Total de visualizações de página

domingo, 26 de fevereiro de 2012


Success Is A Journey
"SUCESSO É A JORNADA E NÃO O DESTINO"
VOCÊ É PROATIVO TRABALHADOR(A)?!??

It’s really dificult to have people who do only and exclusively what we expect from them.

Requisito básico para a maioria das vagas de emprego, a proatividade é uma das competências mais requeridas no mercado hoje, e isso não fica apenas no papel.

As empresas tem demandas cada vez maiores por esses profissionais, e o grande desafio das seleções é identificar a competência nos candidatos, que já têm discursos prontos para vender habilidades que, na prática, nem sempre existem, afinal não basta entender o que é proatividade para ser proativo.

Ter iniciativa, fazer além do esperado, ser capaz de se antecipar a problemas, estar sempre antenado e superando expectativas - essas são algumas características de profissionais proativos, e acredite, o mercado está cheio deles. "Hoje nós podemos encontrar muitos desses profissionais no mercado e eles sempre se destacam, porque apresentam um brilho diferenciado.

São pessoas que realmente encaram o trabalho como seu próprio negócio, são empreendedoras mesmo numa estrutura organizacional", conta a consultora Adriana Néglia. Segundo ela, profissionais com essa competência tem alto nível de produtividade e costumam apresentar resultados positivos às empresas em que trabalham. "É complicado ter pessoas que fazem única e exclusivamente aquilo que se espera delas.

As organizações precisam de colaboradores que façam além, que desenvolvam, que criem. São esses que encantam e conseguem crescer na carreira", afirma Adriana.

Mas cuidado, pois existe um limite entre ser proativo e ser invasivo. "Como para qualquer coisa na vida, tudo em excesso se torna negativo. Quando o profissional ultrapassa os limites da proatividade e começa a entrar em questões que não lhe dizem respeito ou que interferem diretamente no trabalho de outras pessoas, já deixa de ter um aspecto positivo.

Por isso, é preciso ter bom senso e saber trabalhar a favor das pessoas e não contra elas", diz Adriana.

"Nada nos impede de ter uma idéia com relação à outra área, ou ao trabalho de um colega, o que não podemos é passar por cima das pessoas para aparecer, isso não é proatividade", pondera Adriana.

Para não cair nesse erro é simples: seja natural, colaborativo e sempre agregue. "Com bom senso e tendo a consciência de sempre acrescentar, as chances de tornar a proatividade algo negativo serão quase nulas e sabendo usá-la, ela só agrega ao profissional", finaliza Adriana.





A proatividade é o comportamento de antecipação e de responsabilização pelas próprias escolhas e ações frente às situações impostas pelo meio. O uso da palavra proativo foi limitado ao domínio da psicologia experimental na década de 1930.

Grande parte desta teoria foi formada nos campos de concentração nazistas, onde Viktor Frankl perdeu sua esposa, pai, mãe e família, mas decidiu que, mesmo sob as piores circunstâncias, as pessoas podem criar e encontrar um significado para a existência.

Alain Paul Martin observou que a ideia original de Frankl foi gradualmente reduzida a uma oposição binária entre as opções reativa e proativa. Restringindo as escolhas apenas às opções reativas e proativas podemos impedir a liberdade de escolha e corremos o risco de prejudicar gravemente a inovação e a criatividade.
Proatividade no trabalho

Segundo Meiry Kamia, o comportamento proativo é definido como sendo um conjunto de comportamentos extrapapel em que o trabalhador busca espontaneamente por mudanças no seu ambiente de trabalho, solucionando e antecipando-se aos problemas, visando metas de longo prazo que beneficiam a organização.

Suas principais características são:

  1. Busca ativa por oportunidades de mudança;
  2. Planejamento e execução de ideias;
  3. Enfrentamento de obstáculos.



Proatividade é a capacidade (ou o hábito) de se antecipar aos acontecimentos. É a atitude daquele que não espera chover para consertar o telhado e não tem medo de mexer no time que está ganhando.

A pessoa proativa toma a iniciativa de realizar alguma tarefa antes que seja cobrada por isso ou que outro perceba a necessidade. Ela está sempre analisando o seu ambiente e vendo o que pode ser feito para melhorar. É um conceito intimamente relacionado à iniciativa e contínuo aperfeiçoamento.




Acidentes de Trabalho: Uma Expressão da Violência Social



Occupational Accidents: An Expression of Social Violence
The main objective of this study is to underscore the link between violence and the work process. Brazil is presently characterized by a very high level of occupational accidents, which amount to a form of structural violence in the workplace. The study considers the situation in the international context, with a brief analysis of different data in a variety of economic sectors.

Brazilian data on occupational accidents obtained from National Social Welfare System records and death certificate archives are also discussed.

In apparent contrast to international data, the Brazilian records demonstrate that outdoor activities, and in particular traffic accidents, are the major causes of death at work.

Problems relating to the quality of data and to the classification of different types of accidents are also examined.
Key words:
Occupational Accidents; Violence at Work; Accidents; Mortality;

Occupational Healt
A violência decorrente de situações de trabalho responsável por uma parcela significativa dos óbitos —, apesar de estar representada na classificação internacional da mortalidade por causas externas, não se evidencia em toda a sua relevância.

Este estudo parte desta constatação e estabelece uma relação entre violência e processo de trabalho, a partir dos registros oficiais, nacionais e internacionais, de acidentes de trabalho.

Essas informações são analisadas com base em estudos existentes sobre o tema, os quais permitem apontar suas limitações e a possibidade de ampliação do enfoque das áreas de conhecimento que tratam tradicionalmente do acidente de trabalho.
 

O entendimento do acidente como uma forma de violência impõe à área de saúde do trabalhador novas relações no interior da Saúde Pública, bem como interfaces disciplinares e setoriais.

Sob esta perspectiva, a mortalidade por acidente de trabalho torna-se socialmente visível. Apresenta-se inicialmente um panorama internacional dos acidentes de trabalho, o qual possibilita dimensionar a freqüência dos mesmos por ramos de atividade econômica. Trata-se de uma primeira aproximação para caracterizá-los na sua relação com os diversos processos de trabalho.

Os dados, obtidos do conjunto de informes nacionais compilados no Anuário Estatístico da Organização Internacional do Trabalho (OIT), de 1988, têm como limitação a diversidade de critérios adotados para o registro dos mesmos em cada país.


NO BRASIL...

Embora os estudos por ramos de atividade econômica sejam importantes para identificar as bases tecnológicas envolvidas nos acidentes, localizá-los e avaliar as políticas de prevenção, nenhum órgão, no Brasil, dispõe de uma sistematização periódica desta informação. Entretanto, alguns estudos tentam categorizá-los.

Em relação à freqüência de casos de acidentes de trabalho, a construção civil é apontada, na maior parte desses estudos, como a atividade mais crítica. Entretanto, esta situação é relativizada em análises da incidência (Negrão, 1988) e da mortalidade (Machado, 1991).

Comparando-se o Brasil com os países anteriormente selecionados, quanto ao número total de acidentes, à incidencia, ao número de óbitos e à letalidade, constata-se um maior número de óbitos por acidentes de trabalho em relação a este grupo. Cabe ainda ressaltar que a letalidade brasileira, apesar de elevada e resistente, é inferior à de vários países: Indonésia, Marrocos, Coréia do Sul, Turquia e Venezuela.

Este dado constitui-se, portanto, num bom indicador nacional das condições de trabalho, em que pesem critérios distintos de registro e subnotificações diferenciadas.


Quanto aos acidentes totais, vários países do chamado Primeiro Mundo apresentam números maiores que o Brasil, indicando sistemas de registros mais apurados. Em primeiro lugar, em números absolutos, figuram os E.U.A., seguidos pela Alemanha, onde mesmo o acidente em trabalhador à procura de emprego é registrado.

Em relação à taxa de incidência, a Alemanha ocupa a primeira posição e a Espanha, a segunda.

Países como Inglaterra, E.U.A. e México situam-se antes do Brasil.

Um indicador empregado no estabelecimento da gravidade da lesão são os dias perdidos por acidente. Obteve-se neste indicador uma mediana de 19,6 dias de afastamento por acidente.  No caso brasileiro inexiste esta informação. O acompanhamento da série temporal deste indicador seria útil para que fosse vizualizada a tendência crescente na gravidade dos acidentes, explicável pelo aumento no sub-registro dos acidentes leves, bem como pela mudança gradativa na base tecnológica e na formação social, tornando-os menos freqüentes e mais violentos.

 

Quanto à letalidade, encontra-se uma mediana de 3,15 óbitos por 1.000 acidentes. O Brasil está 47,9% acima desta mediana, com uma taxa de 4,66 óbitos por 1.000 acidentes, ou seja, 1,51 óbitos a mais em cada 1.000 acidentes.

Uma vez que os dados de letalidade podem guardar relação com a qualidade do registro, a diminuição deste indicador só poderia ser considerada quando associada a um sistema de registro apurado. A alternativa de um aumento da letalidade dos acidentes com o avanço tecnológico parece descartada, ao se concentrarem as taxas menores de letalidade em países com bases tecnológicas mais avançadas.

Outra hipótese possível seria a desses países não registrarem preferencialmente os óbitos na população  migrante. À luz do caso brasileiro, percebe-se ser mais difícil a subnotificação do óbito do que do acidente leve. Por utro lado, a sobrevivência do trabalhador, no acidente grave, possibilita que este seja melhor registrado.



Os limites da cidadania em países do chamado Terceiro Mundo, como o Brasil, levariam a um maior sub-registro dos óbitos, porém relativamente menor que o sub-registro geral dos acidentes, decorrente da não notificação dos casos de menor gravidade, como se verifica a seguir, nas estatísticas brasileiras.

A análise da série histórica nacional, iniciada com a unificação previdenciária e com a gestão do seguro acidente de trabalho no âmbito do Governo Federal, em 1966 e 1968, respectivamente, propicia algumas observações, dadas a magnitude e a transcendência dos acidentes, caracterizando-os como uma questão de saúde pública e uma expressão da violência relacionada ao trabalho.

Na descrição da casuística nota-se uma diminuição da incidência, acompanhada de uma menor redução da mortalidade e um conseqüente aumento da letalidade, configurando um quadro de maior gravidade e menor magnitude ao final do período.

 

A tipologia adotada nos informes da Previdência pressupõe a divisão do acidente de trabalho em típico, de trajeto e doença do trabalho ou profissional. A predominância é dos acidentes tipo ou típicos, que representam 95,25% da casuística total no período de 1978 a 1985, enquanto os acidentes de trajeto correspondem a 4,46% e as doenças do trabalho ou profissionais, a apenas 0,29%.

Evidencia-se que a tendência geral dos casos é influenciada exclusivamente pelas variações no registro dos acidentes típicos.

Quanto aos acidentes de trajeto, constata-se uma elevação gradativa em números absolutos.

Representam uma tendência inversa, principalmente em números relativos, nos quais é mais percebida. Tal fato significa uma ligação progressiva da exposição dos segurados aos fenômenos urbanos e uma relativa expulsão do acidente do interior da empresa, tornando significativa a interação da violência urbana com o deslocamento dos trabalhadores.

 

Em relação às doenças do trabalho ou profissionais, é reconhecido seu sub-registro, resultante de procedimentos restritivos por parte da Previdência Social, da incapacidade diagnóstica dos serviços de saúde da rede pública, da leviandade da maioria dos serviços de Medicina do Trabalho das empresas e do despreparo técnico dos profissionais de saúde em geral.

A qualquer busca ativa de casos identificam-se verdadeiras epidemias:

Intoxicação por Chumbo, em Bauru, Curitiba e Rio de Janeiro; surdez, em Camaçari;
Silicose, em São Paulo, Salto, Niterói e Criciúma;
Benzolismo, em Cubatão, Volta Redonda, Duque de Caxias e Camaçari;
Intoxicação por Agrotóxicos, em Nova Friburgo, Itaguaí, Vale do Ribeira e Ribeirão Preto;
Lesões por esforços repetitivos, em Belo Horizonte,
São Paulo e Rio de Janeiro; e,
Hidrargirismo, em São Paulo, Porto Alegre e Rio de Janeiro.
 

Um estudo promovido pelo Departamento Intersindical de Estudos de Saúde e dos Ambientes de Trabalho (Rebouças, 1986) relata alguns desses casos, sintetizando o seguinte quadro:

a) o trabalhador ou seus representantes levantam a questão;

b) a inércia do Estado é vencida pela luta dos trabalhadores, aliados a profissionais de saúde com eles comprometidos;

c) as empresas resistem habitualmente, negando casos, escamoteando exames, demitindo e entrando em acordos respaldados na fragilidade diagnóstica, na conivência de autoridades ligadas à Previdência Social e à Justiça do Trabalho. Entretanto, a  reversão desta prática de sub-registro vem ocorrendo em locais onde foram implantados Programas de Saúde do Trabalhador, por sua vez passíveis de descontinuidade, em virtude de alterações nas políticas de saúde.

A composição dos acidentes, de acordo com sua gravidade e seus diversos tipos de classificação — por ramo de atividade, ocupação ou outras características — demonstra que estes não se constituem em um evento único, sendo desigualmente distribuídos, tanto do ponto de vista qualitativo como do ponto de vista quantitativo.

O óbito por acidente de trabalho vem sendo freqüentemente encoberto no ramo industrial,

devido às políticas empresariais de gerenciamento artificial dos riscos. As transformaçõesno processo produtivo, por outro lado, vêm gradativamente localizando o acidente de trabalho, e o óbito dele decorrente, no espaço da rua.

A relação entre o processo de trabalho e a violência urbana, portanto, passa a ser objeto de intervenção das políticas preventivas de acidentes, demandando uma maior articulação do setor saúde com outros setores, entre eles o planejamento urbano.

Os sistemas de registro de acidentes de trabalho hoje existentes fornecem uma informação não suficientemente explorada. Seu aprofundamento requer estudos interdisciplinares específicos; práticas de vigilância, com busca ativa de casos, identificação e implementação de serviços de referência; análises epidemiológicas e de alternativas tecnológicas, bem como o dimensionamento das repercussões sociais dos acidentes e, principalmente, dos óbitos por
acidente de trabalho.
 
REFERÊNCIAS:
BAKER, E. (Ed.), 1989. Surveillance in occupational

health and safety. American Journal of Public

Health, 79 (supplement): 09-11.

BERALDO, P. S. S.; MEDINA, M. G.; BORBA, S.

A. & SILVA, L. P., 1993. Mortalidade por

acidentes de trabalho no Brasil: uma análise das

declarações de óbito, 1979-1988. Informe Epidemiológico

do SUS, 2: 41-59.

CAISSE NATIONALE DE L’ASSURANCE MALADIE

DES TRAVAILLEURS SALARIES, 1987.

Variations du taux de gravité des incapacités

temporaires de 1979 à 1985 avec rappel des

années 1955, 1965 e 1975. In: Statistiques Nationales

d’Accidents du Travail (années 1983-1984-

1985), Paris.

FARIA, M. P. & SILVA, A. M., 1986. Análise de

acidentes do trabalho ocorridos durante parte do ano

de 1983 na Grande Belo Horizonte (MG).

Revista Brasileira de Saúde OcupacionalOcupacional, 53:

26-32.

FERREIRA, R. R. & MENDES, R., 1981. Alguns

aspectos epidemiológicos dos acidentes de trabalho

fatais ocorridos em Campinas, SP (Brasil),

1972-1978. Revista de Saúde Pública, 15: 251-

262.

INRS (Institut National de Recherche et de Securité),

1988. Evaluation du coût indirect des accidents

du travail. Cahiers de notes documentaires, nº

130. Les accidents du travail en 1984. Travail &

Securité, 37: 87-92.

JANSSON, B. R. & JACOBSSON, D. S., 1988.

Medical consequences of work-related accidents

on 2454 Swedish farms. Scandinavian Journal of

Work, Environment and Health, 14: 21-26.

LEIGH, P. I., 1987. Estimates of the probability of

job-related death in 347 occupations. Journal of

Occupational Medicine, 6: 510-519.

LEPLAT, J., 1985. Erreur humaine, Fiabilité Humaine

dans le Travail. Paris: Armand Colin.

LUPI, K., 1985. Fatal occupational accidents in

agriculture in 1984. Lyoterreyslaitoksen Lutkimuksia,

3: 343-351.

MACHADO, J. M. H., 1991. Violência no Trabalho

e na Cidade: Epidemiologia da Mortalidade por

Acidente de Trabalho Registrada no Município

do Rio de Janeiro em 1987 e 1988. Tese de

Mestrado, Rio de Janeiro: Escola Nacional de

Saúde Pública, Fundação Oswaldo Cruz.

MARQUEZ, D., 1986. Seguridad en la maquinaria

agricola. Salud y Trabajo, 56: 23-36.

Jorge M. H. Machado

Carlos Minayo Gomez




 

 


CULINÁRIA FÁCIL
ARROZ COM COSTELINHA DE PORCO



Ingredientes:
Costelinha de porco
Bacon em pedacinhos
1/2 pimentão picadinho
1 cebola picadinha
Arroz (a quantidade você determina)



Preparo:
Numa panela de barro fritar a costelinha de porco cortada em pedaços miúdos refogar em alho e sal, mexer de vez em quando e deixar apurar bem. Quando estiver bem moreninha retirar e separar na mesma panela.

Verificar a quantidade do óleo que se formou (para que a comida não fique muito gorda). Fritar então bacon em pedacinhos, separar no cantinho da panela, juntar então meio pimentão picadinho uma cebola picadinha esperar fritar um pouco, juntar o bacon e o arroz já lavado (a quantidade você determina).

Refogar com a costelinha que estava separada, juntar água quente o suficiente para cozinhar. Mexer de vez em quando para distribuir bem a costelinha. Provar o sal. Depois de pronto polvilhar bastante cheirinho verde.

Pode ser servido com uma salada verde bem temperada.
BOLO DE BANANA DE LIQUIDIFICADOR

Ingredientes

6 a 8 bananas nanicas médias, bem maduras
3 xícaras de chá bem cheias de açúcar
3 xícaras de chá bem cheias de farinha de rosca
1/2 xícara de chá de óleo
3 ovos inteiros
1 colher de café de fermento royal
100 g de uvas passas
2 colheres cheias de canela em pó
1/2 xícara de leite
7 colheres de açúcar
PREPARO
Colocar no copo do liquidificador as bananas descascadas e picadas ao meio, os ovos, o óleo e bater bem
Juntar em uma tigela o açúcar e a farinha de rosca, misturar bem

Adicionar o conteúdo do liquidificador e misture bem
Juntar as uvas passas à massa
Acrescentar o fermento em pó, mexendo devagar
Colocar a massa em uma assadeira untada com margarina e farinha de rosca
Colocar em forno médio, pré-aquecido, por mais ou menos 30 minutos
Verificar usando um garfo no meio da assadeira, para constatar se esta assado ou não
Se o garfo estiver com a massa grudenta, ainda esta cru 10.Ao retirar o bolo do forno, fazer uma calda fria com o leite, canela e açúcar, misturar bem
Furar todo o bolo com um garfo e jogar a calda

MENSAGEM...
success graphics

Nenhum comentário: