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quarta-feira, 14 de outubro de 2015


Como se planejar para as férias sem deixar o trabalho pendente?!?!???....

Antes do período de descanso, o funcionário deve programar sua ausência e delegar as tarefas para outras pessoas!!!

Planejamento é a palavra-chave. Organizar as tarefas antes das férias é uma importante dica para conseguir se desprender das responsabilidades da rotina diária. Um mês antes de entrar em recesso, deve haver um programa para delegar as tarefas a outras pessoas, deixar por escrito o que combinou com os colegas e deixar o superior direto ciente de quem vai fazer determinada atividade e quando. Sair de férias sem organizar a ausência é falta de responsabilidade do profissional que, às vezes, deixa tarefas pendentes para a empresa sentir como ele faz falta. O período de descanso é fundamental para o rendimento do funcionário, mas deve ser feito da maneira correta para não interferir na produtividade do trabalho e dos colegas.

Deixar o trabalho pendente pode parecer desorganização!!!

Para Cecília Shibuya, vice-presidente da ABQV – Associação Brasileira da Qualidade de Vida -, as pessoas almejam muito as férias, mas ninguém se prepara adequadamente. “Existe um ritual a ser seguido: deixar todas as atividades de trabalho em dia, passar o conhecimento para a pessoa que irá substituir o profissional, não deixar pendências, não ter medo de passar a função com medo de perder o posto para quem o substituiu quando retornará e se preparar, de fato, para o período de descanso”, comenta.

Sair de férias dessa maneira permite uma maior tranquilidade. Porém, dependendo do cargo do profissional, como um gerente ou diretor, deixar um número de telefone para urgências ou um contato de e-mail é essencial. Se a pessoa possui uma função de gestão, existem algumas obrigações e responsabilidades que, de qualquer maneira, terá de passar por ela. “A cada três ou quatro dias, verificar a caixa de entrada do e-mail e deixar claro que o contate apenas em casos de urgência, ou que deixe recado na caixa postal do celular, são medidas normais para profissionais comprometidos”, aponta Paulo Kretly, presidente da FranklinCovey Brasil, consultoria em Recursos Humanos.

“Já vi um executivo na praia com laptop e dois celulares. Tem gente que tem um problema sério de status, pois o senso de importância dele é maior do que a empresa lhe dá. Esses indivíduos estão fadados a enfarte ao serem substituídos porque o que deve possuir é uma equipe que possa ser delegada com total controle e ter tranquilidade para se ausentar o tempo que for necessário”, indica Cecília.

E existe período correto de descanso? Logicamente, quem tem filhos pequenos prioriza o descanso entre janeiro e fevereiro. Mas existe outra opção recomendada por Paulo Kretly: “aproveitar as viagens de trabalho para usufruir um ou dois dias de lazer após o compromisso profissional. São coisas simples, como procurar levar alguém da família nesse período curto e conhecer as atrações da cidade. Isso renova bastante!”. Essas paradas menores podem ser muito mais revigorantes do que um período grande, uma vez por ano.

Muitas vezes, descansar em períodos menos movimentados pode ser muito melhor, pois paga-se muito menos em hotéis e pousadas e pode usufruir, de fato. “É escolher o momento adequado a sua realidade”, indica Cecília.

O profissional que não tira férias ou não consegue se desconectar do trabalho no descanso, não suporta atuar por muito tempo sem a devida pausa. A probabilidade de doenças, estresse e depressão são enormes, e se não manter um nível alto de produção, acaba sendo despedido. 

A renovação contínua é muito importante para dar mais energia nas atividades do dia a dia.“Além de problemas físicos, como enfarte, essa pessoa certamente terá problemas sociais e familiares afetivos extremamente comprometidos porque nunca conseguirá estar por inteiro em nenhum tipo de relacionamento”, orienta a vice-presidente da ABQV.


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terça-feira, 13 de outubro de 2015

Como ter superação, perseverança, esforço, empregabilidade e sucesso - Comportamento Organizacional



Profissionais de RH e administração apontam questões que merecem atenção especial para que os primeiros dias passem da melhor maneira possível!!!

Lidar com perdas é difícil. Quando se trata do emprego, então, preocupante. Algumas pessoas caem em depressão, ficam com baixa auto-estima, perdem a confiança e, muitas vezes, chegam ao ponto de questionar sua competência profissional. Porém, quando se vive uma situação assim, é fundamental fazer justamente o inverso: analisar e entender os motivos que levaram o gestor a tomar tal decisão, ter foco, traçar uma meta e ter confiança na recolocação. 


De acordo com a professora Patrícia Martins Fagundes Cabral, doutora em Psicologia e docente dos cursos de Gestão de Pessoas e Recursos Humanos da Unisinos, é importante que as empresas – no caso, os gestores que atuam diretamente com o profissional – realizem entrevistas e forneçam feedbacks no momento do desligamento. “É a partir deles que se detecta se o problema está relacionado ao desempenho ou às expectativas. O que aconteceu impacta diretamente no que se fará em seguida, ou seja, é necessário absorver o aprendizado.”

Tomar cuidado com o comportamento nas redes sociais também é básico: para preservar os bons relacionamentos e formar networking de qualidade deve-se ter postura profissional. “É interessante não mencionar nem criticar antigas tarefas, ex-colegas, ex-gestores e ex-projetos. O cuidado deve ser redobrado. A questão ética é avaliada também para futuras oportunidades, já que muitas empresas monitoram as redes sociais dos candidatos”, disse a professora.



As regras de etiqueta empresarial são válidas também para quem quer ativar (ou reativar) sua rede pessoal. Para dar o start na busca por possibilidades, pode-se enviar e-mail comunicando sobre o desligamento da empresa anterior, solicitando indicação ou mesmo uma “lembrança” quando novas vagas surgirem. 

Encerrada esta primeira etapa, Patrícia aconselha a ter foco na hora de selecionar novas empresas para onde enviar currículo, o que pode ser feito com a ajuda de um coacher ou mesmo um tutor, parente ou amigo, que tenha bons contatos ou carreira semelhante a de quem busca recolocação. “Foco, cuidado e atenção importantes quando se pleiteia uma oportunidade. Saber o que se quer fazer e onde facilita muito. Além disso, pesquisar sobre o trabalho desenvolvido e o histórico da empresa denota interesse e comprometimento.” 

Mesmo se o resultado não for animador logo no início, é importante não desistir. “Já nas primeiras entrevistas o candidato pode fazer uma leitura do mercado e de que tipo de qualificação possuem seus concorrentes. Desta forma, é possível direcionar os próximos passos: cursos de idiomas, pós-graduação ou mesmo formações complementares.
Seis dicas para se dar bem no novo emprego!!!


Quem nunca sentiu o chamado “frio na barriga” quando vai ingressar em um novo emprego? Nestes momentos, o novo ambiente, as inseguranças e o receio de como as pessoas irão nos acolher contam muito para nossa expectativa de sucesso na nova jornada profissional. Profissionais de recursos humanos e administração dão dicas para que os primeiros momentos no emprego transcorram da melhor maneira possível.

1- Leitura do ambiente

“Seja na primeira ou décima troca de emprego, essa dica é muito importante. Antes de chegar falando tudo o que pensa, emitir opiniões e fazer pré-julgamentos, o profissional deve observar como é a relação entre as pessoas, a forma delas trabalharem e escutá-las. Vestimenta, ritmo de trabalho e relacionamento entre os pares são pontos que devem ganhar atenção”, aconselha Danilo Afonso, gerente do Instituto de Organização Racional do Trabalho (IDORT).

2- Cautela em mostrar habilidades
“É normal a ansiedade de chegar em uma nova empresa e logo querer mostrar a capacidade profissional. Porém, deve haver certo cuidado em transparecer, logo de cara, as melhores habilidades a seus pares. Estas pessoas poderão achar que o novo empregado quer impor que é melhor que o restante da equipe, causando certo repúdio. O indicado é apresentar as qualidades pouco a pouco”, indica Afonso.

3- Se mostrar aberto à novidades
“Demonstre que você quer conhecer seus novos colegas de trabalho e quer aprender com eles. Mostre-se aberto para perguntas e também para perguntar. Busque interação. Conhecer o dia a dia das pessoas com as quais você trabalha pode ajudar na convivência no ambiente corporativo. Compartilhe experiências e procure entender o ponto de vista de cada um a  sua volta”, opina Anderson Cavalcante, administrador de empresas.

4- Foque no presente
“O que passou te trouxe aprendizados e pode até ter deixado saudade. Contudo, para que a nova experiência seja positiva, é preciso focar no presente, não ficando preso às vivências passadas. Evite comparações, tentando não buscar semelhanças entre os costumes da empresa nova e da antiga”, conta Cavalcante.

5- Ser coerente após a seleção
“O profissional deve ter postura igual ao perfil que demonstrou ter na fase do recrutamento. A empresa o contratou por conta de suas características técnicas e comportamentais, e ele será avaliado em seu período inicial também por estas características”, relata Lucélia Borges, sócio-diretora da Start Total Consultoria de Carreira e Treinamento.

6- Desenvolver bons relacionamentos
“Não somente com membros internos, mas também com clientes e fornecedores, por exemplo. A boa impressão logo de cara conta muito, e ser sempre agradável e prestativo com os colegas e desenvolver a liderança é vantajoso, pois, na hora de uma promoção ou indicação, você sempre será lembrado”, conta Lucélia.


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PARA ORÇAMENTOS INDIVIDUALIZADOS!!!


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