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quinta-feira, 29 de setembro de 2011

COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL...


Por que é tão difícil assumir nossos erros?

Sentir-se culpado é diferente de reconhecer a própria responsabilidade...

DESDE CRIANÇA...
Esconder ou assumir os erros é algo que se aprende em casa.

“A QUESTÃO É EDUCACIONAL!!!.
Desde muito pequenas as crianças são educadas para se sentirem muito culpadas, em vez de se sentirem responsáveis”, diz Vivien Bonafer Ponzoni, psicóloga e terapeuta de família e casal. “Diante da culpa, a pessoa tenta fugir de todas as formas”, afirma a psicóloga. A questão é cultural também: é importante ver o erro como parte da natureza humana. “Como seres humanos, contextualizar o erro facilita o perdão”, diz Vivien.

Outra reação comum, e não recomendada pelos especialistas, é passar a responsabilidade adiante, culpando outra pessoa ou imprevistos. É a árvore que cobriu a placa da saída que deveria ter sido pega na estrada, ou o parceiro que esqueceu de devolver o vídeo na locadora.

Flexibilidade
A chave é ser flexível, para Denise Pará Diniz, professora doutora na Unifesp, coordenadora do setor de gerenciamento do stress.
“Erramos ou acertamos em função de uma escolha. Depois de passar pelo processo de escolha, a pessoa está convicta de que era o melhor a fazer”, diz. Aí, é difícil reconhecer que não foi uma boa opção e rever o processo.
“A mudança de comportamento é muito difícil.”

Ela dá o exemplo de quem comete uma infração no trânsito e leva uma multa. “As pessoas culpam o outro motorista, o radar, a indústria da multa. Bebeu e foi pego na blitz? Você pode morrer ou matar. Não adianta ficar brigando, é melhor repensar sua atitude”, diz. “Quem não admite o erro acha que os outros não estão percebendo como ela tentou acertar. Em todo relacionamento, existe a parte do outro e a sua. Você consegue mudar a sua.”

Atrelada à dificuldade de assumir responsabilidades, está a de respeitar limites, sejam sociais ou afetivos. “O indivíduo muitas vezes erra, sabe que errou, mas não quer repensar, recomeçar caminhos, pedir desculpas.”

Há também quem reaja ao erro do outro com intensidade. A reação varia: vai desde o “não falei?” até o alívio por não ter sido você quem se enganou. “O ser humano não gosta de se sentir diferente. Ver o outro errando consola”, afirma Vivien. Ela aposta na crença de que se pode superar os erros como uma opção à negação deles. “É ter esperança de que todo mundo pode errar, mas consertar seus erros da melhor forma possível.”

ASSUMIR OS ERROS...NÃO SÓ OS QUE COMETEMOS, MAS RECONHECER OS ERROS AOS QUAIS FOMOS SUBMETIDOS E QUE DEVEMOS RECONHECER COMO AÇÕES VICIADAS, OU SEJA VOCÊ APRENDEU ASSIM E NUNCA  PAROU PARA ANALISAR SE ESTAS AÇÕES ESTAVAM CERTAS OU ERRADAS, POR CAUSA DA EDUCAÇÃO DE BASE(CASA), DA APREENDIDA NA EDUCAÇÃO FORMAL(ESCOLA), OU DA EDUCAÇÃO REPASSADA PELA SOCIEDADE HODIERNA COMO 'NORMAL', 'VÁLIDA', 'PERMITIDA POR ESTA'... PENSAR NAS PRÓPRIAS AÇÕES É: PERCEBER-SE, VER-SE, CONHECER-SE A SI MESMO(A), É TRABALHAR O PRESENTE E PLANEJAR O FUTURO DE FORMA SEGURA E PRÁTICA!!! 




RECEITA DO DIA:

Bolo de Chocolate Maravilha

60 min. | Fonte: Supra Soy
Experimente substituir os gomos de laranja por morangos frescos, que fazem uma combinação perfeita com o chocolate!

Ingredientes

Massa
  • 6 ovos inteiros (claras e gemas separadas)
  • 1 xícara (chá) de açúcar (160 g)
  • 1 ½ xícara (chá)de farinha de trigo (180 g)
  • ½ xícara (chá) de SupraSoy Sem Lactose Chocolate (50 g)
  • ¼ de xícara (chá) de óleo (50 ml)
  • 1 colher (sopa) rasa de fermento em pó (10 g)
  • Recheio
  • 4 gemas
  • ½ xícara (chá) de açúcar (80 g)
  • 1 xícara (chá) de SupraSoy Sem Lactose Chocolate (100 g)
  • 4 laranjas cortadas em gomos (152 g)
  • Cobertura
  • 1 xícara (chá) de SupraSoy Sem Lactose Chocolate (100 g)
  • ½ xícara (chá) de mel (145 g)
  • 1 colher (sopa) de óleo de canola (13 ml)
  • Calda
  • 1 laranja lavada (190 g)
  • 2 colheres (sopa) de açúcar (24 g)
  • 1 rama pequena de canela
MODO DE PREPARO

1- Prepare a massa: bata as claras em neve, acrescente o açúcar aos poucos e bata por mais 5 minutos, ou até formar picos firmes. Junte as gemas uma a uma e bata por mais 2 minutos. Enquanto isso, peneire a farinha e o SupraSoy juntos.
2- Regule a velocidade da batedeira para o mínimo e adicione os ingredientes peneirados alternando com ¼ de xícara (chá) de água morna e o óleo. Por último  misture o fermento em pó.
3- Despeje a massa em assadeira redonda (20 cm de diâmetro), untada e enfarinhada e asse em forno médio (180 ºC), previamente aquecido, por cerca de 35 minutos ou até, ao introduzir um palito no centro do bolo, este saia limpo e seco.
4- Faça o recheio: bata as gemas com o açúcar até esbranquiçar e formar picos firmes. Enquanto isso, dissolva o SupraSoy com 1 ½ xícara (chá) de água, misturando em seguida às gemas.
5- Leve a mistura ao fogo alto e mexa por cerca de 5 minutos, formando assim um creme homogêneo. Deixe esfriar e reserve.
6- Para a Cobertura: coloque numa panela média o SupraSoy, o mel, o óleo e ½ xícara (chá) de água, misturando bem. Leve ao fogo médio e ferva por 2 minutos. Apague o fogo e deixe esfriar.
7- Calda: corte as laranjas em rodelas grossas e coloque-as em uma panela juntamente com o açúcar, a rama de canela e 1 xícara (chá) de água. Ferva por 5 minutos, desligue o fogo, coe e leve à geladeira para esfriar.
8- Montagem: corte o bolo em 3 camadas horizontais. Acomode uma delas no prato em que for servir e regue com um pouco da calda. Espalhe uma parte do recheio e distribua a metade dos gomos de laranja.
9- Camadas: Coloque outra camada de bolo, regue com a calda e espalhe o restante de recheio e dos gomos de laranja. Disponha a última camada de bolo e umedeça com a calda.
10- Espalhe a cobertura por toda a superfície do bolo com o auxílio de uma espátula. Decore com os gomos de laranja reservados e leve à geladeira por cerca de 4 horas, para que o recheio fique firme. Sirva bem geladinho.

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

RISCO RURAL E ERGONOMIA PREVENTIVA

O Brasil é o campeão mundial de acidentes fatais no meio rural, segundo a Organização Internacional do Trabalho - OIT, onde muitas vidas são ceifadas, além dos prejuízos econômicos e ambientais.

Os Engenheiros de Segurança do Trabalho e os profissionais das Ciências Agrárias, em especial os Engenheiros Agrônomos, Engenheiros Florestais e Engenheiros Agrícolas, têm atribuições profissionais legais para atuarem na segurança de todas as atividades no meio rural, assim como o Técnico em saúde e Segurança no Trabalho também contribui para manter e formar tecnicamente esta prevenções e atuações nos meios urbanos e rurais, porém a maioria dos cursos de graduação dessas profissões não contempla ensinamentos nessa área.
Capacitar em Segurança do Trabalho no Meio Rural-STMR visa sanar esta lacuna, com um Plano de Curso baseado em treinamentos oferecidos a algumas Associações de Engenheiros Agrônomos e Conselhos Regionais de Engenharia, Arquitetura e Agronomia, e no programa do Curso de Especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho da Universidade de Passo Fundo, RS de autoria do Prof. Dr. Moisés Souza Soares.
O SMTR é apresentado em cinco módulos aos interessados em minimizar e prevenir contra sinistros no âmbito rural. 
Tipos de acidentes que são de maior causa de sinistro no campo:
1. Uso Seguro de Agrotóxicos;
2. Destino das Embalagens Vazias de Agrotóxicos;
3. Segurança em Armazéns de Grãos;
4. Uso Seguro de Máquinas e Implementos Agrícolas;
5. Perigos da Natureza.
Os objetivos gerais do SMTR  são para capacitar o trabalhador rural em:

I. Usar com segurança os agrotóxicos;
II. Conhecer o destino a ser dado às embalagens vazias;
III. Conhecer as normas de segurança do trabalho;
IV. Conhecer os perigos condicionados pela natureza.

Os objetivos específicos de cada módulo são:

Uso Seguro de Agrotóxicos: possibilitar aos profissionais identificar as situações de risco, inclusive no que diz respeito ao armazenamento e transporte dos produtos químicos. Conhecer e identificar os equipamentos apropriados a cada situação bem como suas limitações, conservação, duração e principalmente o uso correto e seguro desses equipamentos.

Destino das Embalagens Vazias de Agrotóxicos: abordar um dos maiores problemas ambientais causados pelo uso de produtos químicos, apresentando a situação frente à nova legislação bem como os procedimentos de ordem técnica e legal, para todos os envolvidos no processo. Conhecer o diferente destino dado às embalagens vazias, dos postos de recebimento ao preparo para a reciclagem.

Segurança em Armazéns de Grãos: conhecer e identificar os acidentes, muitas vezes fatais, nos trabalhos em armazéns de grãos, que têm sido causado, na maioria das vezes, por desconhecimento de normas de segurança ou mesmo falta de equipamento de segurança. Verificar todas as situações de risco e possibilitar ao participante, estabelecer esquemas de segurança (inclusive com treinamento dos trabalhadores no que diz respeito ao seu acompanhamento) e a usar corretamente o EPI.
Uso Seguro de Máquinas e Implementos Agrícolas: reduzir os acidentes causados pelo uso incorreto de máquinas e implementos no meio rural, bem como no manejo das mesmas. Conhecer os procedimentos adequados de manejo e manutenção de máquinas e implementos agrícolas para evitar os acidentes.
Perigos da Natureza: conhecer e identificar os principais animais peçonhentos e venenosos, os vegetais tóxicos e os fenômenos metereológicos para previnir acidentes e tomar as medidas de primeiros socorros.
Ergonomia na qualidade e na usabilidade dos produtos e máquinas. 
A ciência da ergonomia pode desde suas origens, ao tratar da interface entre homem e máquina refuta o paradigma do acidente de trabalho a falha humana.
A qualidade compreende as características do produto que atendem às necessidades dos usuários e, desse modo, propiciam a satisfação com o produto. A produção de máquinas tratoras sem defeitos é de se esperar, portanto não basta este item para assegurar a satisfação do usuário.
Os usuários de máquinas tratoras querem não somente tecnologia, mas também segurança ao operarem as máquinas. Sendo que, os usuários podem ser homens, mulheres, idosos, saudáveis fisicamente ou não. Facilitando para esta gama de diferenciações entre os usuários a qualidade das máquinas.
A ergonomia tornou-se conhecida e respeitada ao uso dos atributos ergonômicos, como facilidade de uso, entendimento no aprendizado, alta produtividade, conforto e segurança. Estes elementos acrescentam a qualidade às máquinas tratoras e logo percebidas por seus usuários, principalmente tratando-se da segurança, que podem causar lesões ou mesmo a morte dos usuários.
Para Grandjean (1998), a ergonomia pode ser definida como a ciência da configuração das ferramentas, das máquinas e do ambiente do trabalho. O alvo da ergonomia destaca Grandjean, é o desenvolvimento das bases científicas para a adequação das condições de trabalho às capacidades e realidades da pessoa que trabalha.
Para complementar este conceito, Dul e Weerdmeester, (1995), dizem que a ergonomia surge como um dos fatores mais importante na redução do uso inadequado de equipamentos, sistemas e tarefas, além de contribuir na prevenção de erros operacionais, melhorando o desempenho.
A ergonomia preventiva é aplicativa e efetiva, pois traz os resultados dos tratamentos científicos de modelagem da realidade e de levantamento do estado da arte de problemas ao desenvolvimento de tecnologia de interfaces para a concepção, análise, testagem, normalização e controle dos sistemas de trabalho.

São assuntos aplicativos de ergonomia, portanto a concepção de sistemas de trabalho sob o ponto de vista da atividade das pessoas que nele se integram, de produtos sob o ponto de vista de uso e manuseio pelos adquirentes, de sistemas informatizados sob ótica da usabilidade (interatividade facilitada, amigabilidade, customização, etc) de estruturas organizacionais do ponto de vista dos que nela trabalham (Vidal, 1998).
 
A ergonomia pretende melhorar os sistemas de trabalho adequando às atividades desempenhadas em suas características, habilidades e limitações dos operadores de máquinas procurando com estas melhorias os desempenhos eficientes, confortáveis e com segurança.

Sendo que, para estes critérios de melhorias necessita qual a tecnologia a que a ergonomia está referida ou que possua um referencial de suas metas, propósitos e critérios.
Esta tecnologia é a tecnologia de realização, de interfaces entre as pessoas e os sistemas, ou seja, definir uma cumplicidade nas adequações entre os aspectos humanos presentes na atividade de trabalho e os demais componentes dos sistemas de produção: tecnologia física, ambiente, softwares, e organização de trabalho.

Qualquer forma de integração entre o homem e os demais componentes de trabalho constitui-se em uma interface. As interfaces adequadas deverão atender de forma conjunta, integrada e coerente os critérios de conforto, eficiência e segurança.
A ergonomia deve preparar o trabalhador para realizar seus trabalhos num campo de atuação seguro e saudável, reduzindo ao máximo sua periculosidade e insalubridade, proporcionando maior conforto e interatividade com o espaço de trabalho. Desenvolve atenção e foco para maior desempenho e produtividade de excelência.

FONTES:
CARDELLA, B. Segurança no trabalho e prevenção de acidentes. São Paulo: Atlas, 1999,
GRANDJEAN, E. Manual de ergonomia: adaptando o trabalho ao homem. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998.  
ALERTA EM PORTO VELHO:
SURTO DE CATAPORA/VARICELA...
 *PREVINA-SE & INFORME-SE TRABALHADOR... 

A prefeitura de Porto Velho por meio da secretaria municipal de Saúde (Semusa) alerta para surto de catapora que vem atingindo os moradores da cidade no último mês.

A doença conhecida pelas manchas na pele que provocam coceiras e viram pequenas feridas é causada por um vírus e é altamente contagiosa.

Foram detectados de maio até julho deste ano 238 casos atendidos somente no hospital Cosme e Damião e um caso de óbito está sendo investigado.
Segundo Rute Bessa, do Departamento de Vigilância Epidemiológica e Ambiental, o surto é um aumento inesperado da doença com relação aos anos anteriores.
A varicela (catapora) pode ocorrer durante o ano todo, porém durante os meses de agosto a novembro ocorrem surtos em creches e escolas. “Está disponível para toda a população o atendimento ambulatorial em todas as Unidades de Saúde.
Os casos mais graves são encaminhados para o hospital Cosme e Damião, esses se devem pelo agrupamento de outras enfermidades causando um agravamento da doença”, afirma Rute.
Modo de Transmissão
A transmissão é por contato direto de pessoa a pessoa através do falar, espirrar ou tossir e pelo contato com as lesões infectadas na pele. O período de incubação é cerca de 10 a 21 dias depois da exposição ao vírus. O período de transmissão varia de 1 a 2 dias antes, até 5 dias após o aparecimento das feridas. Enquanto houver os machucados a infecção é possível.
Medidas de controle
Para Rute Bessa a melhor medida é o afastamento de 07 a 10 dias e procurar assistência em postos de saúde. “Uma medidade controle seria higiene através do banho e corte das unhas”, comenta Rute. Além da vacina para imunizar contra o vírus.
Orienta-se que as escolas estejam dispensando os alunos que apresentem catapora e que recomendem aos pais a procura por uma Unidade de Saúde. Existe uma vacina, porém está disponível, até o momento, apenas para pessoas com doenças cardíacas e portadoras de HIV na rede pública, e custa em torno de R$ 150,00(cento e cinqüenta Reais) na rede privada de saúde

CULINÁRIA FÁCIL: BRUSCHETTA DE FRANGO

<>
QtdeMedidaIngrediente
1
Unidade
Pão italiano
1
Colher de sopa
Azeite de oliva
4
Unidades
Filés de peito de frango
1/2
Colher de chá

Sal


tomates cereja cotado julienne
1
1
Xícara

Xícara


Maionese hellmann's deleite
3
Colheres de sopa
Uva passa clara
1
Unidade
Cenoura pequena
1
Unidade
Maçã verde
1
Xícara
Brotos de agrião/rúcula/acelga/alface


Queijo e Azeite (para regar) á gosto!!!

Modo de Preparo

1. Pré-aqueça o forno em temperatura média (180°c). Rale a cenoura e fatie a maçã em fatias bem finas.
2. Corte o pão italiano em 4 fatias grossas na diagonal. Regue com um fio de azeite um dos lados de cada fatia de pão, coloque em uma assadeira média (33 x 23cm) e leve ao forno por 10 minutos. Retire do forno e reserve. Dica: se você não encontrar o pão italiano com sementes de papoula, corte fatias de pão italiano, pincele levemente azeite nas laterais e cubra com sementes de papoula.
   3. Aqueça o azeite em uma frigideira grande ou uma grelha e doure os filés de frango. Tempere com o sal, retire do fogo e corte em tiras grossas. Reserve. Se gostar você pode salpicar salsinha picada ou tomilho fresco picado sobre os filés de frango antes de grelhar.
4. Para montar as brusquetas espalhe a maionese sobre as fatias de pão. Cubra com a uva passa e a cenoura.
5. Coloque no sentido horizontal as tiras de frango grelhadas alternadas com as fatias de maçã e cubra com o broto de agrião. Sirva em seguida.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

SAÚDE NO TRABALHO RURAL

Segundo a Organização Internacional do Trabalho - OIT, as atividades laborais que mais matam são: agricultura, mineração, construção e pesca comercial. Por isso foi criada este ano (2005) a Norma Regulamentadora de Segurança e Saúde no Trabalho na Agricultura, Pecuária, Silvicultura, Exploração Florestal e Aquicultura - NR31, do Ministério do Trabalho e Emprego - MTE. 

Segundo a Organização Mundial de Saúde - OMS (1994), "a cada 3 minutos morre um trabalhador, em alguma parte do mundo, vítima de acidente de trabalho".
A agricultura é considerada pela Organização Internacional do Trabalho - OIT como uma das atividades profissionais de maior risco, equiparando-se à construção civil e à exploração do petróleo.
 
Os primeiros minutos que se sucedem a todo acidente, principalmente nos casos mais graves, são importantíssimos para a garantia de vida da vítima, principalmente se forem bem aproveitados pelo Socorrista.

As chances de sobrevivência diminuem drasticamente para as vítimas de trauma que não recebem cuidados médicos especiais dentro de uma hora após o acidente.

Se o acidentado tiver a sorte de ter um Socorrista por perto, que possa prestar-lhe os Primeiros Socorros, aumentam as suas chances de recuperação.

 Da parte de quem presta o auxílio, há uma verdadeira corrida contra o tempo, onde os seus conhecimentos técnicos (de primeiros socorros) têm de ser praticados com rapidez e eficiência.
O autocontrole é fundamental pois, sem ele, atitudes irresponsáveis podem por em risco a vida do paciente e a sua própria.
 
Dentre tantas providências que se fazem necessárias nesses casos, o Socorrista deve ter bem clara em sua mente, aquelas realmente produtivas.
A sequência lógica a ser seguida pelo Socorrista, na maioria das situações de acidentes, pode ser resumida nas cinco (5) etapas seguintes:
*Primeiros Socorros
*Entrevista
*Sinais Vitais
*Exame da Cabeça-aos-pés e
*Transporte do acidentado.

1 - Primeiros Socorros

É importante que se conheçam os mecanismos da injúria. Certas lesões são "comuns" a certos tipos de acidentes: fraturas são associadas a quedas e colisões; queimaduras são frequentes em incêndios e explosões; perfurações dos tecidos moles do corpo, costumam ser provocadas por ferimentos à bala; e assim por diante.
 
 
Assim, as lesões decorrem, em geral, de colisão de veículos, quedas, incêndios, explosões, assaltos (coronhadas, navalhadas, tiros, etc.), afogamentos e acidentes de barco, arma de fogo, envenenamentos, acidentes com máquinas, eletricidade (inclusive raios), picadas e mordidas de animais, e outras causas.

Acontece que, muitas vezes, o acidente ocorre quando a vítima está sozinha e, chegando auxílio, o Socorrista depara-se com aquela pessoa inconsciente e não sabe, de imediato, a causa da lesão e/ou da gravidade da mesma.

Na prestação dos Primeiros Socorros, convém:

OBSERVAR:
1 - Local: seguro ou perigoso ? perto ou longe do Posto Médico ou Hospital ? há necessidade e meios de remover dali o acidentado ?
2 - Acidentado: está consciente ? tentando dizer-lhe algo ou apontando para alguma parte do seu (dele) corpo ? está sozinho ? (se há vários corpos, pode-se suspeitar, por exemplo, de envenenamento por Monóxido de Carbono).
3 - Curiosos: escute o que dizem. Peça ajuda. AAfaste os que estiverem só atrapalhando.
4 - Agente causador: caiu algo sobre o paciente ? há fumaça ? está próximo de um trator tombado ?
5 - Ferimentos: o acidentado está caido numa posição anormal (com o braço torto, por ex.) ? há sangue ?
6 - Sintomas: o Socorrista deve apurar os seus sentidos, de modo a poder ver, ouvir e cheirar, à procura de sintomas. O vômito, por exemplo, é indicativo de algumas lesões específicas; urinar sangue é sinal de fratura de bacia; etc. Observar se o acidentado apresenta sintomas como: náusea, sede, fraqueza, inquietação, medo, etc. Esses sintomas serão muito úteis ao serem passados, posteriormente, ao Médico que atender o acidentado.

VERIFICAR



Pele (fria, viscosa, quente ?)
Olhos (embaçados ? pupilas dilatadas ?)
Face (pálida ou rubra ?)
Lábios (azuis ou descolorados ?)
Pulso (rápido ou fraco ?)
Respiração (ofegante ou quase inexistente ?)



NÍVEL DE CONSCIÊNCIA

A = alerta (acordado)
F = fala
D = dor
I = inconsciente (não responde)

2 - Entrevista


 Se no local do acidente, estiverem outras pessoas (além do acidentado e do Socorrista), é importante que se obtenha(m) dela(s) as informações e a ajuda de que necessita, para o melhor atendimento da vítima.

As informações a serem obtidas pelo Socorrista nesta "entrevista" rápida, podem estar relacionadas a:

*Causas e hora do acidente
*Conhecimento ou parentesco da vítima
*Indicação de antídodos e endereços úteis
*Idade, hábitos, doenças e remédios usados pelo acidentado
*Conhecimento prévio de Primeiros Socorros
etc.
A ajuda que se pode obter dos "curiosos" presentes, diz respeito a:

- Ttransporte do acidentado
- Saída à procura de auxílio e/ou de materiais
- Captura do animal peçonhento que causou o acidente
- Direção da viatura de socorro (no caso de carro particular)
etc.
 Sinais Vitais

Sinais vitais são indicativos do funcionamento normal do organismo e diz respeito a:
3.1 - pulso
3.2 - respiração
3.3 - pressão arterial
3.4 - temperatura corporal
3.5 - nível de consciência
3.6 - dilatação das pupilas
3.7 - cor da pele.
 
 
POR ISSO TRABALHADOR RURAL NÃO NEGLIGÊNCIE OU ESQUEÇA DE USAR AS EPI'S REFERENTES AOS TRABALHO NO CAMPO.


  CULINÁRIA FÁCIL...
 
 
SALADA CAIPIRA...
Prato: entrada
Regime: vegetariano
Dificuldade: pouca
Custo: baixo
Preparo: 20 min
Cozimento: 10 min
Porções: 6
Valor calórico: 111,8 Kcal/poro
Ingredientes
1 xícara (chá) de berinjela com casca
1 xícaras (chá) de talos de couve
2 xícaras (chá) de
batata doce cozidas e picadas
Sal a gosto
1 colher (sopa) de cebola processada
2 colheres (sopa) de salsa processada
1 colher (sopa) de suco de limão
2 colheres (sopa) de maionese
Preparo

Corte as berinjelas e talos de couve em tiras finas e cozinhe em água com sal. Reserve. Em um recipiente coloque as batatas doce, os talos cozidos e misture o restante dos ingredientes. Sirva frio.
Dicas
A couve possui substâncias que previnem vários tipos de cânceres.
Origem
Brasil

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Norma Regulamentadora 31 - ítem 31.22 – Instalações Elétricas Concomitante Adequação á NR 10 INSTALAÇÔES ELÉTRICAS RURAIS...NBR 5433/82

Instalações Elétricas em Propriedades e Empresas Rurais...

Um dos problemas mais freqüentes e menos percebido nas edificações de propriedades e empresas rurais, diz respeito às condições do sistema de fornecimento e distribuição de energia elétrica.

Fios desencapados, emendas mal-feitas, fiação exposta ao tempo, postes inadequados, geradores e equipamentos elétricos próximos a materiais combustíveis e inflamáveis, são apenas alguns exemplos deste problema.

Além da Norma Regulamentadora 10 – Segurança em instalações e serviços em eletricidade, do Ministério do Trabalho, onde encontramos as medidas preventivas à acidentes envolvendo trabalhos com eletricidade, a Norma Regulamentadora 31, específica para trabalhos rurais, também aborda este assunto no ítem 31.22 – Instalações Elétricas.
A preocupação com a segurança dos trabalhadores rurais, deve ser o principal objetivo no atendimento à essas normas, pois se constitui na peça mais importante no desenvolvimento do trabalho, porém existe ainda um outro fator importante a ser considerado: O processo produtivo.
Com o aumento da automatização e uso mais constante de tecnologias no campos, falhas no sistema elétrico podem gerar perdas significativas.

Como exemplo podemos analisar um sistema de cultivo hidropônico. Cultivo onde os vegetais não tem contato com terra e retiram seus nutrientes diretamente da água.

Neste sistema a circulação da água, passando pelas raízes, deve ser constante e isso é feito através de um sistema de bombas. Se este sistema falhar, e os vegetais passarem horas sem sua fonte de nutrientes, podemos ter uma perda das hortaliças mais sensíveis.

Outro exemplo que pode ser citado, são as frequentemente instalações elétricas feitas direto na madeira das edificações, sem isolação e cuidado necessário, o que caracteriza um possível foco de principio de incêndio.

Também há o caso dos postes de madeira que conduzem a fiação elétrica, que podem cair por causa de ventanias e chuvas, e causar curto circuito e faíscas, que ao entrar em contato com vegetação seca ou produtos inflamáveis, gera incêndios de grande proporção, trazendo enorme prejuízo a empresa.
eletrica
 Algumas medidas simples e importantes que devem ser tomadas com relação as instalações elétricas na propriedade rural:
- Manutenção constante do sistema elétrico e equipamentos, realizada por profissional qualificado;
- Fornecimento de Equipamento de Proteção Individual – EPI, especificos para trabalhos com eletricidade, aos trabalhadores que desempenham esta função, bem como treinamento de segurança necessário para tal;
- As ferramentas usadas em trabalhos em redes energizadas devem ser isoladas;
- Preferência no uso de postes de concreto para condução de fiação elétrica, ao invés de troncos e postes de madeiras;
- Isolamento nos componentes elétricos para evitar choque e curtos circuitos;
- Aterramento dos sistemas e equipamentos elétricos;
- Não permitir acumulo de materiais combustíveis próximos a bombas, geradores e quaisquer outros equipamentos elétricos que gerem calor;
- As instalações que estiverem em contato com a água devem ser blindadas, estanques ou aterradas;
- Cercas elétricas devem ser instaladas e passar por constantes manutenções, de acordo com instruções fornecidas pelo fabricante;
- Proteger as edificações por sistema contra descargas atmosféricas (Para-raios).
São medidas de fácil execução, com custo baixo para sua implantação, e que podem aumentar em muito a segurança dos colaboradores e da propriedade como um todo.
Vale a pena investir sempre para a melhoria continua de sua empresa, o que sempre refletirá no produto final e aumentara também, a satisfação de seus clientes.

 “Quem planta a prevenção, colhe segurança!”

FONTE: Prof. Leonardo Galvão
BUSQUEMOS TAMBÉM SOLUÇÕES DE ENERGIA RENOVÁVEL, SUSTENTÁVEL E LIMPA PARA QUE POSSAMOS USUFRUIR DE UMA VERDADEIRA TRANQUILIDADE E PAZ QUANTO AO USO DE ENERGIA, POSTO QUE, É NOS DIAS ATUAIS E MODERNOS CADA VEZ MAIS IMPRESCINDÍVEL O USO DE ENERGIA NO CAMPO PARA SEU DESENVOLVIMENTO RÁPIDO E MELHORIA CONTÍNUAS.

MENSAGEM PARA REFLETIR NO SEU DOMINGÃO TRABALHADORES:

" A NOVA ERA"
Deus é único e Moisés é o Espírito que Ele enviou em missão para torná-lo conhecido não só dos hebreus, como também dos povos pagãos.

O povo hebreu foi o instrumento de que se serviu Deus para se revelar por Moisés e pelos profetas, e as vicissitudes por que passou esse povo destinavam-se a chamar a atenção geral e a fazer cair o véu que ocultava aos homens a divindade.

Os mandamentos de Deus, dados por intermédio de Moisés, contêm o gérmen da mais ampla moral cristã. Os comentários da Bíblia, porém, restringiam-lhe o sentido, porque, praticada em toda a sua pureza, não na teriam então compreendido. Mas, nem por isso os dez mandamentos de Deus deixavam de ser um como frontispício brilhante, qual farol destinado a clarear a estrada que a Humanidade tinha de percorrer.

A moral que Moisés ensinou era apropriada ao estado de adiantamento em que se encontravam os povos que ela se propunha regenerar, e esses povos, semi-selvagens quanto ao aperfeiçoamento da alma, não teriam compreendido que se pudesse adorar a Deus de outro modo que não por meio de holocaustos, nem que se devesse perdoar a um inimigo.

Notável do ponto de vista da matéria e mesmo do das artes e das ciências, a inteligência deles muito atrasada se achava em moralidade e não se houvera convertido sob o império de uma religião inteiramente espiritual. Era-lhes necessária uma representação semimaterial, qual a que apresentava então a religião hebraica.

Os holocaustos lhes falavam aos sentidos, do mesmo passo que a idéia de Deus lhes falava ao espírito.
Cristo foi o iniciador da mais pura, da mais sublime moral, da moral evangélico-cristã, que há de renovar o mundo, aproximar os homens e torná-los irmãos; que há de fazer brotar de todos os corações a caridade e o amor do próximo e estabelecer entre os humanos uma solidariedade comum; de uma moral, enfim, que há de transformar a Terra, tornando-a morada de Espíritos superiores aos que hoje a habitam.

É a lei do progresso, a que a Natureza está submetida, que se cumpre, e o Espiritismo é a alavanca de que Deus se utiliza para fazer que a Humanidade avance. São chegados os tempos em que se hão de desenvolver as idéias, para que se realizem os progressos que estão nos desígnios de Deus. Têm elas de seguir a mesma rota que percorreram as idéias de liberdade, suas precursoras.

Não se acredite, porém, que esse desenvolvimento se efetue sem lutas. Não; aquelas idéias precisam, para atingirem a maturidade, de abalos e discussões, a fim de que atraiam a atenção das massas. Uma vez isso conseguido, a beleza e a santidade da moral tocarão os espíritos, que então abraçarão uma ciência que lhes dá a chave da vida futura e descerra as portas da felicidade eterna.

Moisés abriu o caminho; Jesus continuou a obra; o Espiritismo a concluirá. — Um Espírito israelita. (Mulhouse, 1861.)

Um dia, Deus, em sua inesgotável caridade, permitiu que o homem visse a verdade varar as trevas. Esse dia foi o do advento do Cristo. Depois da luz viva, voltaram as trevas. Após alternativas de verdade e obscuridade, o mundo novamente se perdia. Então, semelhantemente aos profetas do Antigo Testamento, os Espíritos se puseram a falar e a vos advertir.

O mundo está abalado em seus fundamentos; reboará o trovão.

Sede firmes!

O Espiritismo é de ordem divina, pois que se assenta nas próprias leis da Natureza, e estai certos de que tudo o que é de ordem divina tem grande e útil objetivo.

O vosso mundo se perdia; a Ciência, desenvolvida à custa do que é de ordem moral, mas conduzindo-vos ao bem-estar material, redundava em proveito do espírito das trevas. Como sabeis, cristãos, o coração e o amor têm de caminhar unidos à Ciência. O reino do Cristo, ah! passados que são vinte e um  séculos e apesar do sangue de tantos mártires, ainda não veio. Cristãos, voltai para o Mestre, que vos quer salvar.

Tudo é fácil àquele que crê e ama; o amor o enche de inefável alegria. Sim, meus filhos, o mundo está abalado; os bons Espíritos vo-lo dizem sobejamente; dobrai-vos à rajada que anuncia a tempestade, a fim de não serdes derribados, isto é, preparai-vos e não imiteis as virgens loucas(parábola das 10 virgens), que foram apanhadas desprevenidas à chegada do esposo.

A revolução que se apresta é antes moral do que material. Os grandes Espíritos, mensageiros divinos, sopram a fé, para que todos vós, obreiros esclarecidos e ardorosos, façais ouvir a vossa voz humilde, porquanto sois o grão de areia; mas, sem grãos de areia, não existiriam as montanhas.


Assim, pois, que estas palavras — “Somos pequenos” — careçam para vós de significação. A cada um a sua missão, a cada um o seu trabalho. Não constrói a formiga o edifício de sua república e imperceptíveis animálculos não elevam continentes? Começou a nova cruzada. Apóstolos da paz universal, que não de uma guerra, modernos São Bernardos, olhai e marchai para frente; a lei dos mundos é a lei do progresso(FÉNELON, Poitiers,1861.)

Santo Agostinho é um dos maiores divulgarizadores do Espiritismo. Manifesta-se quase por toda parte. A razão disso, encontramo-la na vida desse grande filósofo cristão. Pertence ele à vigorosa falange do Pais da Igreja, aos quais deve a cristandade seus mais sólidos esteios.

Como vários outros, foi arrancado ao paganismo, ou melhor, à impiedade mais profunda, pelo fulgor da verdade. Quando, entregue aos maiores excessos, sentiu em sua alma aquela singular vibração que o fez voltar a si e compreender que a felicidade estava alhures, que não nos prazeres enervantes e fugitivos; quando, afinal, no seu caminho de Damasco, também lhe foi dado ouvir a santa voz a clamar-lhe: “Saulo, Saulo, por que me persegues?” exclamou: “Meu Deus! Meu Deus! perdoai-me, creio, sou cristão!” E desde então tornou-se um dos mais fortes sustentáculos do Evangelho.


Podem ler-se, nas notáveis confissões que esse eminente espírito deixou, as características e, ao mesmo tempo, proféticas palavras que proferiu, depois da morte de Santa Mônica: Estou convencido de que minha mãe me virá visitar e dar conselhos, revelando-me o que nos espera na vida futura.

Que ensinamento nessas palavras e que retumbante previsão da doutrina porvindoura! Essa a razão por que hoje, vendo chegada a hora de divulgar-se a verdade que ele outrora pressentira, se constituiu seu ardoroso disseminador e, por assim dizer, se multiplica para responder a todos os que o chamam. — Erasto, discípulo de S. Paulo. (Paris, 1863.) .
EXCELENTE INÍCIO DE SEMANA TRABALHADORES!!!