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domingo, 17 de março de 2013




O HOMEM COMO SER INTEGRAL E AS IMPLICAÇÕES EM SEU CONTEXTO SOCIETÁRIO!!!

O homem é um ser em evolução e sua tendência natural é 
sair do egocentrismo. O homem tem a necessidade de 
pertencer a um determinado grupo social, seja a família, a 
escola, o trabalho e tantos outros.

Desde os primórdios da humanidade, a vida em sociedade 
traz em seu contexto a disputa pelos bens, disputa essa que 
jamais se arredará, pelo simples fato de cada ser humano 
constituir um universo próprio de desejos maternais, donde 
a necessidade de regras gerais é estabelecer limites que 
possibilitem a não invasão dos direitos individuais.

Quando se fala, por exemplo, em dignidade, em sentimento, 
amor, ódio, conhecimento, intelectualidade, desejo, 
indiferença, está se falando em valores intrínsecos do ser 
humano, em valores que constituem um patrimônio 
subjetivo, visualizado no mundo exterior apenas nas 
manifestações que cada pessoa, em determinados 
momentos, deixa livremente exalar de seu corpo, de seu 
espírito, de sua alma, mostrando-se como verdadeiramente 
é, mostrando-se exclusivamente "ser".


Mas, para falarmos de valores intrínsecos, temos, 
primeiramente, que nos reportarmos ao segundo período do 
Estado de Direito, que teve seu início em meados do século 
XIX. No Estado de Direito, vemos que atribui-se ao Estado a missão de buscar a igualdade entre os cidadãos; para 
atingir essa finalidade, o Estado deve intervir na ordem 
econômica e social para ajudar os menos favorecidos; a 
preocupação maior desloca-se da liberdade para a 
igualdade.

O individualismo, que imperava no período do Estado 
Liberal, foi substituído pela idéia de socialização, no sentido 
de preocupação com o bem comum, com o interesse 
público. Isto não significa que os direitos individuais 
deixassem de ser reconhecidos e protegidos; pelo contrário, 
estenderam o seu campo, de modo a abranger direitos 
sociais e econômicos.

O fracasso do chamado Estado Social de Direito é evidente. 
No Brasil, a exemplo do que ocorre em muitos outros países, 
não houve a mínima possibilidade de que milhões de 
brasileiros tivessem garantidos direitos sociais dos mais 
elementares, como saúde, educação, previdência social, 
moradia. Grande parte da população não tem assegurado o 
direito a uma existência digna.

As limitações ao exercício dos Direitos Individuais em 
benefício de uma coletividade foram o único caminho 
encontrado para o alcance de maior eqüidade social. Como 
disse Bobbio, "as sociedades reais, que temos diante de 
nós, são mais livres na medida em que menos justas e mais 
justas na medida em que menos livres".
Quando falamos em ser humano, em individualidade e em 
sociedade, não podemos deixar de falar, também, no lema 
"Liberté, Egalité, Fraternité", ou seja, "Liberdade, Igualdade, 
Fraternidade" usado na Revolução Francesa, em 1784, o 
qual retratava o seguinte:

  • Liberdade: os homens nascem e permanecem livres e iguais 
  • nos direitos. A liberdade é considerada um direito natural;

  • Igualdade: a lei é a mesma para todos, profissões e funções 
  • públicas são acessíveis a todos, sem distinção por 
  • nascimento. Os cidadãos são iguais perante a lei, o que 
  • significa que privilégios são condenados;

  • Fraternidade: auxiliar os povos da Europa a se tornarem 
  • Estados livres como o francês.
Infelizmente, esse ideal não foi atingido durante a Revolução 

e nem atualmente.

Durante a Revolução Francesa, na qual a Liberdade surgiu 
num sentido singular, as pessoas desfrutaram de maiores 
facilidades e concessões, o que se convencionou chamar de 
direitos. Estes não eram iguais para todos, se entendermos 
que a igualdade era a meta mais difícil, devido à crescente 
divisão social. Até hoje, o homem não realizou os ideais da 
Revolução. No entanto, grandes mudanças ocorreram na 
"imortal trindade", tais como: o conceito de liberdade que 
passou para liberdades, "positiva" e "negativa". A primeira, 
"positiva", é a idéia na qualidade de cidadãos, de 
participação política, e a "negativa" se resume em poder 
fazer ou ser aquilo que se quer. A igualdade teve, nesses 
200 anos, com o desenvolvimento social, um aumento nas 
desigualdades, e a fraternidade foi abandonada em um 
mundo que colocou a afirmação dos Estados Nacionais 
acima da solidariedade entre os povos.

A palavra caridade, junto com o lema revolucionário Francês 
"Liberdade, Igualdade, Fraternidade", em conjunto, formam 
um símbolo, uma aspiração e uma inspiração, para todas as 
pessoas comprometidas com os valores humanos e com a 
organização da vida social e coletiva do homem.

O Estado, por sua vez, na forma como se organiza, tendo 
em vista uma cidadania melhor, acaba por propor e criar 
políticas sociais que não levam em conta o cotidiano e a 
construção de uma cidadania crítica, participativa e de 
qualidade.

Sabe-se que o problema da desigualdade é um componente 
histórico-estrutural, que perfaz a própria dinâmica da 
resistência e da mudança, pois, o capitalismo representa uma sociedade de discriminação. O que se quer são formas 
mais democráticas, políticas sociais que reduzam o espectro 
da desigualdade e da desconcentração de renda e poder. O 
Estado pode ser um eqüalizador de oportunidades, desde 
que defina, não o seu tamanho ou presença, mas a quem 
serve.
A concepção de cidadania persistida pelo Estado, ainda 
baseia-se nos princípios da liberdade, igualdade e 
fraternidade, onde a própria organização política, histórica e 
social brasileira torna-a impossível, pelas grandes 
desigualdades e mazelas sociais existentes.

As políticas sociais, embora tenham objetivo de proporcionar 
uma harmonia entre os três princípios, têm se mostrado 
insuficientes para resolver as contradições entre a proposta 
de cidadania e a sua realização efetiva.

Gumersindo Bessa 1, dá o seguinte parecer sobre o homem 
social: "Cada um vê as coisas conforme o ponto de vista em 
que se coloca. O meu ponto de vista para julgar a sociedade 
é este: o homem social é um carnívoro açamado 
(amordaçado com açamo - focinheira para cães). O açamo 
chama-se a lei, polícia, poder público. Nos momentos em 
que a vigilância do poder público adormece ou a coação 
legal esmorece, cai o açamo, o homem recobra toda a sua 
liberdade natural, e fica apenas limitado o seu poder por 
esta lei única: o mais fraco é presa do mais forte. Encarando 
assim os fatos sociais, é tão insensato o louvor quanto o 
vitupério. A natureza é imoral".
De todo o exposto, é inarredável que tenhamos a 
consciência da impossibilidade de radicalismos, porém, é 
necessário que o Direito observe, na sua evolução, não 
apenas a evolução objetiva da sociedade, mas, 
principalmente, o que o ser humano tem de essência, 
tornando-se este a razão da existência daquele.

Sonhar com um mundo de iguais: fraterno e livre. Sonhar 
com um mundo sem religiões em que os homens vivam 
apenas para o dia de hoje. Sonhar com um mundo sem 
patrões, sem governos, sem ricos nem pobres. Sonhar com 
Utopia de Thomas Moore, com a República de Platão, com 
Socialismo de Karl Marx. Sonhar com a Era de Aquários 
que acabou nunca acontecendo. Sonhar com um mundo 
completamente diferente do competitivo mundo do século 
21. Sonhar, sonhar sempre!

Continuemos, pois, a sonhar. Quem sabe, um dia, 
conseguiremos idealizar e, acima de tudo, concretizar uma 
sociedade perfeita. Uma célula fraterna, gerida por um 
núcleo de notáveis escolhidos entre os mais sábios e mais 
magnânimos. Uma sociedade que funcione com uma única 
célula, sempre em prol do bem comum.

1 Gumersindo Bessa, de J.Dantas Martins dos Reis, Editora Regina Ltda, Aracaju-SE, 1958.








CURSOS:

CONTATE-NOS....ORÇAMENTOS RÁPIDOS!!!






$$$EMPREENDA, FAÇA E VENDA$$$



















Para decorar a mesa na páscoa!


Folhas na casca do ovo branco, coloque uma 

rendinha para fixar. Cozinhe com casca de 

cebola até alterar a cor da casca do ovo. 

Deixe esfriar, retire a renda e as folhas









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CULINÁRIA FÁCIL...

RECEITA: LASANHA Á MODA


Ingredientes

  • 2 colheres (sopa) de óleo

  • 1 cebola média picada

  • 500 g de carne bovina moída

  • 1 lata de polpa de tomate

  • 1 sachê de Tempero SAZÓN Laranja

  • 1 colher (chá) de sal

  • 2 copos de requeijão

  • 1 ovo levemente batido

  • 10 fatias de lasanha cozida

  • 100 g de queijo ralado


Modo de preparo

  • Aqueça o óleo em fogo alto e refogue a 

  • cebola por 2 minutos.

  • Acrescente a carne e frite por 10 minutos.

  • Adicione a polpa de tomate, o Tempero 

  • SAZÓN®  e o sal, misture e retire do fogo.

  • À parte, misture o requeijão e o ovo. 

  • Em um refratário, coloque metade do 

  • molho, 5 fatias de lasanha e metade da 

  • mistura de requeijão.

  • Repita as camadas, polvilhe com o queijo 

  • ralado e leve ao forno médio (180 graus), 

  • preaquecido, para dourar, por cerca de 15 

  • minutos.

Rendimento: 8 porções
Tempo de preparo: 40 minutos





PAVÊ DE CAFÉ


Ingredientes



1 lata de leite condensado


1 colher (sopa) de café solúvel

2 colheres (sopa) de leite

1 xícara (chá) de manteiga sem sal

1/2 litro de creme de leite fresco

1/2 xícara (chá) de açúcar

1 pacote de biscoito champagne (180g)

1/2 xícara (chá) de rum

1/2 xícara (chá) de água

2 xícaras (chá) de castanha de caju triturada


Modo de preparo


Na batedeira, bata o leite condensado, o café 

dissolvido no leite e a manteiga até obter um 

creme espesso.

Transfira para uma tigela e reserve.

Na batedeira, bata o creme de leite fresco e o 

açúcar por 5 minutos ou até obter um 

chantilly.


Reserve.

Em um refratário, faça camadas de biscoito 

umedecido no rum e diluído na água, de 

creme de café, de chantilly e de castanha de 

caju, terminando em castanha de caju.


Leve à geladeira por 2 horas e sirva.



  MENSAGEM...



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