essência de baunilha
2 pacotes de biscoito champanhe
1 xícara (chá) de leite de coco
MODO DE FAZER

Em uma panela, leve ao fogo o leite condensado, as gemas, o leite, a maisena, 200g do coco e a baunilha, mexendo sempre, por 10 minutos ou até engrossar.

Umedeça os biscoitos no leite de coco (reserve alguns para decorar).

Em taças individuais, alterne camadas de creme e biscoito, terminando com o creme.

Polvilhe com o coco restante, decore com os biscoitos reservados, leve à geladeira por 3 horas e sirva em seguida.
MENSAGEM...



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