Total de visualizações de página

quarta-feira, 12 de maio de 2010

CRESCIMENTO ECONÔMICO E PREVENÇÃO!!!


                          Prevenção - Crescimento Econômico coloca Prevencionistas em ALERTA!!!


          Qual o custo do crescimento econômico de um país?
 A China pode ter a resposta na ponta da língua. A economia do País asiático se tornou uma das mais robustas desde que o comércio livre encorajou milhões de jovens a trabalharem por salários baixos em companhias que faziam exportações baratas. Como recompensa, a Nação ostenta o índice de vítimas de acidentes de trabalho mais alto do mundo - cerca de 18 mil por ano conforme informação da OIT - e demonstra, cada vez que é destaque nos noticiários, que a Saúde e Segurança do Trabalho está longe de ser uma de suas prioridades. Os abusos vão desde práticas trabalhistas injustas a condições insalubres, com a execução de jornadas perigosas, intensas e exaustivas.

Na época do Milagre Econômico (1968 a 1973), o Brasil cresceu como a China, a taxas altíssimas, mas também aumentou brutalmente o número de acidentes no ambiente laboral, conseqüência das horas extras e da grande intensidade de trabalho.

O fortalecimento da SST, naquele período, foi iniciado com a criação das Normas Regulamentadoras e de uma série de outras medidas que contribuíram para reduzir os acidentes de trabalho. Agora, vivemos um novo momento de expansão econômica. Desde 2007, o lançamento do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) provocou o investimento de bilhões em áreas de infra-estrutura, obras de construção pesada e civil que estão a todo vapor nos cinco cantos do País. A reportagem da Revista Proteção conversou com especialistas em SST para entender qual o impacto deste desenvolvimento para a saúde e a segurança dos trabalhadores e conheceu a rotina de algumas construções de grande porte que estão movimentando os canteiros. O resultado demonstra que existe preocupação dos prevencionistas em relação aos efeitos do crescimento, e dificuldades de implantação da SST neste cenário.

Fonte: Revista Proteção

Nenhum comentário: