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quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

VOCÊ É ÉTICO TRABALHADOR TÉCNICO EM SEGURANÇA NO TRABALHO?!? SERÁ?!?!?

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You Are Blessed


A Ética Profissional e o Técnico em Segurança do Trabalho

Assim como em muitas profissões, o TST está sempre envolvido com a ética profissional. Muitas vezes ele se vê em situações onde, falar ou não falar sobre algo, é questão de sobrevivência até para a empresa. Em outras oportunidades a ética aparece entre os próprios profissionais.


ETIMOLOGIA


Etimologicamente falando, ética vem do grego "ethos", e tem seu correlato no latim "morale", com o mesmo significado: Conduta, ou relativo aos costumes. Podemos concluir que etimologicamente ética e moral são palavras sinônimas.


ÉTICA PROFISSIONAL PARA COM A EMPRESA (TAMBÉM CHAMADA DE ÉTICA CORPORATIVA)

Aqui aparece a questão em que o profissional se envolve em assuntos relacionados à empresa. Vejamos um exemplo:

Você é o TST que elabora os PPP's da empresa e recebe um pedido sigiloso para fazer um PPP de um funcionário. É fácil imaginar que a empresa está pensando em demitir o tal funcionário. Acontece que você vê o nome e descobre que é um amigo seu. Você contaria para ele ou não? É óbvio que a ética lhe diz para não comentar nada com ninguém, mesmo sendo ele seu melhor amigo. Isso é ética para com a empresa.

Em contrapartida, ser ético para com a empresa não significa concordar com o que ela faz de errado. Até porque, em se tratando de prevenção de acidentes, você também poderá ser penalizado futuramente pela negligência da empresa. Não se esqueça que você está lá para aplicar a legislação. Se você deixar de aplicar as normas porque a empresa está te pressionando, isso não é ética para com a empresa - isso é negligência.

Ainda sobre a ética para com a empresa, certa vez passei por uma situação que descrevo abaixo:

Fui escolhido para preparar a eleição da CIPA naquele ano e, uma das fases do processo consistia em pegar a relação de todos os funcionários e ver quem estava para ser demitido. Obviamente eles "não poderiam" participar do processo de eleição. Quando vi a lista (haviam vários nomes), mas um deles era um colega bem próximo. Acontece que ele não se candidatou e nos meses seguintes houveram algumas mudanças administrativas e ele foi transferido para outro departamento onde permaneceu até se aposentar recentemente. Ele nunca soube que esteve na lista para ser demitido, mas digamos que eu tivesse contado para ele. A história com certeza não teria esse final feliz. Muito possivelmente teríamos sido os dois demitidos.

ÉTICA PROFISSIONAL PARA COM O COLEGA DE PROFISSÃO (TAMBÉM CHAMADA DE ÉTICA PESSOAL)

Infelizmente nossa classe não é tão unida e, no caso da ética, tem gente que parece que nem sabe o que é isso. É comum vermos colegas criticando colegas.

É claro que ninguém é perfeito e pode cometer erros, porém isso deve ser discutido com o grupo para tentar alinhar o trabalho do Departamento de segurança e não ficar trocando picuinhas prá lá e prá cá.

Em alguns casos especiais, onde o colega parece estar desinteressado, é bom que se converse em particular para tentar descobrir o que está acontecendo e juntos arranjar uma solução.

É bom lembrar que, ser ético com o colega não é carregá-lo nas costas. Cada um tem que fazer a sua parte para que ninguém fique sobrecarregado. Para isso o chefe do departamento tem que avaliar seus subordinados e ver se alguém está deixando a desejar antes que a situação saia fora do controle.

Pode ser que alguém esteja desmotivado e até pensando em sair da empresa. Neste caso é melhor, eticamente falando, que você chegue até o chefe e exponha seu descontentamento, mas nunca prejudique seus colegas de trabalho.

CONSIDERAÇÕES FINAIS...

A ética profissional para os TST está presente no dia a dia. Tomar as decisões certas pode fazer muita diferença, tanto para você como para a empresa. Ser ético é saber falar e calar na hora certa. É saber o que falar e para quem falar. Ser ético para com a empresa é fazer o que ela pede, sem negligenciar a sua condição de prevencionista.

Ser ético para com o colega é respeitar as limitações profissionais e culturais de cada um e sempre tentar ajudar. É fazer críticas construtivas. É ser empático. É ser amigo mesmo que as diferenças existam, pois apesar de sermos diferentes também podemos ser muito parecidos em diversos aspectos.

Portanto, ser ético é reconhecer que somos seres humanos e como tal, sujeito a erros.

"Na antiguidade, todos os filósofos entendiam a ética como o estudo dos meios de se alcançar a felicidade (eudaimonia) e investigar o que significa felicidade."
Então, se você é ético, possivelmente é uma pessoa feliz!
"Se queres ser feliz por um dia vingue-se!!!
Por toda a vida?!? PERDOE."



DICA DE FILME SOBRE ÉTICA...

O ÚLTIMO SAMURAI!!!

CULINÁRIA FÁCIL...
 ARROZ CARRETEIRO!!!


 Ingredientes

• 4 tomates
• 1 cebola grande
• 1 pimentão verde
• 200 g de charque cortado em cubos
• 4 colheres de sopa de óleo
• 1 ½ xícara (chá) de arroz cozido

Modo de preparo

Pique os tomates, a cebola e o pimentão. Refogue todos os ingredientes por 5 minutos e, em seguida, misture com o arroz. Depois de pronto, jogue salsinha picada por cima para enfeitar e sirva.

PUDIM DE PÃO

Ingredientes
- 3 pães de sal dormidos ou duros
- 8 colheres de sopa de açúcar cristal
- 2 ovos inteiros
- 1/2 litro de leite
Modo de Preparo
1 – Coloque todos os ingredientes no liquidificador e bata bem até que a mistura esteja homogênea
2 – Caramelize com calda queimada uma forma de pudim, jogue a mistura do liquidificador e leve ao fogo em banho maria por aproximadamente 30 a 40 minutos ou até que o pudim esteja consistente

Obs: Caso deseje um pudim mais consistente e só acrescentar mais um pão de sal na mistura do liquidificador.


MENSAGEM...

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012


 
 
 NR 11
(VEJA NORMA EM NOSSO BLOG NA ÍNTEGRA)



Transporte, Movimentação, Armazenagem e Manuseio de Materiais: Estabelece os requisitos de segurança a serem observados nos locais de trabalho, no que se refere ao transporte, à movimentação, à armazenagem e ao manuseio de materiais, tanto de forma mecânica quanto manual, objetivando a prevenção de infortúnios laborais. A fundamentação legal, ordinária e específica, que dá embasamento jurídico à existência desta NR, são os artigos 182 e 183 da CLT.

TURMA DE OPERADORES DE PC - ALÔ GALERAAAA!!! É NÓIS!!!

ESTE CURSO ESTÁ SENDO REALIZADO PELA MSD - CURSOS PROFISSIONALIZANTES E NÓS ESTAMOS LÁ MINISTRANDO AULAS DE SEGURANÇA NO TRABALHO!!!

Fundada em 2002, a MSD atende em suas unidades próprias, um público com mais de 10 mil alunos que desfrutam de um ensino profissionalizante com excelência na qualidade e metodologia. Em Mato Grosso e Rondônia, a MSD dispõe de quatro unidades, sendo elas em Sinop, Lucas do Rio Verde, Cacoal e Porto Velho.

Na Instituição, os profissionais são altamente qualificados e preparados para receber e preparar pessoas nas mais diversas áreas, usando recursos metodológicos exclusivos da REDE MSD.

A cidade de Cacoal, no ano de 2010, foi a primeira a ser contemplada com o rol de excelentes cursos profissionalizantes oferecidos pela Instituição.


De acordo com João Faria, sócio e diretor de marketing, a vinda da MSD para Rondônia vem contribuir para qualificação da mão de obra local, colaborar com o crescimento profissional e pessoal dos alunos, e assim, contribuir com os empresários e novos investidores do Estado, preparando profissionais competitivos e qualificados para novos desafios.



“Para 2011, existe a previsão de trablharmos para inaugurar novas unidades nas cidades de Ariquemes e Ji-Paraná” destacou o diretor.


O curso de Operador de PC da MSD visa capacitar o profissional na operação adequada com a máquina. O Curso tem como Objetivo dar aos futuros profissionais conhecimento em diversos áreas, como a relação com o meio ambiente, segurança do trabalho, mecânica básica etc. Lembrando que os conteúdos estão de acordo com o mercado de trabalho atual de operadores de máquinas pesadas.



Formação Profissional em Operador de Retroescavadeira


Atividades de Apoio a Escavação e Terraplanagem
Ocupação: Trabalhador na Operação com Retroescavadeira
Grupo: Maquinas Pesadas
Módulo: avançado
Natureza da Programação : Qualificação
Modalidade : Formação Profissional
Tipo da Programação : Curso
Linha de Ação : Atividades de Apoio a atividades de Terraplanagem
Área Ocupacional / Atividades : Mecanização em escavação

Objetivo
Preparar os futuros profissionais para o mercado de trabalho, pois, operador que dominar um conhecimento amplo, não só prático, será reconhecidamente diferenciado em todos os níveis de atuação.



  • Treinar o operador para operar corretamente a retroescavadeira.
  • Aplicar técnicas de operação com segurança, visando o aumento da produtividade.
  • Realizar inspeção visual e manutenção básica na retroescavadeira.
  • Melhorar a conservação do equipamento.
  • Conscientização em segurança, meio ambiente, saúde ocupacional.

Público alvo - O Trabalhador


Pessoas que buscam um curso profissionalizante. Para atuar neste mercado que precisa de profissionais treinados e com bom conhecimento.


FAÇA E VENDA...A PÁSCOA VEM AÍ...PREPARE-SE E EMPREENDA!!!

NÃO ESQUEÇA DE RECHEÁ-LOS DE CHOCOLATES!!!

CULINÁRIA FÁCIL...
ARROZ PIAMONTÊS...



INGREDIENTES
100 gramas de manteiga
meia xícara de chá de champignons em conserva
1 pitada de açafrão
2 tabletes de caldo de galinha
3 tomates sem semente picadinhos
2 xícaras de chá de arroz lavado e escorrido
1 xícara de chá de vinho branco suave
1 xícara de chá de queijo parmesão ralado
Modo de Preparo:
  • Em um recipiente, coloque a metade da manteiga, o arroz, o vinho, os champignons cortados em fatias finas, o açafrão e os tabletes de caldo de galinha, que devem ser dissolvidos em 2 xícaras de água quente.
  • Tampe e leve ao microondas por 15 minutos. A potência deve estar alta. Tire e adicione os tomates e coloque de novo no microondas por mais 4 minutos.
  • Para finalizar, misture a manteiga que restou e o queijo ralado e deixe por aproximadamente 5 minutos, em espera e está pronto para servir.

BALINHAS DE GELATINA...
Receitas de Balinha de gelatina
  • Ingredientes:

  • 1 pacote de gelatina em pó (sem sabor)

  • 1 pacote de gelatina (no sabor da preferência) ou vàrios à sua preferência...

Modo de Preparo:

  • Dissolva a gelatina sem sabor em 1/2 copo (125ml) de água
  • Aqueça o restante da água no microondas por 1 a 2 minutos
  • Dissolva a gelatina com sabor na água quente e misture a gelatina sem sabor já dissolvida
  • Coloque em um refratário quadrado ligeiramente untado com óleo e leve a geladeira por 30 minutos
  • Retire e corte as balinhas

MENSAGEM...

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

MAS AFINAL, O QUE É SER COMPETENTE E INCOMPETENTE?!?!?


hope your day is great day


CONCEITUANDO...
Incompetência é a inabilidade de alguém de desempenhar adequadamente uma determinada tarefa ou missão.

A incompetência é o fator determinante do Princípio de Peter, que dita que em uma organização hierárquica os funcionários tendem a ser promovidos até chegarem a um cargo para o qual são incompetentes, e então lá permanecem.

Embora esse fenômeno seja largamente encontrado na sociedade e um fator significativo de ameaça ao seu funcionamento adequado, ainda é relativamente pouco estudado.

E...COMPETÊNCIA?!?!?

Competência é um termo com origem no latim, e jurídico, significando precipuamente a faculdade que a lei concede a funcionário, juiz ou tribunal, para decidir determinadas questões.

Com sua vulgarização o termo encontrou outras acepções:

No Direito
  • Competência judicial - delimitação do poder judicante.
  • Competência tributária
  • Competência (direito)
Na Administração:
  • Competência (administração) - aspecto econômico administrativo (competência profissional).
  • Certificação por competência - processo de avaliação
Na Contabilidade:
  • Regime de competência
Na Psicologia:
  • Competência (psicologia) - habilidades que um indivíduo possui
  • Competência social

 Tipos de Competências

Competências Essenciais: atividades mais elevadas que são a chave para a sobrevivência da organização e centrais para a formulação da estratégia.
Competências Distintivas: atividades que os clientes reconhecem como diferenciadores de seus concorrentes e que provêem vantagens competitivas.
Competências Organizacionais: Competências e atividades chaves esperadas de cada unidade de negócios da empresa.
Competências de Suporte: Atividades que são importantes para apoiar um leque de competências.
Capacidades Dinâmicas: Capacidades de uma empresa de adaptar suas competências pelo tempo. São diretamente relacionadas aos recursos importantes para a mudança.
Ouve-se muito a palavra competência e fala-se sobre ela nas conversas informais, na escola e nas empresas. Competência é essencial? Competência representa chances de maior produtividade e aprendizado? Você já parou para refletir o que essa palavra significa e quais suas implicações na sua vida profissional? Iniciemos essa conversa a partir de algumas definições.

O sociólogo francês Philippe Zarifian define competência como sendo “o tomar iniciativa e o assumir responsabilidade”. Já o especialista em aprendizagem nas empresas Karl-Erik Sveiby define competência como a capacidade que possuímos para agir, baseada em nossos conhecimentos teóricos e tácitos. Estes dois autores centram seus conceitos na ação.

Para mim, a definição mais didática é a encontrada em um artigo escrito pelos professores da USP Afonso Fleury e Maria Teresa Fleury, onde a competência é pensada como a intercessão entre conhecimento, habilidade e atitude. Essas três dimensões precisam se “misturar” para que possamos dizer que somos competentes em determinada área.
Competência!
Aprender sobre as três dimensões que compõem a competência é importante para que se consiga trabalhar na direção certa do desenvolvimento profissional e pessoal. Vale pensar em alguns pontos interessantes:
  • O conhecimento é o saber. Envolve a educação formal, saber o que, saber o porquê, saber para que e a capacidade de aprender;
  • A habilidade é o saber-fazer. São as experiências, o saber como, as técnicas, o conhecimento tácito e o modelo mental;
  • A atitude é o saber ser. Ou seja, ter determinação, responsabilidade, comprometimento, motivação e iniciativa.
Para consolidar a definição, darei um exemplo de competência a partir dessas três dimensões. Um determinado protético é muito solicitado pelos dentistas, pois é bastante competente na confecção de próteses dentárias. Ele tem um saber acadêmico ótimo (conhecimento), sabe esculpir a prótese muito bem devido à sua precisão manual (habilidade) e entrega os pedidos rapidamente graças a sua capacidade de planejamento, organização e vontade de atender o cliente rapidamente (atitude).
Moral: Se algumas dessas dimensões estivessem em um nível muito inferior de desempenho talvez esse protético não fosse considerado tão competente.

O mercado de trabalho sempre buscou indivíduos competentes tecnicamente para ocuparem os postos de trabalho. Com o passar do tempo e com as novas demandas surgidas a partir de modernos modelos de gestão, as empresas passaram a buscar indivíduos qualificados intelectual e tecnicamente, mas também competentes emocionalmente.

Isso quer dizer que as empresas valorizam o saber, o saber-fazer e o saber ser! É comum a realização de processos seletivos tendo como foco as competências comportamentais como a comunicação, o planejamento, o relacionamento interpessoal, a autonomia, o autocontrole e a capacidade de resolução de conflitos. A gestão por competências já é realidade em muitas empresas, sendo utilizada como um instrumento estratégico para atingir objetivos específicos.
Penso que você já é capaz de responder à pergunta inicial: qual a implicação das competências na vida profissional? A proposta que trago hoje é um breve exercício de autoconhecimento. Diante desse contexto competitivo, volte o olhar para si e tente avaliar como está seu nível de empregabilidade – isto é, o quanto você é a atraente para o mundo do trabalho.

Quais as competências que você possui e quais as que precisa aprimorar? Faça uma lista de seus pontos fortes. Olhe novamente para os três círculos. Verifique quais são seus conhecimentos técnicos, suas habilidades e reflita sobre suas atitudes em relação às duas primeiras. Observe onde estes três pontos se cruzam e encontre sua competência.

Mas reflita e encare o tema com seriedade. Até para que no próximo artigo possamos continuar esta conversa sobre competência e seu desenvolvimento pessoal e profissional. Boa semana e uma ótima reflexão!

FONTE:
Bernadette Vilhena é pedagoga empresarial, consultora em diversas instâncias da prática educativa nas empresas. Especialista em Gestão de Pessoas e estudos nas áreas de Ergologia, Gestão do Conhecimento e Educação no trabalho.

INGREDIENTES
01 xícara e meia de molho de tomate
02 cubinhos de caldo de carne
01 ovo
1/2 xicara de leite e 1/2 xicara de creme de leite fresco
100 g de parmesão ralado
100 g de presunto em cubinhos
100 g de mussarela picada
2 xicaras de arroz
alho, sal e pimenta do reino moídos na horas QB

PREPARO
Refogue o arroz no alho e no azeite, cozinhe no caldo de carne dissolvido por 10 minutos.

Bata no liquidificador o molho de tomate com o cubinho de caldo.

À parte, bata o ovo com o leite e o creme de leite, junte o queijo ralado e misture ao arroz pronto.

Em um refratário alterne camadas de arroz, presunto e queijo mussarela e um pouco do tomate batido.

Termine com o molho de tomate, cubra-o com lascas de parmesão e leve ao forno quente por cerca de 15 minutos.

PAVÊ DE CÔCO


INGREDIENTES
1 lata de leite condensado
4 gemas
1 lata de leite (use a lata de leite condensado vazia para medir)
1 colher (chá) de maisena
300g de coco ralado em flocos
2 colheres (sopa) de essência de baunilha
2 pacotes de biscoito champanhe
1 xícara (chá) de leite de coco
MODO DE FAZER

Em uma panela, leve ao fogo o leite condensado, as gemas, o leite, a maisena, 200g do coco e a baunilha, mexendo sempre, por 10 minutos ou até engrossar.

Umedeça os biscoitos no leite de coco (reserve alguns para decorar).

Em taças individuais, alterne camadas de creme e biscoito, terminando com o creme.

Polvilhe com o coco restante, decore com os biscoitos reservados, leve à geladeira por 3 horas e sirva em seguida.
MENSAGEM...



domingo, 26 de fevereiro de 2012


Success Is A Journey
"SUCESSO É A JORNADA E NÃO O DESTINO"
VOCÊ É PROATIVO TRABALHADOR(A)?!??

It’s really dificult to have people who do only and exclusively what we expect from them.

Requisito básico para a maioria das vagas de emprego, a proatividade é uma das competências mais requeridas no mercado hoje, e isso não fica apenas no papel.

As empresas tem demandas cada vez maiores por esses profissionais, e o grande desafio das seleções é identificar a competência nos candidatos, que já têm discursos prontos para vender habilidades que, na prática, nem sempre existem, afinal não basta entender o que é proatividade para ser proativo.

Ter iniciativa, fazer além do esperado, ser capaz de se antecipar a problemas, estar sempre antenado e superando expectativas - essas são algumas características de profissionais proativos, e acredite, o mercado está cheio deles. "Hoje nós podemos encontrar muitos desses profissionais no mercado e eles sempre se destacam, porque apresentam um brilho diferenciado.

São pessoas que realmente encaram o trabalho como seu próprio negócio, são empreendedoras mesmo numa estrutura organizacional", conta a consultora Adriana Néglia. Segundo ela, profissionais com essa competência tem alto nível de produtividade e costumam apresentar resultados positivos às empresas em que trabalham. "É complicado ter pessoas que fazem única e exclusivamente aquilo que se espera delas.

As organizações precisam de colaboradores que façam além, que desenvolvam, que criem. São esses que encantam e conseguem crescer na carreira", afirma Adriana.

Mas cuidado, pois existe um limite entre ser proativo e ser invasivo. "Como para qualquer coisa na vida, tudo em excesso se torna negativo. Quando o profissional ultrapassa os limites da proatividade e começa a entrar em questões que não lhe dizem respeito ou que interferem diretamente no trabalho de outras pessoas, já deixa de ter um aspecto positivo.

Por isso, é preciso ter bom senso e saber trabalhar a favor das pessoas e não contra elas", diz Adriana.

"Nada nos impede de ter uma idéia com relação à outra área, ou ao trabalho de um colega, o que não podemos é passar por cima das pessoas para aparecer, isso não é proatividade", pondera Adriana.

Para não cair nesse erro é simples: seja natural, colaborativo e sempre agregue. "Com bom senso e tendo a consciência de sempre acrescentar, as chances de tornar a proatividade algo negativo serão quase nulas e sabendo usá-la, ela só agrega ao profissional", finaliza Adriana.





A proatividade é o comportamento de antecipação e de responsabilização pelas próprias escolhas e ações frente às situações impostas pelo meio. O uso da palavra proativo foi limitado ao domínio da psicologia experimental na década de 1930.

Grande parte desta teoria foi formada nos campos de concentração nazistas, onde Viktor Frankl perdeu sua esposa, pai, mãe e família, mas decidiu que, mesmo sob as piores circunstâncias, as pessoas podem criar e encontrar um significado para a existência.

Alain Paul Martin observou que a ideia original de Frankl foi gradualmente reduzida a uma oposição binária entre as opções reativa e proativa. Restringindo as escolhas apenas às opções reativas e proativas podemos impedir a liberdade de escolha e corremos o risco de prejudicar gravemente a inovação e a criatividade.
Proatividade no trabalho

Segundo Meiry Kamia, o comportamento proativo é definido como sendo um conjunto de comportamentos extrapapel em que o trabalhador busca espontaneamente por mudanças no seu ambiente de trabalho, solucionando e antecipando-se aos problemas, visando metas de longo prazo que beneficiam a organização.

Suas principais características são:

  1. Busca ativa por oportunidades de mudança;
  2. Planejamento e execução de ideias;
  3. Enfrentamento de obstáculos.



Proatividade é a capacidade (ou o hábito) de se antecipar aos acontecimentos. É a atitude daquele que não espera chover para consertar o telhado e não tem medo de mexer no time que está ganhando.

A pessoa proativa toma a iniciativa de realizar alguma tarefa antes que seja cobrada por isso ou que outro perceba a necessidade. Ela está sempre analisando o seu ambiente e vendo o que pode ser feito para melhorar. É um conceito intimamente relacionado à iniciativa e contínuo aperfeiçoamento.




Acidentes de Trabalho: Uma Expressão da Violência Social



Occupational Accidents: An Expression of Social Violence
The main objective of this study is to underscore the link between violence and the work process. Brazil is presently characterized by a very high level of occupational accidents, which amount to a form of structural violence in the workplace. The study considers the situation in the international context, with a brief analysis of different data in a variety of economic sectors.

Brazilian data on occupational accidents obtained from National Social Welfare System records and death certificate archives are also discussed.

In apparent contrast to international data, the Brazilian records demonstrate that outdoor activities, and in particular traffic accidents, are the major causes of death at work.

Problems relating to the quality of data and to the classification of different types of accidents are also examined.
Key words:
Occupational Accidents; Violence at Work; Accidents; Mortality;

Occupational Healt
A violência decorrente de situações de trabalho responsável por uma parcela significativa dos óbitos —, apesar de estar representada na classificação internacional da mortalidade por causas externas, não se evidencia em toda a sua relevância.

Este estudo parte desta constatação e estabelece uma relação entre violência e processo de trabalho, a partir dos registros oficiais, nacionais e internacionais, de acidentes de trabalho.

Essas informações são analisadas com base em estudos existentes sobre o tema, os quais permitem apontar suas limitações e a possibidade de ampliação do enfoque das áreas de conhecimento que tratam tradicionalmente do acidente de trabalho.
 

O entendimento do acidente como uma forma de violência impõe à área de saúde do trabalhador novas relações no interior da Saúde Pública, bem como interfaces disciplinares e setoriais.

Sob esta perspectiva, a mortalidade por acidente de trabalho torna-se socialmente visível. Apresenta-se inicialmente um panorama internacional dos acidentes de trabalho, o qual possibilita dimensionar a freqüência dos mesmos por ramos de atividade econômica. Trata-se de uma primeira aproximação para caracterizá-los na sua relação com os diversos processos de trabalho.

Os dados, obtidos do conjunto de informes nacionais compilados no Anuário Estatístico da Organização Internacional do Trabalho (OIT), de 1988, têm como limitação a diversidade de critérios adotados para o registro dos mesmos em cada país.


NO BRASIL...

Embora os estudos por ramos de atividade econômica sejam importantes para identificar as bases tecnológicas envolvidas nos acidentes, localizá-los e avaliar as políticas de prevenção, nenhum órgão, no Brasil, dispõe de uma sistematização periódica desta informação. Entretanto, alguns estudos tentam categorizá-los.

Em relação à freqüência de casos de acidentes de trabalho, a construção civil é apontada, na maior parte desses estudos, como a atividade mais crítica. Entretanto, esta situação é relativizada em análises da incidência (Negrão, 1988) e da mortalidade (Machado, 1991).

Comparando-se o Brasil com os países anteriormente selecionados, quanto ao número total de acidentes, à incidencia, ao número de óbitos e à letalidade, constata-se um maior número de óbitos por acidentes de trabalho em relação a este grupo. Cabe ainda ressaltar que a letalidade brasileira, apesar de elevada e resistente, é inferior à de vários países: Indonésia, Marrocos, Coréia do Sul, Turquia e Venezuela.

Este dado constitui-se, portanto, num bom indicador nacional das condições de trabalho, em que pesem critérios distintos de registro e subnotificações diferenciadas.


Quanto aos acidentes totais, vários países do chamado Primeiro Mundo apresentam números maiores que o Brasil, indicando sistemas de registros mais apurados. Em primeiro lugar, em números absolutos, figuram os E.U.A., seguidos pela Alemanha, onde mesmo o acidente em trabalhador à procura de emprego é registrado.

Em relação à taxa de incidência, a Alemanha ocupa a primeira posição e a Espanha, a segunda.

Países como Inglaterra, E.U.A. e México situam-se antes do Brasil.

Um indicador empregado no estabelecimento da gravidade da lesão são os dias perdidos por acidente. Obteve-se neste indicador uma mediana de 19,6 dias de afastamento por acidente.  No caso brasileiro inexiste esta informação. O acompanhamento da série temporal deste indicador seria útil para que fosse vizualizada a tendência crescente na gravidade dos acidentes, explicável pelo aumento no sub-registro dos acidentes leves, bem como pela mudança gradativa na base tecnológica e na formação social, tornando-os menos freqüentes e mais violentos.

 

Quanto à letalidade, encontra-se uma mediana de 3,15 óbitos por 1.000 acidentes. O Brasil está 47,9% acima desta mediana, com uma taxa de 4,66 óbitos por 1.000 acidentes, ou seja, 1,51 óbitos a mais em cada 1.000 acidentes.

Uma vez que os dados de letalidade podem guardar relação com a qualidade do registro, a diminuição deste indicador só poderia ser considerada quando associada a um sistema de registro apurado. A alternativa de um aumento da letalidade dos acidentes com o avanço tecnológico parece descartada, ao se concentrarem as taxas menores de letalidade em países com bases tecnológicas mais avançadas.

Outra hipótese possível seria a desses países não registrarem preferencialmente os óbitos na população  migrante. À luz do caso brasileiro, percebe-se ser mais difícil a subnotificação do óbito do que do acidente leve. Por utro lado, a sobrevivência do trabalhador, no acidente grave, possibilita que este seja melhor registrado.



Os limites da cidadania em países do chamado Terceiro Mundo, como o Brasil, levariam a um maior sub-registro dos óbitos, porém relativamente menor que o sub-registro geral dos acidentes, decorrente da não notificação dos casos de menor gravidade, como se verifica a seguir, nas estatísticas brasileiras.

A análise da série histórica nacional, iniciada com a unificação previdenciária e com a gestão do seguro acidente de trabalho no âmbito do Governo Federal, em 1966 e 1968, respectivamente, propicia algumas observações, dadas a magnitude e a transcendência dos acidentes, caracterizando-os como uma questão de saúde pública e uma expressão da violência relacionada ao trabalho.

Na descrição da casuística nota-se uma diminuição da incidência, acompanhada de uma menor redução da mortalidade e um conseqüente aumento da letalidade, configurando um quadro de maior gravidade e menor magnitude ao final do período.

 

A tipologia adotada nos informes da Previdência pressupõe a divisão do acidente de trabalho em típico, de trajeto e doença do trabalho ou profissional. A predominância é dos acidentes tipo ou típicos, que representam 95,25% da casuística total no período de 1978 a 1985, enquanto os acidentes de trajeto correspondem a 4,46% e as doenças do trabalho ou profissionais, a apenas 0,29%.

Evidencia-se que a tendência geral dos casos é influenciada exclusivamente pelas variações no registro dos acidentes típicos.

Quanto aos acidentes de trajeto, constata-se uma elevação gradativa em números absolutos.

Representam uma tendência inversa, principalmente em números relativos, nos quais é mais percebida. Tal fato significa uma ligação progressiva da exposição dos segurados aos fenômenos urbanos e uma relativa expulsão do acidente do interior da empresa, tornando significativa a interação da violência urbana com o deslocamento dos trabalhadores.

 

Em relação às doenças do trabalho ou profissionais, é reconhecido seu sub-registro, resultante de procedimentos restritivos por parte da Previdência Social, da incapacidade diagnóstica dos serviços de saúde da rede pública, da leviandade da maioria dos serviços de Medicina do Trabalho das empresas e do despreparo técnico dos profissionais de saúde em geral.

A qualquer busca ativa de casos identificam-se verdadeiras epidemias:

Intoxicação por Chumbo, em Bauru, Curitiba e Rio de Janeiro; surdez, em Camaçari;
Silicose, em São Paulo, Salto, Niterói e Criciúma;
Benzolismo, em Cubatão, Volta Redonda, Duque de Caxias e Camaçari;
Intoxicação por Agrotóxicos, em Nova Friburgo, Itaguaí, Vale do Ribeira e Ribeirão Preto;
Lesões por esforços repetitivos, em Belo Horizonte,
São Paulo e Rio de Janeiro; e,
Hidrargirismo, em São Paulo, Porto Alegre e Rio de Janeiro.
 

Um estudo promovido pelo Departamento Intersindical de Estudos de Saúde e dos Ambientes de Trabalho (Rebouças, 1986) relata alguns desses casos, sintetizando o seguinte quadro:

a) o trabalhador ou seus representantes levantam a questão;

b) a inércia do Estado é vencida pela luta dos trabalhadores, aliados a profissionais de saúde com eles comprometidos;

c) as empresas resistem habitualmente, negando casos, escamoteando exames, demitindo e entrando em acordos respaldados na fragilidade diagnóstica, na conivência de autoridades ligadas à Previdência Social e à Justiça do Trabalho. Entretanto, a  reversão desta prática de sub-registro vem ocorrendo em locais onde foram implantados Programas de Saúde do Trabalhador, por sua vez passíveis de descontinuidade, em virtude de alterações nas políticas de saúde.

A composição dos acidentes, de acordo com sua gravidade e seus diversos tipos de classificação — por ramo de atividade, ocupação ou outras características — demonstra que estes não se constituem em um evento único, sendo desigualmente distribuídos, tanto do ponto de vista qualitativo como do ponto de vista quantitativo.

O óbito por acidente de trabalho vem sendo freqüentemente encoberto no ramo industrial,

devido às políticas empresariais de gerenciamento artificial dos riscos. As transformaçõesno processo produtivo, por outro lado, vêm gradativamente localizando o acidente de trabalho, e o óbito dele decorrente, no espaço da rua.

A relação entre o processo de trabalho e a violência urbana, portanto, passa a ser objeto de intervenção das políticas preventivas de acidentes, demandando uma maior articulação do setor saúde com outros setores, entre eles o planejamento urbano.

Os sistemas de registro de acidentes de trabalho hoje existentes fornecem uma informação não suficientemente explorada. Seu aprofundamento requer estudos interdisciplinares específicos; práticas de vigilância, com busca ativa de casos, identificação e implementação de serviços de referência; análises epidemiológicas e de alternativas tecnológicas, bem como o dimensionamento das repercussões sociais dos acidentes e, principalmente, dos óbitos por
acidente de trabalho.
 
REFERÊNCIAS:
BAKER, E. (Ed.), 1989. Surveillance in occupational

health and safety. American Journal of Public

Health, 79 (supplement): 09-11.

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Jorge M. H. Machado

Carlos Minayo Gomez




 

 


CULINÁRIA FÁCIL
ARROZ COM COSTELINHA DE PORCO



Ingredientes:
Costelinha de porco
Bacon em pedacinhos
1/2 pimentão picadinho
1 cebola picadinha
Arroz (a quantidade você determina)



Preparo:
Numa panela de barro fritar a costelinha de porco cortada em pedaços miúdos refogar em alho e sal, mexer de vez em quando e deixar apurar bem. Quando estiver bem moreninha retirar e separar na mesma panela.

Verificar a quantidade do óleo que se formou (para que a comida não fique muito gorda). Fritar então bacon em pedacinhos, separar no cantinho da panela, juntar então meio pimentão picadinho uma cebola picadinha esperar fritar um pouco, juntar o bacon e o arroz já lavado (a quantidade você determina).

Refogar com a costelinha que estava separada, juntar água quente o suficiente para cozinhar. Mexer de vez em quando para distribuir bem a costelinha. Provar o sal. Depois de pronto polvilhar bastante cheirinho verde.

Pode ser servido com uma salada verde bem temperada.
BOLO DE BANANA DE LIQUIDIFICADOR

Ingredientes

6 a 8 bananas nanicas médias, bem maduras
3 xícaras de chá bem cheias de açúcar
3 xícaras de chá bem cheias de farinha de rosca
1/2 xícara de chá de óleo
3 ovos inteiros
1 colher de café de fermento royal
100 g de uvas passas
2 colheres cheias de canela em pó
1/2 xícara de leite
7 colheres de açúcar
PREPARO
Colocar no copo do liquidificador as bananas descascadas e picadas ao meio, os ovos, o óleo e bater bem
Juntar em uma tigela o açúcar e a farinha de rosca, misturar bem

Adicionar o conteúdo do liquidificador e misture bem
Juntar as uvas passas à massa
Acrescentar o fermento em pó, mexendo devagar
Colocar a massa em uma assadeira untada com margarina e farinha de rosca
Colocar em forno médio, pré-aquecido, por mais ou menos 30 minutos
Verificar usando um garfo no meio da assadeira, para constatar se esta assado ou não
Se o garfo estiver com a massa grudenta, ainda esta cru 10.Ao retirar o bolo do forno, fazer uma calda fria com o leite, canela e açúcar, misturar bem
Furar todo o bolo com um garfo e jogar a calda

MENSAGEM...
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