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terça-feira, 19 de junho de 2012


AS FÉRIAS VEM AÍ CUIDADOS COM LAJE AO FAZER OU POR LAZER....
Queda de laje: o perigo está em casa!!!

Trabalhando com reabilitação sabia que as quedas de laje nas comunidades eram frequentes, mas não fazia ideia do número de pessoas que se machuca todos os anos assim.

O pequeno texto abaixo, publicado pela Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia mostra que o problema é tão sério que se tornou tema frequente em trabalhos científicos…

Ortopedistas alertam que queda de laje vira epidemia durante as férias

A queda acidental tornou-se a segunda maior causa de mortes em São Paulo no ano passado, e 45% desses acidentes ocorrem em casa, com crianças que sobem na laje para soltar pipa, para brincar ou participar de churrascos.

Durante meses os pesquisadores fizeram plantões no Hospital São Luiz Gonzaga e no Hospital Geral de Guarulhos, administrados pela Santa Casa, e analisaram 50 casos de pacientes que caíram de lajes, principalmente crianças. “A maioria das quedas teve efeitos graves, como traumatismo crâneoencefálico e politraumatismo”, explica o quintoanista Bruno Rudelli.

O pesquisador conta que as vítimas precisam de internação demorada, até mesmo em UTI e a reparação do dano costuma envolver cirurgia e, além do prejuízo para o paciente, que quando não morre fica incapacitado por meses, o custo desses atendimentos é muito alto para a Saúde Pública.

Mesmo quando instintivamente a pessoa usa as mãos ou os braços para se proteger e evitar bater a cabeça, é freqüente a fratura de pulso ou do braço, diz o trabalho, que foi apresentado no Congresso de Ortopedia, em Brasília.

A pesquisa da Faculdade da Santa Casa corrobora os levantamentos do Seade e da Prefeitura de São Paulo, que também registram alta incidência de queda acidental em casa, 45% dos casos atendidos em hospitais, contra 29% ocorridos na escola e 22% na rua. Outra pesquisa mostra que no Hospital Mário Covas, num único ano foram atendidos 25 casos de lesão medular traumática, decorrente de queda.

O estudo da Faculdade da Santa Casa detalha o que faziam as crianças quando se acidentaram, 12 casos ocorreram durante brincadeiras, 1 em comemoração de aniversário, 11 ao empinar pipa, mas o pesquisador Bruno Alves insiste que o levantamento é apenas uma amostra, nem todos os casos atendidos nos dois hospitais pesquisados foram levantados e certamente, diz ele, há subnotificação, além dos casos em que a vítima, tendo apenas escoriações ou contusões, não chega a procurar ajuda médica.

“O motivo da multiplicação desses acidentes é a falta de jardins ou de terraços nas favelas e nas casas mais pobres, o que torna a laje superior a única área disponível para o lazer”, explica o presidente da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia – SBOT, Claudio Santili. Ele acrescenta que, ao empinar pipa, a criança fixa o olhar no brinquedo, não percebe que está no limite da laje e sofre a queda, geralmente com consequências graves.


O problema está se tornando tão comum, principalmente na época de férias, em que as crianças passam mais tempo em casa, que a SBOT lançou um alerta e fará uma campanha para conscientizar a população a construir muretas ou colocar outra forma de proteção sobre as lajes. A proposta foi apresentada em pesquisa preparada por dois estudantes de Medicina da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo – FCMSCSP, Bruno Alves Rudelli e Marcelo Valério Alabarce da Silva.

O pesquisador conta que as vítimas precisam de internação demorada, até mesmo em UTI e a reparação do dano costuma envolver cirurgia e, além do prejuízo para o paciente, que quando não morre fica incapacitado por meses, o custo desses atendimentos é muito alto para a Saúde Pública. 

Mesmo quando instintivamente a pessoa usa as mãos ou os braços para se proteger e evitar bater a cabeça, é freqüente a fratura de pulso ou do braço, diz o trabalho, que foi apresentado no Congresso de Ortopedia, em Brasília.

A pesquisa da Faculdade da Santa Casa corrobora os levantamentos do Seade e da Prefeitura de São Paulo, que também registram alta incidência de queda acidental em casa, 45% dos casos atendidos em hospitais, contra 29% ocorridos na escola e 22% na rua. Outra pesquisa mostra que no Hospital Mário Covas, num único ano foram atendidos 25 casos de lesão medular traumática, decorrente de queda.

O estudo da Faculdade da Santa Casa detalha o que faziam as crianças quando se acidentaram, 12 casos ocorreram durante brincadeiras, 1 em comemoração de aniversário, 11 ao empinar pipa, mas o pesquisador Bruno Alves insiste que o levantamento é apenas uma amostra, nem todos os casos atendidos nos dois hospitais pesquisados foram levantados e certamente, diz ele, há subnotificação, além dos casos em que a vítima, tendo apenas escoriações ou contusões, não chega a procurar ajuda médica.

O significado das lajes, em vez de

telhados, sobre as casas – um traço

típico das moradias brasileiras


Esta é uma história que começa com pessoas desabando do topo de suas casas e termina com uma interpretação do Brasil. O médico Sérgio Branco Soares Jr., recém-formado pela Universidade Federal Fluminense, deparou com um fenômeno que o intrigava quando começou a trabalhar, em meados da década de 80, no hospital Antônio Pedro, voltado para a população pobre de Niterói: pacientes vitimados por tombos do alto das lajes de suas casinhas constituíam um caso dolorosamente rotineiro. Sérgio Branco ganhou uma bolsa para estudar neurocirurgia em Osaka, 
no Japão, e a permanência por aquelas bandas, que era para durar um par de anos, prolongou-se por uma década. Retornou ao Brasil em 1999. Foi então trabalhar em São Paulo, de novo numa área pobre, e o fenômeno voltou a espantá-lo, agora com redobrada força: as pessoas não só continuavam a despencar das lajes, mas a freqüência com que o faziam era maior.

A casa coberta por uma laje, em lugar de telhado, é uma manifestação tão típica da arquitetura brasileira de moradia quanto os iglus cobertos de gelo na arquitetura dos esquimós. Nos bairros pobres ou favelas, a laje é universalmente preferida a outro tipo de cobertura. Casas em forma de caixote, com as paredes de blocos aparentes – eis a visão dominante nas áreas mais populosas das cidades brasileiras.


As casas-caixotes, muitas vezes encarapitadas nas encostas de morros, sempre espremidas umas junto às outras, não sugerem, ao gosto convencional, a mesma elegância de casas arrematadas com as alternativas angulosas das coberturas de telhas. Mas, com boa vontade, pode-se olhar para a Rocinha, no Rio de Janeiro, e concluir que não se trata propriamente de falta de estética, e sim de uma outra estética.

Por que as pessoas caem das lajes?
 Sérgio Branco pôs-se a pesquisar o assunto. 

Para começar, é preciso ter em mente o princípio de que a laje não é um pedaço morto da casa, ao qual não se tem acesso, como os telhados. É uma área de serviço e de lazer. As mulheres estendem roupa lá em cima. As crianças brincam. Os jovens se estendem ao sol ou namoram. No fim de semana, o churrasco é lá. 

Enquanto brincam, as crianças podem dar um passo em falso e despencar. Nos fins de semana, depois de uns tantos copos de cerveja, os adultos estarão propensos a perder o equilíbrio. Sérgio Branco, que hoje comanda o departamento de neurocirurgia do hospital municipal de Ermelino Matarazzo, na periferia de São Paulo, conta de um a três casos diários de tombo de laje. 


Se o número aumentou com relação à década de 80, quando ele começou a atentar para o problema, não é apenas por estar em São Paulo, onde a população é maior. É também por ter crescido por todo o país, nesse intervalo, a opção pelas coberturas de laje.

Há dois anos e meio, Sérgio Branco criou o Projeto Laje. Para esse médico insatisfeito com o comercialismo da medicina de hoje, e convencido da dignidade do serviço público, foi uma oportunidade não só de atacar um problema, mas de mergulhar na realidade das comunidades atendidas pelo hospital onde trabalha, algo que considera fundamental para o desempenho de suas funções. 

O projeto começou com palestras de conscientização e desdobrou-se em duas outras vertentes: mutirões para construir muretas de proteção nas lajes e trabalhos para a reinserção social das vítimas graves de quedas. As palestras no começo ocorriam no hospital e reuniam de 100 a 150 pessoas. Depois passaram a ser feitas também em escolas, igrejas e centros comunitários, e chegaram a atrair até 400 ouvintes.

A mais singela providência de prevenção à queda de lajes é a construção de muretas. Dos mutirões para esse fim participa o próprio Sérgio Branco, e não custa nada para o beneficiário, mas mesmo assim a medida encontra resistência. "Por que construir isso se vamos destruir depois?", perguntam os moradores. É que, para entender a laje, é preciso ter em conta que ela embute um sonho.

 As famílias imaginam que, um dia, construirão sobre ela mais um pavimento. É por isso, mais que por outro motivo, que preferem esse tipo de cobertura. Trata-se de uma afirmação de esperança. Confia-se que, um dia, a família conseguirá bancar a expansão do espaço residencial. Os mais propensos a concordar em erguer as muretas são aqueles em cujas casas já ocorreram acidentes.

A interpretação do Brasil que decorre do estudo da laje tem início com as comparações que Sérgio Branco faz com outros países. No Japão, assim como na Europa e nos Estados Unidos, não há construções desse tipo. Os países ricos as dispensam de suas paisagens. Na África também não há. Ali, ainda se está na fase do barraco de madeira. 

Cobertura de laje existe em outros países da América do Sul, na Índia e no Sudeste Asiático, regiões em estágio similar ao do Brasil. Economistas distinguem na história dos países as fases dos produtos primários, da substituição de importações, da industrialização etc. As observações de Sérgio Branco conduzem a critério diferente. O Brasil, por elas, se encontra na fase da laje...

FONTE: ROBERTO POMPEU DE TOLEDO – REVISTA VEJA







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BOM EMPREENDIMENTO BEM HUMORADO!!!


CULINÁRIA FÁCIL...
TORTA POLENTA COM CALABRESA



Ingredientes
2 1/2 litros de água
2 cubos de caldo de galinha
3 1/2 xícaras de fubá pré cozido
3 gomos de linguiça calabresa em rodelas finas
3 colheres (sopa) de azeite
4 cebolas em meia lua
1 colher (sopa) de alho picado
10 tomates sem pele e sem sementes picados
Sal e pimenta do reino a gosto
1 xícara (chá) de queijo parmesão ralado
1 xícara (chá) de queijo mussarela ralado
Modo de preparo
Em uma panela grande, coloque 2 litros da água com os caldo de galinha e leve ao fogo alto até ferver.
Dissolva o fubá na água restante e adicione na panela, aos poucos, mexendo por 10 minutos.
À parte, em outra panela, em fogo médio, frite a calabresa no azeite até dourar.
Acrescente a cebola e frite até ficar macia.
Adicione o alho e os tomates e refogue por 3 minutos.
Tempere com sal e pimenta e desligue o fogo.
Despeje metade da polenta em um refratário médio untado com azeite, distribua a calabresa e cubra com a polenta restante.
Polvilhe com os quejos misturados e leve ao forno alto, preaquecido, por 10 minutos.
Sirva em seguida.
Rendimento: 4 porções
Tempo de preparo: 60 minutos

BOLO DE CENOURA COBERTO COM CHOCOLATE

Massa

3 cenouras picadas
3 ovos
1 xícara (chá) de óleo de soja
3 xícaras (chá) de farinha de trigo
2 xícaras (chá) de açúcar
1 colher (sopa) de fermento químico em pó
Cobertura

1 colher (sopa) de margarina
½ xícara (chá) de leite
5 colheres (sopa) de achocolatado em pó
4 colheres (sopa) de açúcar
Modo de preparo

Massa

Coloque os ingredientes no liquidificador, e acrescente aos poucos a farinha.
Leve para assar em uma fôrma untada por 20 minutos ou até que enfiando um palito, ele saia limpo.
Depois de assado cubra com a cobertura.
Cobertura

Misture todos os ingredientes e leve ao fogo e deixe ferver até engrossar.
Rendimento: 15 porções 

MENSAGEM...


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