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sábado, 26 de maio de 2012

 

S.O.S. Trabalho

Você está na profissão certa? Sabe lidar com seu chefe? Preparamos um guia para você colocar em ordem sua vida no trabal

Gerenciar crises na rotina de trabalho é prática árdua, mas necessária, independente da carreira ou do cargo?!?!?!?!?

O que fazer se eu odeio o meu trabalho?

Especialista dá dicas de como melhorar o clima no trabalho ou procurar outro emprego, se for necessário....



A consultora de RH da Catho Online Daniella Correa explica que é essencial analisar bem a situação antes de tomar qualquer atitude mais radical. “Optar por pedir demissão sem ter algo em vista é um risco, já que o profissional poderá levar mais tempo do que espera para ser recolocado”. Confira a seguir a entrevista concedida pela consultora ao iG:
 O que uma pessoa pode fazer quando o trabalho chega a prejudicar a sua saúde?
Daniella: Chegar ao ponto de ter reações físicas devido ao trabalho é um forte indício de estresse e falta de motivação. Neste caso, é importante que o profissional realmente avalie a sua situação atual dentro da empresa e tenha uma conversa saudável com seu chefe. Nessa etapa, é imprescindível tomar uma decisão até para evitar problemas maiores de saúde e deixar as portas da empresa abertas para uma possível volta.
 O que deve ser considerado antes de pensar em trocar de emprego?

Danielle: Para entender se é uma boa saída mudar de emprego o profissional precisa considerar a potencialidade de crescimento na empresa em que atua, a sua satisfação e dedicação nas atividades, quais são os reais motivos de insatisfação e se é algo momentâneo ou pontual. O andamento do mercado em que a empresa atua, as novas chances que poderão surgir e os benefícios oferecidos devem ser analisados.

Além disso, é importante ter em mente que um salário ou mesmo benefícios mais atraentes não devem, sozinhos, servir como justificativa para a mudança de empresa, pois se não houver motivações profissionais o funcionário poderá novamente se frustrar. É importante que o profissional, caso não tenha recebido, peça um feedback ao seu gestor sobre as perspectivas que pode ter na empresa e quais são os pontos que poderão ser melhorados para seu desenvolvimento na organização.


  O que fazer quando o problema é a função desempenhada? Mudar de carreira deve ser considerado ou, antes, é melhor mudar de setor ou de empresa?

Daniella: Caso o problema seja apenas a atividade, vale a pena ter uma conversa com o gestor e entender quais são as chances de realizar outra atividade na área em que está ou mudar de área na empresa.
Pedir demissão sem ter nada em vista é prudente ou a recolocação profissional será mais difícil do que se a pessoa tentá-la estando ainda empregada?

Daniella: É claro que, para o profissional focar em sua busca e comparecer às entrevistas, seria mais fácil se estivesse desempregado. Entretanto, optar por pedir demissão sem ter algo em vista é um risco, já que o profissional poderá levar mais tempo do que espera para ser recolocado e com isso ter uma série de problemas, como, por exemplo, ter que aceitar uma proposta aquém do que planejava por dificuldades financeiras.

Neste caso, o mais indicado é que a pessoa, após avaliar todos os pontos e ter certeza de que o melhor realmente é a troca de empresa, ter uma conversa franca com seu gestor e mostrar que está procurando algo, mas que irá continuar trazendo resultados até lá, com o mesmo comprometimento de sempre. Assim, a empresa terá tempo para contratar uma pessoa para aprender as atividades.
 O que fazer com relação a possíveis entrevistas? Como não marcá-las em horário comercial?

Daniella: O profissional poderá negociar com o selecionador o horário da entrevista e tentar agendar fora de seu expediente, explicando que ainda está trabalhando e que se preocupa em não afetar as suas atividades e resultados.
 Qual a melhor forma, em uma entrevista de emprego, de não abordar a insatisfação no emprego atual? Existe um meio de driblar a famosa pergunta “por que você quer sair da empresa em que trabalha”?

Daniella: O profissional poderá falar sobre a possibilidade de crescimento que identificou na oportunidade em questão e de como desenvolver um novo trabalho na empresa lhe acrescentará profissionalmente, demonstrando que busca novos conhecimentos. É sempre importante explicitar que pretende encarar novos desafios. De fato, falar mal da empresa em que atua ou do chefe não é indicado.

Quais os fatores que contribuem para um ambiente de trabalho hostil que possa gerar insatisfação dos funcionários? O que o profissional pode fazer para melhorar a situação?
Daniella: Alguns fatores contribuem para um ambiente hostil são fofocas e falta de uma gestão efetiva. Veja algumas considerações de como lidar com cada tipo de situação específica:
fofocas - sempre que tiver algo a dizer, diga diretamente ao seu colega de trabalho. Assim, você evita que seus comentários sejam mal interpretados e retransmitidos para outros funcionários. Este tipo de informação pode se transformar em um telefone sem fio e prejudicar muito o ambiente de trabalho;
falta de simpatia - você deve ser leal, cortês e humilde. Falar bom dia e cumprimentar os demais são atitudes que demonstram educação e respeito. A empatia é muito útil no ambiente de trabalho;
conflitos pendentes - qualquer tipo de desconforto deve ser esclarecido para evitar a discórdia no ambiente corporativo. Sempre resolva os seus assuntos com uma boa conversa, assim você evitará antipatias, fofocas e clima ruim para toda a equipe;
Não saber ouvir seus colegas - saber escutar e respeitar a opinião dos demais é fundamental. Isso irá estimular a participação e a receptividade de novas idéias;
apontar o erro do outro – é melhor ajudar a resolver o problema do que apontar quem errou. No futuro, o erro apontado poderá ser o seu;

Falta de clareza nas informações - é importante que todas as regras de conduta, metas, premiações e orientações sejam claras para evitar mal entendimentos ou dupla interpretação;
falta de uma gestão efetiva - o gestor precisa orientar, desenvolver, acompanhar e aplicar feedbacks para que os funcionários sintam-se valorizados e tenham um norte.






























$$$ EMPREENDA, FAÇA E VENDA$$$
 DIA DOS NAMORADO(A)S
RENOVE SUA PAIXÃO E SUA RENDA!!!

PINGENTE CASAL BEIJANDO





































































MENSAGEM...
Porque onde estiver o teu tesouro, aí também está o teu coração. "
Jesus
VIDA E POSSE
" Não é a vida mais que o alimento ? " Jesus. (Mateus, 6:26).

Posse
: poder; detenção de alguma coisa com o objetivo de tirar dela qualquer utilidade econômica; estado de quem frui uma coisa ou a tem em seu poder.
No texto de Matheus, de onde Emmanuel retira a frase em destaque, o Evangelista recorda a pregação de Jesus na Palestina, quando refletia com os cristãos de então, como líder, que valor atribuir aos bens terrenos. Encontraremos aí as conhecidas ponderações de que:
  • "os tesouros da Terra a ferrugem e a traça consomem, os ladrões desenterram e roubam"
  • "teu olho é a luz do teu corpo, se teu olho for simples todo o teu corpo será luminoso"
  • ninguém pode servir a dois senhores porque..."
  • não andeis inquietos com o que haveis de comer para manter a vida..."
  • "olhai as aves do céu..."
  • "considerai como crescem os lírios do campo..."
  • "entesourai os tesouros do céu..."
  • "onde está o teu tesouro aí está o teu coração..."
  • "não andeis inquietos pelo dia de amanhã...", encadeamentos estes tão profundos que Emmanuel sintetiza em "não é a vida mais que o alimento?", exatamente com o objetivo de levar-nos a perceber que tudo deve ser buscado, dinamizado, planejado para que a vida material seja sim para todos, plena do necessário, mas sem as apreensões e aflições do apego, da posse.

Haveres, bens, envolvem, prendem quem os possui em círculo fechado, onde nada mais se vê, além da busca incansável de meios, artimanhas e modos, de sempre aumentar, ter mais, mais e mais, que nunca preenchem, bastam ou satisfazem.

                        Por que isso acontece ?
 
                        A imaturidade psicológica, o desconhecimento da vida espiritual, as resistências e barreiras que existem, dificultando a compreensão da função da existência corporal levam o homem a preocupar-se em demasia detendo-se na posse de bens materiais.

Muito tempo dispensa na corrida a esses bens e bem pouco ou nenhum consagra ao enriquecimento moral e espiritual. Transforma a vida física em verdadeiro tormento, desgastando-se por completo. Se buscasse os tesouros da alma, na manutenção do equilíbrio, na dinamização dos valores maiores, com muito menos esforço, faria crescer seus bens materiais por fazê-lo circular não mais só em benefício próprio. Administraria talentos fazendo-os crescer, movimentado-os e proporcionando meios para que tantos outros também se beneficiem pelos frutos dos trabalhos correspondentes. Faria o papel da fonte que jorrando sempre, corre em leito limpo possibilitando chance para que tantos ali matem a sede. 

                        Joanna de Angelis reflete que:
"O apego excessivo aos bens materiais é uma jaula que aprisiona o possuidor distraído, que passa a pertencer ao que supõe possuir.

                        Causa aflição, pelo medo de perder o que acumula; pela ânsia de aumentar o volume dos recursos; pela circunstância de ter que deixá-lo ante a eminência da morte. 
                        Desvaria, porque entoxica de orgulho e prepotência a criatura, que se crê merecedora de privilégios e excepcionais deferências, que não a impedem de enfernar-se, neurotizar-se, padecer de solidão e morrer como todas as demais.

                        Enrijece os sentimentos, que perdem a tônica da solidariedade, da compaixão e da caridade, olvidando dos outros para pensar apenas em si.

                        Faz pressupor que nasceu para ser servido, abandonando o espírito de serviço que dignifica e favorece o progresso".

                        Então não é correto possuir bens, títulos, posições? Não só é correto, como necessário para que aprendendo a administrá-los sejam bem aplicados no uso com equilíbrio. O possuidor que não se interessa por repartir os valores, oferecendo oportunidade de trabalho, espalhando os recursos, multiplicando-os a diversas mãos em benefício geral, é escravo que mais se envilece, quanto mais se prende às posses.

                        Necessário essa conscientização de que somos usufrutuários de tudo quanto nos chega às mãos, e não os donos. As verdadeiras posses não são materiais mas as que se realizam em favor do desenvolvimento moral. Essas são conquistas que como Espíritos Imortais incorporamos na essência pela vivência dos preceitos evangélicos.

                        "Não é a vida mais que o alimento?" - A questão proposta por Jesus reflete conhecimento profundo da natureza humana, insaciável em seus desejos. Alerta os contemporâneos e deixa aos pósteros o chamamento do equilíbrio no uso dos bens, que Emmanuel atualiza dizendo:
"Aconselha-te com prudência para que teu passo não ceda às loucura.

                        Há milhares de pessoas que efetuam a romagem carnal, amontoando posses exteriores, à gana de ilusória evidência.
Senhoreiam terras que não cultivam.
Acumulam ouro sem proveito.
Guardam larga cópia de vestimenta sem qualquer utilidade.
Retém grandes arcas de pão que os vermes devoram.
Disputam remunerações e vantagens de que não necessitam.
E imobilizam-se no medo ou no tédio, no capricho maligno ou nas doenças imaginárias. Não olvides, assim, a tua condição de usufrutuário do mundo e aprende a conservar no próprio íntimo os valores da Grande Vida".
                       

Ricardo S. Magalhães em "Os Benefícios do Equilíbrio" fecha nosso estudo quando reflete que para vivermos bem, devemos ter como linha de conduta o controle e a consciência de nossas reais necessidades, procurando através de uma análise cuidadosa e sensata a tranqüilidade para as nossas vidas.

Busquemos melhorar a consciência de nossos limites e procuremos dentro do equilíbrio, tudo aquilo para termos uma vida saudável e segura, abstendo-nos dos excessos e exageros que são os maiores causadores dos desequilíbrios e sofrimentos.

Mesmo que saibamos valorizar cada benefício, cada oportunidade, aprendamos a cultivar as verdadeiras posses. Procuremos usufruir de nossos bens materiais sem abusos e excessos, pois somos apenas os depositários.

    Bibliografia:
  • Francisco Cândido Xavier/Emmanuel. Palavras da Vida Eterna. Vida e Posse. 17a Edição. Edição CEC.
  • Divaldo P. Franco/Joanna de Angelis. Jesus e Atualidade. Jesus e Posses. 9a Edição. Editora Pensamento.
  • R. S. Magalhães. Os Benefícios do Equilíbrio. Verdadeiras Riquezas. 2a Edição. Nova Luz Editora.
  • Aurélio Buarque de Holanda Ferreira. Novo Dicionário da Língua Portuguesa. 1a. Edição. Editora Nova Fronteira.


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