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segunda-feira, 31 de março de 2014

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Ambiente de Trabalho: um local de riscos - MAPA DE RISCO E SUA UTILIDADE!!!
O QUE É? 
Mapa de Risco é uma representação gráfica de um conjunto de fatores presentes nos locais de trabalho (sobre a planta baixa da 
empresa, podendo ser completo ou setorial), capazes de acarretar prejuízos à saúde dos trabalhadores: acidentes e doenças de trabalho. 

Tais fatores têm origem nos diversos elementos do processo de trabalho (materiais, equipamentos, instalações, suprimentos e espaços de trabalho) e a forma de organização do trabalho (arranjo físico, ritmo de trabalho, método de trabalho, postura de trabalho, jornada de trabalho, turnos de trabalho, treinamento, etc.)”. 
PARA QUE SERVE? 
• Serve para a conscientização e informação dos trabalhadores através da fácil visualização dos riscos existentes na empresa. 

• Reunir as informações necessárias para estabelecer o diagnóstico da situação de segurança e saúde no trabalho na empresa. 

• Possibilitar, durante a sua elaboração, a troca e divulgação de informações entre os trabalhadores, bem como estimular sua participação nas atividades de prevenção. 
 
COMO SÃO ELABORADOS OS MAPAS? 
• Conhecer o processo de trabalho no local analisado: os trabalhadores: número, sexo, idade, treinamentos profissionais e de segurança e saúde, jornada; os instrumentos e materiais de trabalho; as atividades exercidas; o ambiente. 

• Identificar os riscos existentes no local analisado, conforme a classificação específica dos riscos ambientais. 

• Identificar as medidas preventivas existentes e sua eficácia. Medidas de proteção coletiva; medidas de organização do trabalho; medidas de proteção individual; medidas de higiene e conforto: banheiro, lavatórios, vestiários, armários, bebedouro, refeitório, área de lazer. 

• Identificar os indicadores de saúde, queixas mais freqüentes e comuns entre os trabalhadores expostos aos mesmos riscos, acidentes de trabalho ocorridos, doenças profissionais diagnosticadas, causas mais freqüentes de ausência ao trabalho. 

• Conhecer os levantamentos ambientais já realizados no local. 
• Elaborar o Mapa de Riscos, sobre o layout da empresa, indicando através de círculos: 
O grupo a que pertence o risco, de acordo com a cor padronizada. 

O número de trabalhadores expostos ao risco, o qual deve ser anotado dentro do círculo. 
A especificação do agente (por exemplo: químico - sílica, hexano, ácido clorídrico; ou ergonômico-repetitividade, ritmo excessivo) que deve ser anotada também dentro do círculo. 

A intensidade do risco, de acordo com a percepção dos trabalhadores, que deve ser representada por tamanhos proporcionalmente diferentes de círculos. 

Quando em um mesmo local houver incidência de mais de um risco de igual gravidade, utiliza-se o mesmo círculo, dividindo-o em partes, pintando-as com a cor correspondente ao risco. 
Após discutido e aprovado pela CIPA, o Mapa de Riscos, completo ou setorial, deverá ser afixado em cada local analisado, de forma claramente visível e de fácil acesso para os trabalhadores.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), “Saúde não significa apenas ausência de doença ou dor, mas, também, um ótimo estado de bem estar físico, mental e social”. A saúde desenvolve-se e mantém-se graças à interação entre o homem e o meio ambiente. 

Como o ambiente de trabalho é o local onde o trabalhador passa grande parte do seu tempo, a manutenção da saúde depende, em grande parte, da salubridade do ambiente ocupacional.

Com o atual crescimento acelerado da tecnologia, que atinge quase todas as atividades humanas, surgem inúmeras vantagens sócias econômico, porém dão origem a vários subprodutos ou efeitos nocivos à qualidade de vida, à segurança individual e coletiva. 

Um destes subprodutos da tecnologia é o ruído e o uso cada vez maior de diferentes compostos químicos.
Tem-se observado um crescente interesse em pesquisas sobre os efeitos das exposições combinadas a agentes físicos, químicos, biológicos e organizacionais, presentes no ambiente de trabalho. 

Em particular, destaca-se a potencial interação entre produtos químicos e ruído, que podem ocasionar perdas auditivas nos trabalhadores expostos. Estas têm ocupado lugar de destaque nas doenças relacionadas ao trabalhador.

Por muitos anos, tais perdas foram atribuídas exclusivamente à exposição ocupacional ao ruído. As características de tal perda são muito semelhantes às da perda auditiva por ototoxicidade, ou seja, ambas são neurosensoriais, apresentam lesões cocleares, são irreversíveis, acometem inicialmente altas freqüências (sons agudos) e quase sempre são bilaterais. 

Este fato talvez tenha postergado os estudos a respeito dos efeitos auditivos da exposição ocupacional a produtos químicos. Considerando que é freqüente a exposição combinada a agentes físicos e químicos nos ambientes de trabalho, torna-se extremamente importante estudos envolvendo possíveis interações entre tais agentes e seus efeitos na audição dos trabalhadores.

Dentre os compostos químicos ototóxicos, pode-se destacar os metais (chumbo, arsênico, cobalto e manganês), os asfixiantes (cianeto, monóxido de carbono e nitrato de butila) e os solventes (álcool, dissulfeto de carbono, hexano, tricloroetileno, tolueno, xileno, estireno e misturas). 
Considera-se que, dentre tais compostos, os solventes são os mais utilizados na indústria. O tolueno, é um solvente presente em colas, lacas, tintas, vernizes, óleos, dentre outros. Para avaliação da exposição aos níveis de tolueno no ambiente laboral, realiza-se o monitoramento biológico através do ácido hipúrico que é o bioindicador urinário para o tolueno

Para que o profissional de segurança ou higiene do trabalho possa colocar em prática medidas que efetivamente protejam a saúde do trabalhador, devem ser realizadas avaliações periódicas do potencial de contaminação do ambiente de trabalho, através do monitoramento ambiental e biológico. Para realização deste monitoramento é necessário o conhecimento prévio de diversas condições relacionadas aos trabalhadores e ao ambiente. Dentre elas, a movimentação dos trabalhadores, condições de ventilação, atividades ou funções desempenhadas e avaliação dos equipamentos em relação ao impacto com o ambiente.

A surdez progressiva pode ser silenciosa, os indivíduos que dizem estar acostumados com o ruído, na maioria das vezes já possuem uma deficiência auditiva instalada. O uso de protetores auriculares deve ser sempre temporário, nunca definitivo e somente utilizados quando todos os outros meios de controle estiverem esgotados. Devemos sempre optar por uma solução de proteção coletiva, a qual reflete na melhoria de qualidade de vida dos trabalhadores.

Realizou-se um estudo sobre dano auditivo em trabalhadores expostos a ruído e solvente em uma fábrica de calçados. Este trabalho foi realizado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul conjuntamente com outras Instituições. Foram efetuadas análise dos níveis de ruído e solventes aos quais os trabalhadores estavam expostos durante a jornada de trabalho de 8 horas diárias/cinco dias semana, e seus efeitos sobre a audição dos trabalhadores. 
Neste trabalho observou-se que, mesmo os operários não estando expostos a níveis de ruído superiores ao limitado pela Norma Regulamentadora do país, 85 dBA/8h (NR-15 MT/BR) e que a exposição ao tolueno seja menor do que a estabelecida por esta norma (78 ppm), um elevado número de trabalhadores apresentaram acentuada perda auditiva no grupo de trabalhadores expostos ao solvente e ruído, o sugere que a exposição a estes agentes, mesmo dentro dos limites estabelecidos, pode aumentar a ocorrência de perdas auditivas. Este dado é preocupante tendo em vista que os trabalhadores permanecem em jornada de 8 horas de trabalho expostos a estes agentes, muitas vezes sem a proteção adequada.

Estudos com o propósito de verificar a interação de agentes tóxicos, na saúde dos trabalhadores, podem servir de ferramenta para discussões de normas vigentes, devido ao fato dos limites estabelecidos por organismos governamentais nacionais e internacionais, que determinam condições de trabalho seguras, não considerarem os efeitos interativos da exposição a mais de um agente tóxico. Acreditamos ser de extrema relevância científica e social pesquisas sobre a interação de agentes físicos e químicos na saúde dos trabalhadores.

FONTES:Fundação Estadual de Pesquisa e Produção em Saúde (FEPPS)
Conselho Nacional de Desenvolvimento e Pesquisa (CNPq).
Faculdades Integradas Ritter Dos Reis (FAIR).







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PREVENÇÃO EM SEGURANÇA E SAÚDE 

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Culinária Fácil...

Ingredientes:
- Vinagrete de Hortelã
1 cebola pequena bem picada
2 tomates sem sementes picados
4 colheres (sopa) de azeite
3 colheres (sopa) de vinagre de vinho branco
meia xícara (chá) de hortelã fresca picada
1 colher (chá) de sal
- Berinjela Recheada
2 berinjelas grandes cortadas em rodelas grossas na 

horizontal (rodelas de cerca de 3 cm)
1 colher (chá) de sal
2 colheres (sopa) de Caldo Líquido MAGGI® Galinha
400g de filés de frango cortados em cubos bem pequenos
1 colher (sopa) de azeite
1 colher (chá) de canela em pó
1 colher (chá) de cúrcuma
meia colher (chá) de cominho em pó
meia xícara (chá) de ricota amassada
2 colheres (sopa) de pasta de gergelim (tahine)
4 colheres (sopa) de Leite Líquido MOLICO®

Modo de Preparo:
Vinagrete de Hortelã:
Em um recipiente, misture bem a cebola, os tomates, o 

azeite, 

o vinagre, a hortelã, o sal e 3 colheres (sopa) de água. Deixe 

na geladeira para tomar gosto por cerca de 20 minutos.
Berinjela Recheada:
Em um recipiente grande, polvilhe as berinjelas com sal, 

cubra com água e deixe de molho por cerca de 30 minutos. 

Escorra e distribua-as sobre uma assadeira untada com 

azeite. Pincele sobre elas uma colher (sopa) do Caldo 

Liquido 

MAGGI, cubra-as com papel alumínio e leve ao forno médio–

alto (200°C), preaquecido, por cerca de 20 minutos, 

enquanto prepara o recheio. Tempere o frango com o 

restante do Caldo Liquido MAGGI. Aqueça uma panela com 

azeite e doure o frango. Junte a canela, a cúrcuma e o 

cominho, acrescente 5 colheres (sopa) de água e deixe 

cozinhar por cerca de 5 minutos, para tomar gosto. Retire, 

adicione a ricota, a pasta de gergelim e o Leite MOLICO 

formando uma preparação cremosa. Retire a berinjela do 

forno e coloque em cada uma delas uma porção de recheio, 

bem ao centro. Leve ao forno novamente por cerca de 10 

minutos, para finalizar. Sirva quente ou fria, acompanhada 

do vinagrete de hortelã.

Rendimento: 8 porções
Tempo de Preparo: 35 minutos
Tempo Total de Preparo: 2 horas



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MENSAGEM...
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Foto: Os artigos 1.696 e 1.698 do Código Civil dispõem claramente sobre a obrigação sucessiva de prestação alimentar dos avós, na impossibilidade de ser cumprida pelo pai ou pela mãe.
Foto: Aproveite as facilidades da rede! Para mais informações, acesse: http://bit.ly/M4jUaa