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quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Redução do CO2

Carros aproximam fabricantes de meta de redução de CO2


Os fabricantes de carros de França e Itália estão mais perto de cumprir os objetivos de redução de emissões de CO2 fixados para 2012, embora nos últimos anos seus progressos tenham sido menores que os de marcas alemãs, japonesas ou americanas, diz a organização ambientalista Transporte e Meio Ambiente.O estudo elaborado por esta instituição destaca que os fabricantes de automóveis europeus reduziram suas emissões de CO2 em somente 1,7% em 2007, o que lhes obrigará a um corte adicional de 17% nos próximos 4 anos para conseguir os objetivos fixados.O documento mostra os avanços em 18 países (os 15 que formavam a UE até 2004, além de Hungria, Lituânia e Eslovênia) para fazer com que os veículos emitam uma média de 120 gramas por quilômetro de dióxido de carbono a partir de 2012 - contra os 160g/Km atuais.O relatório revela que o fabricante em melhor situação é a Peugeot-Citroën, que precisa apenas de um corte adicional de 10%. Logo após, vem a Renault (13%) e a Fiat (14%).No entanto, a empresa alemão BMW é a que mais avançou no último ano, ao reduzir 7,3% as emissões de sua frota. Entretanto, ainda faltam mais 19% para atingir a meta.Segundo a organização responsável do relatório, os progressos da BMW demonstram que "os cortes de CO2 são possíveis inclusive para os fabricantes no segmento de carros de luxo".O fabricante com os piores resultados foi a Honda, cujas emissões aumentaram 1,1% no mesmo período, enquanto o corte mais modesto foi da Ford (-0,2%).As marcas mais distantes das metas são a Suzuki (que terá de reduzir as emissões em 25% nos próximos quatro anos), seguida da Mazda e da Daimler (ambas devem reduzir em 24%).Por países, o relatório revela que Portugal foi em 2007 o país onde foram vendidos os carros "mais eficientes" (a média de emissões dos veículos novos ficou em 143g/km).O relatório afirma que a pouca redução das emissões em 2007 se deve ao aumento do peso do veículo médio, que subiu dez quilos, já que os carros mais pesados precisam de mais combustível para se deslocar. (Fonte: Estadão Online)

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