terça-feira, 27 de março de 2012

NR15 ANEXO 3 - EXPOSIÇÃO AO CALOR




EXPOSIÇÃO EXCESSIVA DO TRABALHADOR AO CALOR E SEUS EFEITOS
Muitos trabalhadores passam parte de sua jornada diária diante de fontes de calor. As pessoas que trabalham em fundições, siderúrgicas, padarias, – para citar apenas algumas industrias – frequentemente enfrentam condições adversas de calor que representam certos perigos para a sua segurança e saúde.

A EXPOSIÇÃO AO CALOR PRODUZ REAÇÕES NO ORGANISMO
Os fatores ambientais que afetam a saúde do trabalhador quando exposto ao calor excessivo em sua área de trabalho, são: temperatura, umidade, calor radiante (como o que provém do sol ou de um forno) e a velocidade do ar. As características pessoais são talvez o fator que mais pesa durante a exposição ao calor. Podemos considerar as seguintes: a idade, o peso, o estado físico, as condições orgânicas e a aclimatação ao calor.

O corpo reage às altas temperaturas externas aumentando a circulação sanguínea na pele, fazendo subir a temperatura nessa área. O corpo, então, perde o excesso de calor através da pele. Sem dúvida, na medida em que os músculos estão sendo exigidos pelo trabalho físico, parte do sangue flui para a pele para liberar o calor.
A transpiração é outro meio que o organismo utiliza para manter a temperatura corporal interna estável em condições de calor. O suor, no entanto, não pode ser excessivo. Apenas na medida em que sua evaporação possa ocorrer e as quantidades de líquido e sais perdidos possam ser repostas adequadamente.
Há, entretanto, várias maneiras que um trabalhador pode adotar para atenuar os riscos provenientes de sua exposição ao calor, como por exemplo, circular de vez em quando por local mais fresco; reduzir seu ritmo ou sua carga de trabalho ou afrouxar parte de suas roupas ou, até mesmo, se livrar das roupas mais espessas.
Porém, quando o corpo não consegue eliminar o excesso de calor, este fica “armazenado”. Nestas circunstâncias a temperatura do corpo aumenta. Na medida em que o corpo retém o calor, a pessoa começa a perder a sua capacidade de concentração e, como conseqüência, torna-se vulnerável ao acidente. Irrita-se com facilidade e, freqüentemente, perde o desejo de ingerir líquidos. Geralmente seguem-se os desmaios e posteriormente a morte se a pessoa não for retirada a tempo das proximidades da fonte de calor.

TRANSTORNOS CAUSADOS PELO CALOR – Este é um dos mais sérios problemas de saúde que o trabalhador enfrenta. Surge em decorrência da falta de mecanismo do corpo para regular sua temperatura interior. A transpiração cessa e o corpo já não consegue se livrar do calor excessivo. Os sinais são:
Insolação
a) Confusão mental
b) Delírio
c) Perda da consciência
d) Convulsão
e) Coma
A insolação pode matar, a menos que a pessoa receba a tempo tratamento de forma adequada. Enquanto a ajuda médica não chega a vítima deve ser transportada para uma área suficientemente ventilada, hidratada e suas roupas molhadas. Pode até mesmo ser colocada diante de um ventilador para apressar a queda da temperatura. As providências relativas aos primeiros socorros podem ser tomadas como forma de prevenção contra lesões permanentes no cérebro e em outros órgãos vitais.
Esgotamento
– Resulta da perda de líquido por meio da transpiração e quando o trabalhador descuida-se de sua necessária hidratação. Quando o trabalhador sofre esgotamento ocasionado pela sua exposição ao calor, é dominado pela debilidade, fadiga extrema, náusea, dor de cabeça e desfalecimento. A pele apresenta-se fria, pegajosa e úmida; a tez torna-se pálida. No entanto, o tratamento é por demais simples: deve ser ministrada uma solução líquida que reponha os teores de potássio, cálcio e magnésio perdidos, aquela que os atletas ingerem para recuperar suas energias. Contudo, nos casos mais graves em que a vítima tenha vomitado ou perdido a consciência, é conveniente que receba os devidos cuidados médicos.
Câimbra – Mesmo quando o trabalhador ingere grande quantidade de líquido mas não repõe a perda dos sais de seu organismo, pode sofrer terríveis dores musculares. Geralmente os músculos mais sujeitos a câimbra são os mais exigidos durante a jornada de trabalho. As dores podem surgir durante ou depois das horas de trabalho, mas aliviam-se mediante a simples ingestão de líquidos por via oral ou de soluções ricas em sais, ministradas na veia para obtenção de alívio mais rápido da dor, se o médico assim determinar.
Desmaio – Geralmente ocorre com o trabalhador que tem dificuldade de aclimatação em ambientes de temperatura elevada, principalmente no exercício de atividades que exigem pouca mobilidade. Na maioria das ocorrências as vítimas se recuperam rapidamente após período de repouso em lugar ventilado. O fato do trabalhador se movimentar de um lado para outro, ao invés de ficar parado, reduz a possibilidade de sofrer desmaio.
Urticária – Ocorre principalmente nas partes do corpo em que o suor não pode ser eliminado facilmente da superfície da pele por meio da evaporação. Se ela perdura, ou se complica por meio de infecção, agrava-se ao ponto de inibir o sono, e até de prejudicar o desempenho do trabalhador. Em alguns casos, ocasiona o seu afastamentoatemporário.
Pode ser prevenida com a permanência do trabalhador em locais ventilados durante os períodos de repouso.
PREVENÇÃO
A maioria dos problemas de saúde relacionados com o calor, pode ser prevenida ou seus riscos reduzidos. As seguintes precauções diminuem bastante os riscos gerados pelo calor:
1) A instalação de mecanismos técnicos de controle, entre os quais um plano de ventilação do ambiente como um todo e medidas que promovam o resfriamento localizado sobre as fontes de calor, incluindo sistemas de exaustão. A instalação de painéis de isolamento das fontes do calor radiante são medidas bastante positivas. O resfriamento por evaporação e a refrigeração mecânica são outras maneiras possíveis de redução do calor. Ventiladores são dispositivos que também concorrem para reduzir o calor em ambientes quentes. A adoção de roupas de proteção para o trabalhador; a modificação, bem como a automação dos equipamentos, visando a redução do trabalho manual são outras formas de reduzir o calor.
2) Certas práticas de trabalho, como por exemplo a ingestão de água em abundância – até um quarto de litro por hora por trabalhador – em seu ambiente de trabalho, pode concorrer para reduzir os riscos causados pelo calor. É fundamental que os trabalhadores recebam treinamento em procedimentos de primeiros socorros para que aprendam a reconhecer e enfrentar os primeiros sinais orgânicos de reação ao calor. Os empregadores devem considerar também a condição física de cada trabalhador cuja atividade será desenvolvida em área de calor. Os trabalhadores de mais idade, os obesos e os que passam por período de tratamento com ingestão de medicamentos, correm mais riscos.
3) Os períodos de trabalho e descanso podem ser alternados com períodos de descanso mais prolongados e em ambientes bem ventilados. Na medida do possível deve-se planejar para que os trabalhos mais pesados sejam desenvolvidos nas horas mais frescas do dia. Os supervisores devem receber treinamento para detectar com antecedência qualquer indisposição e permitir que o trabalhador interrompa sua tarefa antes do agravamento de sua situação.
4) A aclimatação ao calor por meio de curtos períodos de exposição para em seguida, o trabalhador ser submetidos a exposições por períodos mais longos. Os empregados recém admitidos e os que retornam após período de férias devem passar por período de adaptação de cinco dias.
5) Os trabalhadores devem estar suficientemente instruídos quanto à necessidade da ingestão de líquidos e sais perdidos durante a transpiração. Devem conhecer os sintomas da desidratação, esgotamento, desmaio, câimbras e insolação. Devem ainda ser conscientizados da importância do controle diário de seu peso como forma de detectar a hidratação.
Fonte: Infoseg









$$$EMPREENDA FAÇA E VENDA$$$
BRINQUEDOS DE GARRAFA PET
RESSUCITE-SE NESTA PÁSCOA!!!
Catavento de garrafa pet
Barco de garrafa pet

BILBOQUÊS

VAI E VEM
















CULINÁRIA FÁCIL
DOBRADINHA COM FEIJÃO BRANCO

Ingredientes:
250 g de carne seca
250 g de lombo salgado
1 kg de dobradinha ou estômago (bucho) de boi cortado em tirinhas
Meio quilo de feijão branco
250 g de costelinha
1 linguiça paio em rodelas
1 linguiça calabresa em rodelas
2 cenouras cortadas em rodelas
3 batatas cortadas em quatro
1/2 cebola picadinha
1/2 pimentão picadinho
3 colheres (sopa) de óleo
3 dentes de alho socado
Sal, pimenta-do-reino, cominho, salsinha, cebolinha ou coentro a gosto


Preparo:

Um dia antes, pique a carne seca e o lombo em cubos, cubra com água gelada e deixe de molho até o outro dia, trocando sempre a água. De preferência, deixe na geladeira. Reserve.
Afervente a dobradinha com 2 litros de água e 3 colheres (sopa) de vinagre. Desligue o fogo assim que ferver, escorra e reserve.

Numa panela de pressão grande, coloque o bucho e o feijão, cubra com água – deixando uns 4 dedos acima do nível dos ingredientes -e leve ao fogo com a panela tampada. Assim que ganhar pressão, abaixe o fogo e conte 35 minutos.

Tire do fogo, espere acabar a pressão e abra a panela. Junte o lombo e a carne seca já demolhados e escorridos, junte mais água quente, se precisar, tampe a panela e cozinhe na pressão por mais 25 minutos.

Deixe acabar a pressão, abra a panela e junte a costelinha, as linguiças, a cenoura e a batata. Cozinhe, sem pressão, por mais 15 minutos ou até os ingredientes todos ficarem macios.

À parte, frite a cebola com o pimentão, até começarem a dourar. Junte o alho e deixe dourar. Despeje na panela com a dobradinha e confira o sal. Corrija, se necessário e junte temperos como pimenta-do-reino, cominho e ervas. Sirva com arroz.
Tempo de preparo: 01h e 20 minutos
Grau de dificuldade: moderado

PAVÊ DE CHOCOLATE
 Ingredientes são esses:
. Uma lata de leite condensado
. Uma lata de creme de leite
. Uma gema de ovo
. 200g de chocolate ralado ou meio amargo

Para o creme de coco
os ingredientes que você vai precisar são esses:
.Uma lata de leite condensado
.Uma lata de creme de leite
.Uma gema de ovo
.100g de coco ralado
.Pacote de bolacha de maisena ou champanhe
Iremos usar os dois tipos de creme então deixe separados todos os ingredientes, agora iremos para o modo pré preparo. 
Como preparar:
Em fogo baixo coloque em uma panela o creme de chocolate e deixe até que o creme fique liso. Depois disso deixe o creme esfriar;
Ainda no fogo baixo coloque agora em outra panela o creme de coco até que ele fique bem consistente e grosso e novamente deixe o esfriar;
Agora você vai precisar de uma bandeja ou um recipiente de vidro para ficar mais apresentável. Vá montando as camadas de bolacha. Você pode usar a bolacha de maisena ou de champanhe isso fica ao seu critério de escolha;
Depois de colocar a primeira camada de bolacha, vá colocando o creme de chocolate por cima, depois novamente uma camada de bolacha estando amolecida por leite ou água;
Colocando uma camada de cada ingrediente, e não se esquecendo que essa seqüência terá que terminar em creme de chocolate;
E para dar o toque final jogue o coco ralado por cima e leve a geladeira. Deixe na geladeira por alguns minutos e pronto o seu pavê de chocolate estará prontinho.

Veja algumas opções diferentes para montar o pavê:

Existem pessoas que não gostam muito das gemas de ovo, isso não fará diferença nenhuma. Porem o tempo para engrossar ele vai demorar um pouco mais. Então você precisará de um pouco mais de paciência.
Não deixe que as bolachas fiquem muito moles. Apenas as deixe úmidas com leite, água ou leite com chocolate. Isso ficará ao seu critério.
Para que o pavê não fique muito doce, é aconselhável que se use o chocolate meio amargo.
Deixe o pavê mais consistente deixando-o gelar por quatro horas, após o preparo.
Você também tem a opção de umedecer as bolachas com rum, ou algum tipo de licor de sua preferência.
Agora que você já sabe como fazer um pavê de chocolate, é só colocar a mão na massa e se deliciar.

MENSAGEM...


segunda-feira, 26 de março de 2012

NR 15


Exposição Ocupacional ao Frio 


Quais atividades laborais estão relacionadas à exposição ocupacional ao frio?Várias atividades laborais podem expor os trabalhadores aos danos provocados pelo frio. Entre elas, temos atividades realizadas em câmaras frigoríficas (câmaras frias), trabalho de embalagem de carnes e outros alimentos (frutas, sorvetes e pescados), operação portuárias (manuseio de cargas congeladas) e diversas outras ocupações.

Quais os riscos do trabalho em ambientes frios?O trabalho em ambientes frios representa um risco importante à saúde dos trabalhadores, que pode causar desconforto, doenças ocupacionais, acidentes do trabalho, e, algumas vezes, até a morte. As lesões mais graves causadas pelo frio são decorrentes da perda excessiva de calor do corpo, que é chamada hipotermia.

A situação de trabalho que mais contribui para o surgimento da hipotermia e outras lesões ocupacionais causadas pelo frio é a exposição ao vento e à umidade. Alguns fatores podem piorar os efeitos do frio, como alergias, problemas circulatórios, tabagismo, ingestão de bebidas alcoólicas e uso de alguns medicamentos.


A exposição ocupacional ao frio é dividida em dois grupos, as atividades exercidas ao ar livre, como: construção civil, agricultura, pesca, exploração de petróleo, policiamento, resgate e salvamento, vigilância e outros; e as atividades exercidas em ambientes fechados, como: câmaras frias, câmaras frigoríficas, fabricação de gelo, fabricação de sorvetes e outros.

No caso de ambientes fechados devemos ter um laudo de inspeção afim de avaliarmos se a atividade será considerada insalubre (Portaria n.º 3214/78 do MTb – NR/15). Considera-se artificialmente frio um ambiente de trabalho, medindo-se a temperatura do mesmo e consultando climática do mapa oficial do Ministério do Trabalho, onde o local de trabalho se encontra. A temperatura do ambiente deve ser medida com o uso de Termômetro de bulbo seco, com capacidade para leituras de pelo menos -40C.

PROCEDIMENTOS PARA MONITORAMENTO DOS LOCAIS DE TRABALHO



- Em locais onde a temperatura é inferior a 16ºC deve ser efetuada uma adequada Termometria.
- Sempre que a temperatura em um local de trabalho for inferior a –1ºC, a temperatura de bulbo seco deve ser medida e anotada a cada 4 horas.
- Em locais de trabalho ao ar livre, a velocidade do vento deve ser anotada a cada horas, sempre que exceder a 2 metros por segundo (5mph).
- Em atividades ao ar livre, a velocidade do ar deve ser medida e anotada juntamente com a temperatura do ar, sempre que a temperatura for inferior a –1ºC.
 
- Em todos os casos onde são requeridas medições do movimento do ar deve-se usar- Em locais onde a temperatura é inferior a 16ºC deve ser efetuada uma adequada Termometria.
- Sempre que a temperatura em um local de trabalho for inferior a –1ºC, a temperatura de bulbo seco deve ser medida e anotada a cada 4 horas.
- Em locais de trabalho ao ar livre, a velocidade do vento deve ser anotada a cada horas, sempre que exceder a 2 metros por segundo (5mph).
- Em atividades ao ar livre, a velocidade do ar deve ser medida e anotada juntamente com a temperatura do ar, sempre que a temperatura for inferior a –1ºC.
- Em todos os casos onde são requeridas medições do movimento do ar deve-se usar a temperatura equivalente de resfriamento, a qual dever ser anotadas com os demais dados sempre que for inferior a – 7ºC

EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL E COLETIVO - EPI'S
 
Com relação aos equipamentos individuais, os uniformes especiais são indispensáveis, botas, luvas, gorros, capacetes, óculos, macacões e aventais; atualmente são feitos de materiais sintéticos, que retém a umidade do corpo fazendo com que a roupa não seja confortável, os fabricantes estão pesquisando a utilização de uniformes de algodão, porém, este material retém água o que tornaria o uniforme mais pesado, no momento a pesquisa estuda a impermeabilização do mesmo, atenção especial para o gorro, uma vez que 40% do calor do corpo se encontra na cabeça.

Deve ser dada atenção especial aos óculos, pois não existem no mercado lentes anti-embaçantes, o que dificulta o uso do equipamento. Já com relação aos equipamentos coletivos destaca-se o uso das câmaras de descompensação, onde o funcionário volta gradualmente a temperatura ambiente, evitando assim o choque térmico.

ASPECTOS LEGAIS - Art. 253 da C.L.T.


"Para os empregados que trabalham no interior das câmaras frigoríficas e para os que movimentam mercadorias do ambiente quente ou normal para o frio e vice-versa, depois de uma hora e quarenta minutos de trabalho contínuo, será assegurado um período de vinte minutos de repouso, computado esse intervalo como de trabalho efetivo".

Parágrafo Único:
"Considera-se artificialmente frio, para os fins do presente artigo, o que no inferior, nas primeira, segunda e terceira zonas climáticas do mapa oficial do Ministério do Trabalho, a 15º (quinze graus), na quarta zona a 12 º (doze graus), e nas quinta, sexta e sétima zonas a 10º (dez graus)".

NR/15- ATIVIDADES E OPERAÇÕES INSALUBRES


Avaliação Qualitativa : Laudo de Inspeção realizada no local de trabalho.{Portaria n.º 3214/78 do MTb – NR/15 – anexo n.º 9, Limites de tolerância para exposição ao frio}
"As atividades ou operações executadas no interior de câmaras frigoríficas, ou em locais que apresentem condições similares, que exponham os trabalhadores ao frio, sem a proteção adequada, serão consideradas insalubres em decorrência de laudo de inspeção realizada no local de trabalho".

Portanto, esta portaria não fixa temperaturas limites para a caracterização da insalubridade, deixando a critério técnico do perito, quando da sua inspeção no local de trabalho.
O critério adotado pela Fundacentro embasado em estudos e pesquisas bastante diversificados, tanto de âmbito nacional como internacional, é aquele que considera insalubre uma atividade ou operação quando esta for executada em desacordo com a tabela que segue. Esta tabela relaciona as faixas de temperaturas com tempos máximos de exposição.
A tabela fixa o tempo máximo de trabalho permitido a cada faixa de temperatura, desde que alternado com recuperação térmica em local fora do ambiente considerado frio.
Limites de tempo para exposição a baixas temperaturas para pessoas adequadamente vestidas para exposição ao frio.
Esclarecemos que os tempos de trabalho / repouso da tabela por nós sugerida estão compatíveis com as exigências legais constantes do Artigo 253 da CLT, que trata dos Serviços Frigoríficos.
Pela tabela constata-se que para Salvador as temperaturas superiores a 15 °C não são consideradas "frias", não necessitando portanto de alternância de trabalho / repouso.
Quando a roupa de proteção necessária, esta variará conforme a temperatura de exposição. Neste caso, recomenda-se a consulta a catálogos técnicos.
Clima do Brasil
No Brasil, predominam climas quentes, com temperaturas médias superiores a 20º C. Contribuem para isso o fato de o país ter 92% de seu território na zona intertropical e relevo marcado por baixas altitudes.
Os tipos de clima presentes no país são equatorial, tropical, tropical de altitude, tropical atlântico, semi-árido e subtropical. Clima equatorial - Domina a região amazônica e caracteriza-se por temperaturas médias entre 24°C e 26°C. Clima tropical - Está presente em extensas áreas do Planalto Central e das regiões Nordeste e Sudeste, além do trecho norte da Amazônia, correspondente ao estado de Roraima.
 
As temperaturas médias excedem os 20°C. Clima tropical de altitude – Predomina nas áreas elevadas (entre 800 m e 1.000 m) do Planalto Atlântico do Sudeste, estendendo-se pelo norte do Paraná e sul do Mato Grosso do Sul. Apresenta temperaturas médias entre 18°C e 22°C. Clima tropical atlântico - É característico da faixa litorânea que vai do Rio Grande do Norte ao Paraná.    
As temperaturas variam entre 18°C e 26°C. Clima semi-árido - Predomina especialmente nas depressões entre planaltos do sertão nordestino e no trecho baiano do Vale do Rio São Francisco. Suas características são temperaturas médias elevadas, em torno de 27°C. Clima subtropical - Predomina ao sul do Trópico de Capricórnio, compreendendo parte dos estados de São Paulo, Paraná, Mato Grosso do Sul, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Caracteriza-se por temperaturas médias inferiores a 18°C.    
Baseado nos dados acima, obtidos em publicação digital da Editora Abril, sobe os dados cartográficos do Brasil e seu clima, podemos verificar que:
 1. O Clima quente e subquente eqüivale ao Equatorial e ao tropical.
 2. O Clima mesotérmica eqüivale ao subtropical, o qual situa-se abaixo do Trópico de Capricórnio.
3. No mapa da folha anterior, traçou-se uma linha sobre o Trópico de Capricórnio , cruzando o Estado de São Paulo, assim ,pode-se verificar quais as cidades que se localizam na zona climática mesotérmica.
 4. A cidade de São Paulo situa-se na zona climática mesotérmica, fato que embasa todas as conclusões e ponderações do laudo técnico já apresentados.
ASPECTOS MEDICOS
 

O corpo produz calor, através do trabalho muscular, sendo que a cada 100 cal queimada – 20 são transformadas em trabalho (trabalho muscular) e 20 são dissipadas em forma de calor.
A temperatura interna do corpo é de 37◦ C. Esta temperatura é mantida pelos termoreceptores que envia mensagens ao hipotálamo – centro regulador da temperatura, que ocasiona:
  • relaxamento / contração muscular;
  • vasodilatação / vasoconstrição periférica;
  • vasoconstrição / vasodilatação esplênica;
  • aumento / diminuição da sudorese.
FATORES QUE ATUAM NO EQUILIBRIO TERMICO

- calor radiante: emissão de calor infra-vermelho por todo o corpo. É também uma forma de emitir calor para o trabalhador.
- Condução de calor: transmissão do calor pelos fluidos. As regiões do corpo com menor temperatura 33◦ C ( pés e mãos) recebe o calor do corpo através dos fluidos.
- Conveção: densidade do ar, o ar quente sobe e o ar frio fica na superfície do corpo. Tendo interferência direta da ventilação.
- Evaporação: ocorre quando a umidade do ar não está em equilíbrio, ocorrendo a sudorese. A evaporação libera 20% do calor do corpo.

EQUAÇAO DO EQUILIBRIO TERMICO
Calor metabolismo produzido=calor condução+calor conveção+calor de radição+evaporação.

EFEITOS DO FRIO
Às baixas temperaturas o corpo perde calor, o que eventualmente conduz a um decréscimo na temperatura corporal, a menos que alguns fatores compensativos entrem em jogo, tais como, o aumento do calor metabolicamente produzido e a diminuição da circulação periférica, isto é, uma menor quantidade de sangue levada para os vasos localizados logo  abaixo da epiderme.
A título ilustrativo a seguir cita-se algumas lesões provocadas pelo frio:
  • Endurecimento dos membros;
  • Pés de imersão;
  • Ulcerações do frio;
  • Doenças no Sistema Respiratório e Reumáticas.
Além desses fatores, o frio interfere decisivamente na eficiência do trabalho e na incidência de acidentes.
A eficiência do trabalho é afetada pela tremedeira, evidentemente também pelo considerável volume de roupas, luvas grossas e pelas paradas freqüentes para esfregar os membros gelados.
A ocorrência de acidentes é devida principalmente pela diminuição da sensibilidade dos dedos das mãos e da flexibilidade das juntas, o que ocorre a uma temperatura aproximada de 15 °C ou abaixo (temperatura das mãos).

FENÔMENO DE RAYNAUD/DOENÇA DE RAYNAUD

O fenômeno de Raynaud é uma alteração da coloração da pele que ocorre em crises, sendo caracterizada por palidez, cianose e rubor de aparecimento sequencial. Nem sempre ocorrem as três fases. Podem surgir palidez e cianose e rubor. As crises podem durar minutos ou horas, sendo o exame físico normal nos intervalos.
Na maioria das vezes acomete as mãos e os dedos, porém também pode envolver os pés, pododáctilos, nariz e orelha.
Habitualmente é simétrico, porém pode acometer um dedo isoladamente.
 
O fenômeno de Raynaud, caracteristicamente, deve ser reproduzido após exposição ao frio ou ao teste de imersão em água gelada.
O fenômeno de Raynaud costuma ser desencadeado pelo frio, uso do cigarro e por alterações emocionais, sendo mais comum nas mulheres.
Alteração no fluxo sanguíneo da pele é o principal mecanismo de regulação da temperatura corpórea. Vasoconstrição periférica em resposta ao frio é fisiológica e normal, e vasoconstrição suficiente para produzir palidez ou cianose pode ocorrer na população normal em exposição prolongada ou severa ao frio.
 
O fenômeno de Raynaud habitualmente segue o seguinte cronograma: na primeira fase ocorre vasoespasmo com consequente diminuição do fluxo sanguíneo para a rede capilar das extremidades causando a palidez. Na segunda fase, desaparecendo o espasmo das arteríolas e dos capilares arteriais, surge espasmo dos capilares venosos e vênulas, com estase sanguínea levando a maior extração de oxigênio com
aumento de hemoglobina reduzida, resultando na cianose. Na terceira fase, desaparece o vasoespasmo e ocorre vasodilatação com a rede capilar preenchida por sangue arterializada e portanto causando o rubor. A hiperidrose pode estar associada.
Quando o fenômeno de Raynaud acontece sem doença básica é denominada de Fenômeno de Raynaud ou Fenômeno de Raynaud
Primário. Quando ocorre associado a outras doenças, é denominado de fenômeno de Raynaud Secundário ou Doença de Raynaud.
DIAGNÓSTICO CLÍNICO
Para o diagnóstico de Doença de Raynaud é necessário :
1. Presença do fenômeno de Raynaud.
2. Presença de artérias pérvias.
3. Ausência de qualquer doença causal num prazo mínimo de dois anos.
4. Crises são reproduzidas após exposição ao frio ou teste de imersão em água gelada.

EXAMES COMPLEMENTARES

Exames laboratoriais para detectar doenças associadas devem ser solicitados: hemograma, VHS, urinálise, Fator Reumatóide, FAN, pesquisa de Células LE, Sorologia para hepatite, Eletroforese de Proteínas, Crioglobulinemina, Complemento C3 e C4, Imunoglobulinas. Poucos pacientes portadores de Fenomeno de Raynaud desenvolverão Esclerodermia (esclerose sistêmica) se a investigação laboratorial for negativa por ocasião do seu aparecimento.
Radiografias do tórax em PA e perfil e Rx das mãos.
Avaliação da circulação digital por Doppler e eventualmente a arteriografia nos pacientes refratários ao tratamento ou suspeitos de terem lesões proximais.
DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL

Na maioria das vezes o diagnóstico é fácil, porém deve ser diferenciado da hiperidrose, hipersensibilidade ao frio, livedo reticularis, acrocianose, isquemia arterial severa e arterites.

TRATAMENTO

O tratamento é feito com medidas ambientais afastando da exposição ao frio e a nicotina e outras drogas. Fatores emocionais devem ser adequadamente avaliados e se, necessário com apoio psicológico.
Doenças coexistentes devem ser tratadas.
Agentes simpaticolíticos, bloqueadores do canal de cálcio e vasodilatadores são utilizados isoladamente ou associados.(nifedipina, guanetidina, reserpina, prazocin, tolazoline, fenoxibenzidamina).

TRATAMENTO CIRÚRGICO

Na maioria das vezes o tratamento cirúrgico é recomendado após período de utilização das medidas relacionadas acima. A simpatectomia oferece paliação aliviando a dor, cicatrizando as feridas e sinais de isquemia e, segundo a nossa experiência proporcionado alívio imediato da dor, da sensação de frios nas mãos com aumento da temperatura local, portanto com melhor qualidade de vida.















$$$EMPREENDA FAÇA E VENDA$$$
RESSUCITE SEU DEDO VERDE NESTA PÁSCOA E AJUDE O PLANETA!!!

VASOS DE PLANTA E HORTALIÇAS DE GARRAFAS PET







GARRAFA PET FORRADO COM E.V.A.




CULINÁRIA FÁCIL...
BAIÃO DE DOIS

Receita

Ingredientes:
1/2 kg de feijão verde, ou feijão de corda, que é feijão verde já seco
200 g de toucinho defumado
1 paio (cortado em rodelas)
2 tabletes de caldo de bacon
1 cebola grande picada ou ralada
1 dente de alho amassado
1 pimenta de cheiro amarela
4 colheres (sopa) de óleo
Salsinha ou coentro picado, de 1 colher (sopa) à 1 xícara
2 e 1/2 xícaras (chá) de arroz
150g de queijo de coalho (cortado em fatias finas)

Preparo

 

 Lave o feijão e deixe o feijão de molho de véspera.
No dia seguinte, cozinhe-o juntamente com o paio e o caldo de bacon dissolvido em dois e meio litros de água fria.
Se usar o feijão mulatinho opte pela panela de pressão.
Tampe a panela e deixe cozinhar em fogo baixo por cerca de 1 hora.
Em outra panela, doure a cebola e o alho, no óleo.
Junte o coentro e o arroz e refogue bem até ficar brilhante e um pouco transparente.
Acrescente o feijão e o paio já cozidos, juntamente com o caldo.
Misture bem, tampe a panela e deixe cozinhar até que o arroz fique cozido, úmido e com consistência cremosa.
Durante o cozimento do arroz, se necessário adicione água, tomando o cuidado para não deixar a mistura ficar seca.
Junte a salsinha e mexa com cuidado.
Então, cubra o arroz com as fatias de queijo.
Tampe a panela novamente e deixe que o vapor derreta o queijo.

Sirva em uma travessa de barro acompanhado de um ou mais acompanhamentos abaixo:

*Costelas de porco
*Mandioca frita
*Ovo frito
*Carne de sol frita ou assada
*Banana-da-terra cozida e picada ou com farinha de mandioca

Dicas e Opções:

Acrescente 1 pimentão vermelho grande picado ou verde.
O toucinho é usado para dar gosto ao feijão. Se preferir, cozinhe o feijão com carne seca dessalgada e picada em pedaços pequenos.
Use queijo mussarela ou queijo de minas no lugar de queijo de coalho, mas isso só se não achar, o que é uma peninha.
Use manteiga de garrafa ao invés de óleo.
O feijão pode ser substituído por mulatinho ou carioquinha, claro que não dá o mesmo resultado.


BOLO DE FUBÁ



Ingredientes:

1 1/2 xícara (chá) de fubá
100 gr. queijo parmesão ralado
3 xícaras (chá) de açúcar
4 xícaras (chá) de leite
4 ovos
2 col (sopa) farinha de trigo
2 col( sopa) manteiga
1 col (sopa) de óleo de milho
1 col (sopa) de fermento em pó

Preparo:

Coloque no liquidificador os ovos, o açúcar, a manteiga e o óleo e bata. Acrescente o leite, o queijo, o fubá e a farinha de trigo e bata bem. Retire, acrescente o fermento e misture. Coloque em assadeira untada e asse em forno médio.

MENSAGEM...