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segunda-feira, 6 de maio de 2013



NR - 25
RESÍDUOS INDUSTRIAIS!!!
A vigésima quinta norma do trabalho, cujo título é resíduos industriais, estabelece medidas preventivas a serem observadas pelas empresas sobre o destino final a ser dado aos resíduos resultantes dos ambientes de trabalho, visando à prevenção da saúde e da integridade física dos trabalhadores. A NR 25 tem a sua existência jurídica assegurada, em nível de legislação ordinária, através do inciso VII do artigo 200 da CLT, transcrito abaixo:

Artigo 200. Cabe ao ministério do trabalho estabelecer disposições complementares às normas de que trata este capitulo, tendo em vista as peculiaridades de cada atividade ou setor de trabalho, especialmente:

Inciso VII – higiene nos locais de trabalho, com discriminação das exigências, instalações sanitárias com separação de sexos, chuveiros, lavatórios, vestiários e armários individuais, refeitórios ou condições de conforto por ocasião das refeições, fornecimento de água potável, condições de limpeza dos locais de trabalho, e modo de sua execução, tratamento de resíduos industriais.

2- Documentos de Referências


NR 25 (comentada)
Resolução CONAMA Nº 275/01 – Código de cores para diferentes tipos de resíduos
Norma ABNT NBR 10.004 - Classificação de Resíduos Sólidos
Norma ABNT NBR 11.174 - Armazenamento de Resíduos Classe II – Não Inertes e Classe III – Inertes.
Norma ABNT NBR 12.235 – Armazenamento de Resíduos Sólidos Perigosos.



3- Introdução

Os resíduos são o resultado de processos de diversas atividades da comunidade de origem: industrial, doméstica, hospitalar, comercial, agrícola, de serviços e ainda de varrição pública. Os resíduos apresentam-se nos estados sólidos, líquido e gasoso.

Ficam incluídos nesta definição tudo o que resta dos sistemas de tratamento de água, aqueles gerados em equipamentos e instalações de controle de poluição, bem com determinados líquidos cujas particularidades tornem inviáveis seu lançamento na rede pública de esgotos ou corpos d’água, ou aqueles líquidos que exijam para isto soluções técnicas e economicamente viáveis de acordo com a melhor tecnologia disponível.

A destinação dos resíduos industriais é motivo de crescente preocupação das empresas e dos órgãos ambientais que, através de rigorosa fiscalização, tem obrigado as empresas, a cuidados minuciosos com seus resíduos, durante todo o processo, desde sua correta classificação, tratamento, coleta, transporte, até a sua destinação.

4- Resíduos


O lixo gerado pelas atividades agrícolas e industriais é tecnicamente conhecido como resíduos, e os grandes geradores são obrigados a cuidar do gerenciamento, transporte, tratamento e destinação final de seus resíduos, e essa responsabilidade é para sempre. O lixo doméstico é apenas uma parte de todo o lixo produzido. A industria é responsável por grandes quantidades de resíduos, exemplo - (sobras de carvão mineral, refugos da industria metalúrgica, resíduo químico, gás e fumaça lançados pelas chaminés das fábricas.).

O resíduo industrial é um dos maiores responsáveis pelas agressões fatais ao ambiente. Nele estão incluídos produtos químicos (cianureto, pesticidas, solventes), metais (mercúrio, cádmio, chumbo) e solventes químicos que ameaçam os ciclos naturais onde são despejados. Os resíduos sólidos são amontoados e enterrados, os líquidos são despejados em rios e mares e os gases são lançados no ar. Assim, a saúde do ambiente, e conseqüentemente dos seres vivos torna-se ameaçado.

5- Classificação dos Resíduos

5.1 Quanto às características físicas:

  • Seco – papéis, plásticos, metais, couros tratados, tecidos, vidros, madeira, etc;
  • Molhado – resto de comida, cascas e bagaços de frutas e verduras.

5.2 Quanto à composição química:

  • Orgânico – composto por pó de café e chá, restos de alimentos, cascas de frutas e verduras, etc;
  • Inorgânico – composto por produtos manufaturados como plástico, borracha, vidros, isopor, etc.
5.3 Quanto à origem:

  • Domiciliar – originado da vida diária das residências, constituídos por restos de alimentos (cascas de legumes, verduras, etc.), produtos deteriorados (jornais, revistas, etc.).

  • Comercial – originado dos diversos estabelecimentos comercias e de serviços, tais como supermercados, estabelecimentos bancário, lojas, etc.

  • Serviços públicos – originados dos serviços de limpeza urbana, incluindo todos os serviços de varrição, limpezas de praias, córregos, podas de árvore, etc.

  • Hospitalar – descartáveis por hospitais, farmácias, clinicas veterinária, tais como algodão, seringas, agulhas, resto de remédios, etc.

  • Portos, aeroportos, terminais rodoviários e ferroviários – resíduos sépticos, ou seja, que contêm ou potencialmente podem conter germes patogênicos. Basicamente originam-se de material de higiene pessoal e restos de alimentos, que podem hospedar doenças provenientes de outras cidades.

  • Industrial – originados nas atividades dos diversos ramos da industria, tais como: o metalúrgico, o químico, o petroquímico, etc.

  • Radioativo – resíduos provenientes da atividade nuclear (urânio, césio, tório, etc.), estes devem ser manuseados apenas com equipamentos e técnicas adequadas.

  • Agrícola – resíduos sólidos das atividades agrícolas e pecuárias, como embalagem de adubos, defensivos agrícolas, etc.

  • Entulho – resíduos da construção civil, como (demolições e restos de obras, solos de escavações. O entulho é geralmente um material inerte, passível de reaproveitamento).
6- Definições

6.1 Reciclagem – é o processo que consiste em criar novos materiais a partir da reutilização de resíduos como matéria prima para fabricação de novos produtos.

6.2 Incineração – queima sob condições controladas, que visa primeiramente destruir um produto tóxico ou indesejável, de forma a não causar danos ao meio ambiente.

6.3 Coleta seletiva – é o processo de separação de materiais recicláveis como papéis, vidros, plásticos e metais do restante dos resíduos, nas suas próprias fontes geradoras.

6.4 Resíduos sólidos – segundo a Norma NBR 10.004, os resíduos sólidos são definidos como resíduos no estado sólido, semi-sólido, que resultam de atividades da comunidade de origem: industrial, doméstica, hospitalar, comercial, agrícola, de serviços de varrição. Ficam definidos os lodos provenientes de sistemas de tratamento de água, aqueles gerados em equipamentos e instalações de controle de poluição, bem como determinados líquidos cujas particularidades tornem inviável o seu lançamento na rede pública de esgotos ou corpos de água, ou exijam para isso soluções técnica e economicamente inviáveis em face de melhor tecnologia disponível.

  • Classe I – Resíduos perigosos: são aqueles que apresentam riscos à saúde pública e ao meio ambiente, exigindo tratamento e disposição especiais em função de suas características de inflamabilidade, corrosividade, reatividade, toxidade e patogenicidade.

  • Classe II – Resíduos não-inertes: são os resíduos que não apresentam periculosidade, porém não são inertes; podem ter propriedades tais como: combustibilidade, biodegradabilidade ou solubilidade em água.

  • Classe III – Resíduos inertes: são aqueles que, ao serem submetidos aos testes de solubilização, não tem nenhum de seus constituintes solubilizados em concentrações superiores aos padrões de potabilidade da água. Isto significa que a água permanecerá potável quando em contato com o resíduo. Muito desses resíduos são recicláveis, e estes não se degradam ou não se decompõem quando disposto no solo (se degradam muito lentamente). Estão nesta classificação, por exemplo, os entulhos de demolição, pedras e areias retirados de escavações.
7- Modelo de Gerenciamento

7.1- Estes itens que são citados abaixo é uma proposta de gerenciamento de resíduos:

a) Quantificar todos os resíduos gerados;
b) Codificar todos os resíduos conforme códigos de resíduos definidos pelo órgão ambiental (CONAMA 275/01);
c) Classificar todos os resíduos gerados segundo a NORMA ABNT 10.004;
d) Enviar os resíduos passíveis de reciclagem para os destinos adequados;
e) Encaminhar os resíduos não recicláveis para disposição final em aterro sanitário ou controlado, devidamente licenciado pelo Órgão Ambiental;
f) Dar um destino final adequado aos resíduos perigosos, conforme diretrizes aprovadas pelo Órgão Ambiental;
g) Tratar e destinar os efluentes.

Obs: Os resíduos originados da cozinha e dos banheiros são acondicionados em duas fossas sépticas, estes não são tratados no local de trabalho, no qual uma empresa habilitada faz o recolhimento deste material.
  • Costa Verde – Fica responsável pela coleta de resíduos gerados dos banheiros (Licenciada pela FEEMA).
  • Prefeitura – Fica responsável pelo recolhimento dos resíduos gerados na cozinha.

8- Forma de Acondicionamento

8.1- Os resíduos gerados na empresa, além dos dois citados acima são: papéis, papelão, plástico, madeira, ferro, borracha, óleo, graxa e sobras de concreto.

A responsabilidade de acondicionamento dos resíduos será sempre do gerador, sendo que as formas de acondicionamento dependerão de cada tipo de resíduo.

Obs: Os resíduos provenientes da área de preparação de concreto para vigas (pré-fabricados), são todos misturados “cascalho” em latões destinados para coleta de (madeira e ferro).

9- Controle de Armazenamento


9.1- Os resíduos gerados em diferentes pontos da empresa são encaminhados para o pátio de resíduos, e apresentam em conformidades e não conformidade, que são:

Conformidade - O pátio é dividido em baias compatíveis com as quantidades de resíduos a serem armazenados; piso adequado e impermeável.

Não conformidade – Não a cobertura nem iluminação; não a rede de drenagem; não tem sinalização; e não a proteção contra descargas atmosféricas.

10- Controle e Destino Final

  1. Os resíduos de classe I são encaminhados preferencialmente para empresa de tratamento devidamente licenciada pelo Órgão Ambiental.
  2. Os resíduos recicláveis como: madeira, plástico e ferro são destinados às empresas licenciadas para seu beneficio.
Ex: A madeira é vendida para uma Industria Cerâmica S. Antônio LTDA.

Conclusão

Organizações de todos os tipos estão cada vez mais preocupados em atingir e demonstrar um desempenho ambiental correto, controlando o impacto de suas atividades, produtos ou serviços no meio ambiente, levando em consideração sua política e seus objetivos ambientais. Esse comportamento se insere no contexto de uma legislação cada vez mais exigente, do desenvolvimento de políticas econômicas, de outras medidas destinadas a estimular a proteção ao meio ambiente e de uma crescente preocupação das partes interessadas em relação às questões ambientais e ao desenvolvimento sustentável.

Toda a raça humana tem a consciência que o clima do mundo esta mudando e devemos tentar poluir menos possível, buscando implantar as leis competentes (federal, estadual e municipal) e NR 25.









CONTATE-NOS!!!

$$$Empreenda,Faça e Venda$$$
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JARDINEIRA DE SEGUNDA-FEIRA...

2 cenouras

3 batatas,

4 ovos,

250 grs de vagem,

queijo.

Corte os legumes e leve para cozinhar com água e 

sal. Depois de cozidos, escorra e acrescente a 

farinha dissolvida no leite, a manteiga, a cebola, e 

as gemas desmanchadas. Acrescente os outros 

temperos e leve ao fogo mexendo e cuidando para 

não empelotar. Quando engrossado, desligue e 

deixe esfriar. 


2 xícaras de arroz cozido,

1 xícara de queijo ralado,

2 colheres (sopa) de farinha de trigo,

1 colher (sopa) de manteiga,

2 copos de leite,

Sal, alho, salsinha, pimenta de cheiro ou do reino e 

cebola ralada.

O presunto ou fiambre coloque se quiser, no final, 

numa medida de mais ou menos 2 xícaras de chá)



Unte um pirex com azeite e um pouco de farinha de 

rosca. Misture o arroz, o queijo, as claras batidas 

em neve e as verduras que deixou esfriar. Polvilhe e 

misture queijo ralado, semi ou meia cura. Coloque 

para assar em forno médio e sirva quente.

GELADO DE TANGERINAS


Ingredientes:
-400 ml de suco de tangerinas (natural claro!)
-230 gr de açúcar branco fino
-2 colheres de sopa de licor de tangerina
-500 ml de natas
levo o sumo com o açúcar ao fogo até derreter o açúcar. Depois deixo arrefecer. Quando frio junto o licor e mexo muito bem. De seguida junto as natas batidas "quase" em chantilly e envolvo bem. Depois é deixar na sorveteira a trabalhar pela abertura da tampa. Leva 40 minutos... Este gelado é daqueles que não enfeito com chantilly nem frutos secos.




MENSAGEM...

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