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segunda-feira, 4 de agosto de 2014




PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA



Segundo a NBR 12543, de 1999: "Equipamento de Proteção Respiratória é o equipamento que visa a proteção do usuário contra a inalação de ar contaminado ou de ar com deficiência de oxigênio". Todos os setores da indústria, comércio e prestação de serviços possuem atividades que podem causar algum tipo de alteração dos parâmetros ou a própria composição do ar atmosférico natural. Dessa forma, todas as atividades que apresentem alguma forma de risco para o trato respiratório devem contar com projetos de engenharia desenvolvidos para impedir ou minimizar doenças aos trabalhadores. Quando por algum motivo for impossível prever ou impedir tais situações, o uso de proteção respiratória é obrigatório e deve ser seguido conforme pede a norma.

Tipos de Contaminação: O ar respirável pode ser contaminado com diversos tipos de aerodispersóides, vapores, gases tóxicos, agentes físicos ou químicos que de alguma forma possam causar algum efeito direto ou indireto ao sistema biológico.


O aspecto mais importante a ter em conta com o respeito aos 

pulmões é que eles evitam que qualquer substância daninha 

se introduza no sangue-substâncias que podem estar no ar 

que respiramos.

Os pulmões são formados por milhões de células pequeninas 

e só podem ser vistos com um microscópio muito potente. O 

revestimento de cada uma das células é un filtro muito bom 

permite que o oxigênio do ar passe ao sangue e ao mesmo 

tempo permite que o dióxido de carbono do sangue saia 

através da respiração. ...


Se o oxigênio fosse o único gás que pudesse passar através 

do sangue não haveria problemas. 


Sem duvida uma grande quantidade de vapores e gases 

venenosos também podem passar ao sangue.


Alguns deles são muito perigosos e este é o motivo pelo qual 

em muitas circunstâncias é necessário usar máscaras contra 

gases apesar de que tenham tomado medidas para elimina-o 

do ar. Também temos os pós. Sempre tem pó no ar mesmo 

nos lugares mais limpos. Como resultado os pulmões se 

acham adaptados ao pó fluente, mas quando se é muito 

espesso e muito fino os pulmões não tem defesa contra eles. 


A maioria do pó que se respira é exalado o pó fluente que se 
assenta nas passagens grandes de ar elimina-se tossindo. É somente o pó muito leve que penetra nas células pequenas o que as tapa e causa problemas. Provavelmente seria mais correto dizer que os respiradores e máscaras são protetores dos pulmões. 

O problema é que muita gente não quer usar, dizem que lhe causa incômodo, e o que não tem em conta é o incômodo que lhes pode causar os pulmões cheios de pó e fumos metálicos. 

E se este pó que se respira é muito venenoso o problema pode ser muito mais sério. 

O aspecto que quero insistir é que se é indicado um protetor respiratório ele tem que ser usado, se não o fazem assim estarão criando um problema muito mais sério mais sério do que se pode imaginar. 

Quando a empresa em que trabalhamos recebe a informação de que tem que se usar protetor respiratório contra estas substâncias imediatamente colocou a disposição dos trabalhadores o equipamento correto!!! USE!!!

A proteção respiratória é uma das medidas universais de segurança e visa formar uma barreira de proteção ao trabalhador, a fim de reduzir a exposição da pele e das membranas mucosas a agentes de risco de quaisquer naturezas. É, portanto, um equipamento de proteção individua.

A escolha do tipo de proteção respiratória a ser utilizada deve ser determinada por uma avaliação de risco criteriosa, devendo levar em consideração a natureza do risco, incluindo as propriedades físicas, deficiência de oxigênio, efeitos fisiológicos sobre o organismo, concentração do material de risco ou nível de radioatividade, limites de exposição estabelecidos para os materiais químicos, concentração no meio ambiente; o(s) agente(s) de risco; o tipo de atividade ou ensaio a ser executado; características e limitações de cada tipo de respirador; o nível mínimo de proteção do equipamento (veja tabela a seguir), além de considerar a localização da área de risco em relação às áreas onde haja maior ventilação. Esta decisão deve ser tomada pelo chefe, ou responsável pelo Laboratório ou Departamento.
A legislação brasileira estabelece alguns critérios que devem ser observados pelo empregador, tais como: o estabelecimentos de procedimentos operacionais padrões específicos para a seleção e uso destes equipamentos, procedimentos emergenciais, treinamento do trabalhador/usuário, monitoramento ambiental periódico,dentre outros.

Fatores de proteção atribuídos
Tipo de respirador
Tipo de cobertura das vias respiratórias
Peça semifacial
Peça facial inteira
Capuz capacete
Sem vedação facial2
Purificador de ar
10
100
-
-
Purificador de adução de ar
  -Máscara autônoma3 (demanda)
  -Linha de ar comprimido (demanda)

10

10

100

100

-

-

-

-
Purificador de ar motorizado de adução de ar
50
1.0004
1.000
25
Linha de ar comprimido
  -De demanda com pressão positiva
  -Fluxo contínuo

50

50

1.000

1.000

-

1.000

-

25
 Máscara autônoma  (circuito aberto ou fechado)
  -De demanda com pressão positiva

 -


5


-


-

1-  Inclui a peça quarto facial, a peça semifacial filtrante e as peças semifaciais de elastômeros 2-  tipo de cobertura das vias respiratórias projetada para proporcionar vedação parcial da face, não cobrindo o pescoço e os ombros, podendo ou não proporcionar proteção da cabeça contra impactos e penetrações.
3-  máscara autônoma de demanda não deve ser usada para situações emergenciais, como por exemplo os incêndios.
4-   os fatores de proteção apresentados são de respiradores com filtro P3 ou sorbentes (cartuchos químicos pequenos ou grandes). Com filtro P2, deve se usar o fator de proteção atribuído 100, devido às limitações do filtro.
5-  em situações de emergência em que as concentrações dos contaminantes possam ser estimadas, deve-se usar um fator de proteção atribuído não maior que 10.000

  • Tipos de Respiradores:

    1. A)   Associação Brasileiras de Normas Técnicas, ABNT, através da NBR n012.543, de 1999, agrupa os respiradores em dois tipos:

    a)  respiradores de adução de ar
    São aqueles que recebem o ar de uma fonte externa ao ambiente de trabalho. Exemplos: respiradores de ar natural, respiradores de linha de ar comprimido com cilindro auxiliar para fuga, respiradores de linha de ar comprimido, etc.

    b)  purificadores de ar
    São aqueles que filtram o ar do ambiente com a ajuda de filtros específicos, removendo gases, vapores, aerossóis ou a combinação destes. Os filtros podem ser mecânicos, químicos ou uma combinação dos dois. Abaixo apresentamos uma tabela com as diversas classes e tipos de filtro químico:
    Classes
    Tipos
    Concentração máxima – ppm2,3
    Tipo de peça facial compatível
    Filtro de baixa capacidade FBC-1
    Vapores orgânicos1
    Gases ácidos1,3
    50
    50
    Semifacial filtrante, quarto facial e semifacial
    Filtro de baixa capacidade FBC-2
    Vapores orgânicos1
    Cloro
    1.000
    10
    Semifacial, facial inteira ou conjunto bocal (fuga)
    Filtro da Classe I: cartucho pequeno
    Vapores orgânicos1
    Amônia
    Metilamina
    Gases ácidos1,2
    Ácido clorídrico
    Cloro
    1.000
    300
    100
    1.000
    50
    10
    Quarto facial, semi facial inteira ou conjunto bocal (fuga)
    Filtro da Classe II: cartucho médio
    Vapores orgânicos1
    Amônia
    Metilamina1,2
    Gases ácidos
    5.000
    5.000
    5.000
    5.000
    Facial inteira
    Filtro da Classe III: cartucho grande
    Vapores orgânicos1,2,3
    Amônia
    Gases ácidos1,3
    10.000
    10.000
    10.000
    Facial inteira
    Fonte: Fundacentro, 2002.
    1não usar contra vapores orgânicos ou gases ácidos com fracas propriedades de alerta, ou que possam gerar alto calor de reaçàocom o conteúdo do cartucho
    2a concentração máxima de uso não deve ser superior à concentração IPVS
    3para alguns gases ácidos e vapores orgânicos, esta concentração máxima de uso é mais baixa

    Os filtros mecânicos apresentam classificações variadas. As duas tabelas a seguir apresentam a classificação americana e a brasileira destes filtros:

    Filtros Mecânicos – EUA – 42 CRF 84
    Classes de filtro
    Eficiência mínima de filtragem %
    (resistência a névoas oleosas)
    N
    95
    99
    100
    R
    95
    99
    100
    P
    95
    99
    100

    Filtros Mecânicos – Brasil – ABNT/NBR - 13.697/98
    Classes de filtro
    Penetração máxima inicial do aerossol %>(resistência a névoas oleosas)
    Cloreto de sódio
    Óleo de parafina**
    PFF*-1
    20
    -
    PFF-2
    6
    2
    PFF-3
    3
    1

    * - PFF - peça facial filtrante
    ** - na Europa há adicionalmente o teste dcom óleo de parafina para P2 e P3, além de classificá-los somente para líquidos, sólidos e para sólido-líquido.
    Podemos exemplificar o emprego dos filtros mecânicos apresentados:
    *  Classe P1 ou PFF-1
    Manipulação de ácido crômico, açido pícrico, ácido sulfúrico, ácido fosfórico, estearatos, sódio e potássio, uréia, sílica, sais solúveis de ferro, hidróxidos de cálcio; Sem similar nos EUA

    *  Classe P2 ou PFF-2
    Manipulação de fumos metálicos, óxido de ferro, fumos de parafina. Manipulação de quimioterápicos na forma de pó liofilizado.
    Equivale a N95 -parâmetros de teste idênticos

    *  Classe P3 ou PFF-3
    Manipulação de compostos inorgânicos de mercúrio, radionuclídeos. Manipulação de quimioterápicos na forma de pó liofilizado. Manipulação de agentes altamente patogênicos e para trabalhos de campo com manipulação de animais de captura.
    Equivale às classes N99, N100, R99 e R100 - pequenas diferenças nos parâmetros de teste

  • Cuidados com os filtros:
  • -  Obedecer o prazo de validade
    -  Anotar a data do início da utilização do filtro a fim de estabelecer a vida útil do mesmo
    -  Armazenar em áreas livres de contaminantes no ar, como vapores e gases, pois eles os captam, diminuindo a vida útil do mesmo,
    -  Observar a colocação correta dos filtros.

      Referências Bibliográficas

    Centers for Disease Control (CDC) Chemical Glove Guidelines. Acesso em: 20.02.04. Disponível em: http//www.orcbs.msu/

    Kilby,J., Kinsler,J.M., Effective glove selection: Match the materials to hazards. American Laboratory, August 1989.

    Torloni, M. Programa de proteção respiratória, seleção e uso de respiradores. São Paulo:Fundacentro, 2002.

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    Strogonoff de chocolate

    Ingredientes

    2 latas de leite condensado
    2 latas de creme de leite (s/ soro)
    12 colheres (sopa) chocolate em pó
    1/2 xícara de conhaque
    1 colher de manteiga
    300g de nozes picadas grosseiramente
    300g de chocolate ao leite picado e derretido
    Modo de Preparo

    Coloque na panela o leite condensado, o chocolate em pó e a manteiga. Leve ao fogo baixo mexendo sem parar até obter a consistencia de um brigadeiro mole. Retire do fogo, acrescente o creme de leite e deixe esfriar.
    Depois que a mistura estiver fria, adicione o conhaque, as nozes e o chocolate derretido e misture bem.
    Sirva com sorvete, torradas, frutas frescas, etc.
    Dica: Reserve algumas lascas do chocolate para decorar. O conhaque pode ser substituído por vinho-do-porto ou licor de chocolate.

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