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sexta-feira, 6 de julho de 2012



NR 31 – Segurança e Saúde no Trabalho
na Agricultura, Pecuária, Silvicultura,
Exploração Florestal e Aqüicultura


Esta Norma Regulamentadora tem por objetivo estabelecer os preceitos a serem observados na organização e no ambiente de trabalho, de forma a tornar compatível o planejamento e o desenvolvimento das atividades da agricultura, pecuária, silvicultura, exploração florestal e aqüicultura com a segurança e saúde e meio ambiente do trabalho.

Esta Norma Regulamentadora também se aplica às atividades de exploração industrial desenvolvidas em estabelecimentos agrários.

Compete à Secretaria de Inspeção do Trabalho  - SIT, através do Departamento de Segurança e Saúde no Trabalho - DSST, definir, coordenar, orientar e implementar a política nacional em segurança e saúde no trabalho rural para:

a) identificar os principais problemas de segurança e saúde do setor, estabelecendo as prioridades de ação, desenvolvendo os métodos efetivos de controle dos riscos e de melhoria das condições de trabalho;
b) avaliar periodicamente os resultados da ação;
c) prescrever medidas de prevenção dos riscos no setor observado os avanços tecnológicos, os conhecimentos em matéria de segurança e saúde e os preceitos aqui definidos;
d) avaliar permanentemente os impactos das atividades rurais no meio ambiente de trabalho;
e) elaborar recomendações técnicas para os empregadores, empregados e para trabalhadores autônomos;
f) definir máquinas e equipamentos cujos riscos de operação justifiquem estudos e procedimentos para alteração de suas características de fabricação ou de concepção;
g) criar um banco de dados com base nas informações disponíveis sobre acidentes, doenças e meio ambiente de trabalho, dentre outros.
CIPATR - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho Rural

Exigida pela Norma Regulamentar 31, a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho Rural, tem como objetivo a prevenção de acidentes e doenças relacionados ao trabalho, de modo a tornar compatível permanentemente o trabalho com a preservação da vida do trabalhador.

Formado pelos trabalhadores eleitos e indicados, a CIPATR tem uma grande importancia na prevenção de acidentes e doenças proveniemnte das atividades desenvolvidas durante o trabalho, pois está diretamente ligado com o dia-a-dia no ambiente de trabalho.


O curso de formação para membros da CIPATR possui a carga horária de 20 horas, onde são abordado os seguintes temas:

- Analise de Risco no Ambiente de Trabalho;
- Investigação de Acidentes;
- Acidentes do Trabalho;
- Doenças do Trabalho;
- Animais Peçonhentos;
- Uso de Equipamentos de Proteção Individual - EPI;
- Prevenção de Acidentes;
- Meio Ambiente;
- Legislação;
- Prevenção de Incêndio;
- Primeiros Socorros.

O curso e os temas são adaptados de acordo com a atividade desenvolvida pela empresa, o que torna o treinamento mais produtivo, adequado e aplicável!!!





$$$EMPREENDA, FAÇA E VENDA$$$
JEANS...


CULINÁRIA FÁCIL...
GALINHADA...
  • 1/2 xícara (chá) de óleo
  • 1 galinha cortada em pedaços
  • 5 dentes de alho amassados
  • 1 cebola picada
  • 1 pimenta dedo de moça
  • Pimenta do reino a gosto
  • 1 tomate picado
  • 2 cubos de caldo de galinha
  • 1 xícara (chá) de salsinha picada
  • 2 xícaras (chá) de arroz
  • 1 1/2 litro de água quente (mais ou menos)
  • Suco de 1/2 limão
  • 1 cenoura ralada
  • 1 xícara (chá) de cebolinha picada (para finalizar o prato)

Creme de feijão

  • 5 conchas de feijão cozido (temperado a gosto)
  • 3 dentes de alho amassado
  • 1/2 pimenta dedo de moça
  • Pimenta do reino a gosto
  • Cebolinha picada para decorar
Numa panela grande coloque o óleo, deixe esquentar e doure bem os pedaços de frango até ficar na cor caramelo. Faça um refogado com alho, cebola, as pimentas, o tomate picado, o caldo de galinha e a salsinha.
Incorpore o arroz ao molho, coloque a água quente e o suco de limão e deixe cozinhar. Quando a água estiver secando e o arroz, junte a cenoura ralada, a cebolinha e mexa devagar. Tampe a panela e desligue o fogo.

Creme de feijão

Bata no liqüidificador o feijão temperado, os dentes de alho e as pimentas, até formar um creme. Decore com cebolinha e sirva com a galinhada.

COMPOTA DE FRUTAS NO CHAMPANHE...

Ingredientes:
1 e 1/2 xícara de champanhe gelado


6 ameixas frescas ou frutas de sua preferência



2 peras

1 xícara de açúcar

1 e 1/2 xícara de água

2 maçãs descascadas sem sementes cortadas em 4

Suco de 1 limão


Modo de preparo:

Misture o açúcar e a água. Depois de levantar fervura,


 deixe no fogo por 5 minutos. Coloque as frutas e 

cozinhe até que estejam macias. Vá retirando da calda 


as frutas já cozidas e coloque-as em uma compoteira. 


Leve à geladeira. Depois que a calda esfriar, adicione 


o champanhe e o suco de limão. Leve ao congelador 


durante alguns minutos e despeje sobre as frutas na 


compoteira.

Dicas:

As frutas estarão cozidas entre 9 a 15 minutos.



Rendimento: 4 porções.





MENSAGEM...
FAMÍLIA

Conceito - Grupamento de raça, de caracteres e gêneros semelhantes, resultado de agregações afins, a família, genericamente, representa o clã social ou de sintonia por identidade que reúne espécimes dentro da mesma classificação. Juridicamente, porém, a família se deriva da união de dois seres que se elegem para uma vida em comum, através de um contrato, dando origem à genitura da mesma espécie. Pequena república fundamental para o equilíbrio da grande república humana representada pela nação.

A família tem suas próprias leis, que consubstanciam as regras de bom comportamento dentro do impositivo do respeito ético, recíproco entre os seus membros, favorável à perfeita harmonia que deve vigir sob o mesmo teto em que se consorciam.

Animal social, naturalmente monogâmico, o homem, na sua generalidade, somente se realiza quando comparte necessidades e aspirações na conjuntura elevada do lar.

O lar, no entanto, não pode ser configurado como a edificação material, capaz de oferecer segurança e paz aos que aí se resguardam. A casa são a argamassa, os tijolos, a cobertura, os alicerces e os móveis, enquanto o lar são a renúncia e a dedicação, o silêncio e o zelo que se permitem àqueles que se vinculam pela eleição afetiva ou através do impositivo consangüíneo, decorrente da união.
A família, em razão disso, é o grupo de espíritos normalmente necessitados, desajustados, em compromisso inadiável para a reparação, graças à contingência reencarnatória. Assim, famílias espirituais freqüentemente se reúnem na Terra em domicílios físicos diferentes, para as realizações nobilitantes com que sempre se viram a braços os construtores do Mundo. 

Retornam ao mesmo grupo consangüíneo os espíritos afins, a cuja oportunidade às vezes preferem renunciar, de modo a concederem aos desafetos e rebeldes do passado o ensejo da necessária evolução, da qual fruirão após as renúncias às demoradas uniões do Mundo Espiritual...

Modernamente, ante a precipitação dos conceitos que generalizam na vulgaridade os valores éticos, tem-se a impressão de que paira rude ameaça sobre a estabilidade da família. Mais do que nunca, porém, o conjunto doméstico se deve impor para a sobrevivência a benefício da soberania da própria Humanidade.

A família é mais do que o resultante genético... São os ideais, os sonhos, os anelos, as lutas e árduas tarefas, os sofrimentos e as aspirações, as tradições morais elevadas que se cimentam nos liames da concessão divina, no mesmo grupo doméstico onde medram as nobres expressões da elevação espiritual na Terra.
Quando a família periclita, por esta ou aquela razão, sem dúvida a sociedade está a um passo do malogro...
Histórico - Graças ao instinto gregatório, o homem, por exigência da preservação da vida, viu-se conduzido à necessidade da cooperação recíproca, a fim de sobreviver em face das ásperas circunstâncias nos lugares onde foi colocado para evoluir. A união nas necessidades inspirou as soluções para os múltiplos problemas decorrentes do aparente desaparelhamento que o fazia sofrer ao lutar contra os múltiplos fatores negativos que havia por bem superar.

Formando os primitivos agrupamentos em semibarbárie, nasceram os pródromos das eleições afetivas, da defesa dos dependentes e submissos, surgindo os lampejos da aglutinação familial.

Dos tempos primitivos aos da Civilização da Antigüidade Oriental, os valores culturais impuseram lentamente as regras de comportamento em relação aos pais - representativos dos legisladores, personificados nos Anciãos; destes para os filhos - pela fragilidade e dependência que sempre inspiram; entre irmãos - pela convivência pacífica indispensável à fortaleza da espécie; ou reciprocamente entre os mais próximos, embora são subalternos ao mesmo teto, num desdobramento do próprio clã, ensaiando os passos na direção da família dilatada...

A Grécia, aturdida pela hegemonia militar espartana, não considerou devidamente a união familial, o que motivou a sua destruição, ressalvada Atenas, que não obstante amando a arte e a beleza, reservava ao Estado os deveres pertencentes à família, facultando-a sobreviver por tempo maior, mas não lobrigando atingir o programa estético e superior a que se propuseram os seus excelentes filósofos.

A Roma coube essa indeclinável tarefa, a princípio reservada ao patriciado, e depois, através de leis coordenadas pelo Senado, que alcançaram as classes agrícolas, militares, artísticas e a plebe, facultando direitos e deveres que, embora as hediondas e infelizes guerras, se foram fixando no substrato social e estabelecendo os convênios que o amor sancionou e fixou como técnica segura de dignificação do próprio homem, no conjunto da família.

A Idade Média, caracterizada pela supremacia da ignorância, desfigurou a família com o impositivo de serem doados os filhos à Igreja e ao suserano 
dominador, entibiando por séculos a marcha do espírito humano.

Aos enciclopedistas foi reservada a grandiosa missão de, em estabelecendo os códigos dos direitos humanos, reestruturarem a família em bases de respeito para a felicidade das criaturas.
Todavia, a dialética materialista e os modernos conceitos sensualistas, proscrevendo o matrimônio e prescrevendo o amor livre, voltam a investir contra a organização familial por meio de métodos aberrantes, transitórios, é certo, mas que não conseguirão, em absoluto, qualquer triunfo significativo.

São da natureza humana a fidelidade, a cooperação e a fraternidade como pálidas manifestações do amor em desdobramento eficaz. Tais valores se agasalham, sem dúvida, no lar, no seio da família, onde se arregimentam forças morais e se caldeiam sentimentos na forja da convivência doméstica.

Apesar de a poliandria haver gerado o matriarcado e a promiscuidade sexual feminina, a poligamia, elegendo o patriarcado, não foi de menos infelizes conseqüências.

Segundo o eminente jurista suíço Bachofen, que procedeu a pesquisas históricas inigualáveis sobre o problema da poliandria, a mulher sentiu-se repugnada e vencida pela vulgaridade e abuso sexual, de cuja atitude surgiria o regime monogâmico, que ora é aceito por quase todos os povos da Terra.

Conclusão - A família, todavia, para lograr a finalidade a que se destina, deve começar desde os primeiros arroubos da busca afetiva, em que as realizações morais devem sublevar às sensações sexuais de breve durabilidade.

Quando os jovens se resolvem consorciar, impelidos pelas imposições carnais, a futura família já padece ameaça grave, porquanto, em nenhuma estrutura se fundamenta para resistir aos naturais embates que a união a dois acarreta, no plano do ajustamento emocional e social, complicando-se, naturalmente, quando do surgimento da prole.

Fala-se sobre a necessidade dos exames pré-nupciais, sem dúvida necessários, mas com lamentável descaso pela preparação psicológica dos futuros nubentes em relação aos encargos e às responsabilidades esponsalícias e familiares.

A Doutrina Espírita, atualizando a lição evangélica, descortina na família esclarecida espiritualmente a Humanidade ditosa no futuro promissor.
Sustentá-la nos ensinamentos do Cristo e nas lições da reta conduta, apesar da loucura generalizada que irrompe em toda parte, é o mínimo dever de que ninguém se pode eximir.
Estudo e Meditação:

"Será contrário à lei da Natureza o casamento, isto é a união permanente de dois seres? É um progresso na marcha da Humanidade. (O Livro dos Espíritos, Allan Kardec, questão 695.)
"(...) Não são os da consangüinidade os verdadeiros laços de família e sim os da simpatia e da comunhão de idéias, os quais prendem os Espíritos antes, durante e depois de suas encarnações. Segue-se que dois seres nascidos de pais diferentes podem ser mais irmãos pelo Espírito, do que se o fossem pelo sangue (...)." (O Evangelho Segundo o Espiritismo, Allan Kardec, cap. XIV, item 8.)
Texto extraído do livro Estudos Espíritas, de Divaldo Pereira Franco pelo espírito de Joanna de Ângelis.

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