quarta-feira, 21 de setembro de 2011

RISCO RURAL - NR - 31 - FISPQ-NBR 14725 - FICHA DE EMERGÊNCIA - NBR 7503(TRANSPORTE) - RISCO QUÍMICO DO AGROTÓXICO NO CAMPO...

A agricultura é uma das atividades mais antigas e mais importante no desenvolvimento evolutivo e sócio-econômico da humanidade, sendo que cerca de 1 bilhão e meio de pessoas no planeta trabalham hoje no campo.

Segundo o IBGE, no Brasil, cerca de 20 milhões de pessoas trabalham em atividades agrárias. E isso exige cuidados redobrados quanto aos aplicativos de agrotóxicos e químicos no campo no controle e combate de pragas que possam por em risco a plantação, afinal, é o tesouro de um país quanto ao mercado econômico e financeiro. 


Em 1992, durante a Conferência da Organização das Nações Unidas para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento (CNUMAD/Rio 92), conhecida como ECO-92, foi elaborado um documento, a Agenda 21, que reflete as preocupações com o futuro do planeta, servindo de guia para ações governamentais e de todas as comunidades que procuram se desenvolver preservando o meio ambiente.

O Capítulo 19 da Agenda 21 preconiza a gestão ambientalmente segura das substâncias químicas tóxicas, incluindo a prevenção do tráfego internacional ilegal dos produtos tóxicos e perigosos. Seis áreas programáticas foram instituídas, dentre elas, a chamada “Harmonização da Classificação e da Rotulagem de Produtos Químicos”, que tinha, como objetivo inicial, dispor, até o ano 2000, de um Sistema Globalmente Harmonizado (GHS) para classificação de perigo e rotulagem, incluindo fichas de informação de segurança de produtos químicos e símbolos facilmente identificáveis. Hoje, a meta para a implementação deste sistema é 2008, podendo este prazo ser novamente ampliado.

A necessidade da implantação deste sistema é decorrente da existência de informações divergentes sobre o risco dos diversos produtos químicos existentes, que implicam não só em problemas de segurança (países que não têm exigências específicas podem encontrar rótulos ou fichas com informações diferentes para o mesmo produto químico), como também de natureza comercial (caso de substâncias restritas apenas em alguns países). Além disso, o número de substâncias químicas existentes, bem como a velocidade com que novas substâncias são criadas, impedem a regulamentação de todos os produtos químicos perigosos. Estima-se que 99% das substâncias químicas não tenham sido submetidas a ensaios de toxicidade.
O GHS pretende atingir trabalhadores, consumidores, trabalhadores consumidores, trabalhadores em transporte e profissionais que atuam em emergências com produtos químicos, trazendo, como benefícios, maior proteção para os seres humanos e o meio ambiente, por meio da padronização da classificação de todos os produtos químicos e da criação de uma maneira de rotulá-los baseada em pictogramas (cenas ou objetos desenhados em que as idéias são expressas) de compreensão universal. Além disso, o GHS trará facilidades para o comércio internacional, fornecendo a todos os países uma estrutura para classificar e rotular produtos químicos perigosos e assegurando que sejam fornecidas informações importantes sobre todos produtos químicos importados e exportados mundialmente.
Estas informações formarão a base dos sistemas para a gestão segura de produtos químicos em todo o mundo, reduzindo a necessidade de testes e avaliações. Serão beneficiários deste sistema todos os países, organismos internacionais, fabricantes e usuários de produtos químicos que dele participem. Para aqueles países que já possuíam um sistema de classificação de substâncias químicas, não haverá redução da proteção, ainda que todos os sistemas existentes devam ser alterados.

Os critérios escolhidos serão sempre os mais restritivos.
 Para nós, usuários de substâncias químicas diversas e geradores de novas substâncias e de resíduos químicos, o GHS servirá como ferramenta não só para a identificação dos riscos, como também para a rotulagem apropriada de reagentes, produtos e resíduos, o que facilitará a estocagem e a disposição dos mesmos, evitando a ocorrência de acidentes.

A Importância da FISPQ na Segurança do Trabalho Rural

Tratada como documento de grande importância em muitos países, as Fichas de Informação de Segurança de Produto Químico (FISPQ), ainda são pouco utilizadas no Brasil, quando da aplicação de defensivos agrícolas.
Criadas nos Estados Unidos há cerca de 20 anos, por determinação da Occupational Safety & Health Administration (OSHA), órgão cuja a principal missão é prevenir danos e acidentes no ambiente de trabalho, exige-se o desenvolvimento e disseminação de informações sobre produtos químicos usados, para que sejam manipulados com segurança pelos colaboradores.
A padronização do documento surgiu em, com a publicação da ISO 11014, que definiu os 16 itens que devem constar nas fichas de segurança, seus subitens e formas de apresentação.
Através das FISPQ's, serão definidos os controles apropriados para promover a segurança ao ambiente de trabalho, como os equipamentos de proteção individuais (EPI's) a serem usados pelos colaboradores, indicar os primeiros socorros envolvendo o produto químico, estabelecer os procedimentos a serem adotados se ocorrer derramamento acidental, incêndio e outros acidentes, e ainda outras informações valiosas para prevenção de acidentes.
Os fornecedores tem o dever de manter as FISPQ's sempre atualizadas e disponíveis gratuitamente aos usuário. Por sua vez, os usuários é responsável por agir de acordo com as instruções nelas prescritas.
O Que Devem constar obrigatoriamente em uma FISPQ:
1. Identificação do produto e da empresa;
2. Composição e informações sobre os ingredientes;
3. Identificação dos perigos;
4. Medidas de primeiros-socorros;
5. Medidas de combate a incêndio;
6. Medidas de controle para derramamento ou vazamento;
7. Manuseio e armazenamento;
8. Controle de exposição e proteção individual;
9. Propriedades físico-químicas;
10. Estabilidade e reatividade;
11. Informações toxicológicas;
12. Informações ecológicas;
13. Considerações sobre tratamento e disposição;
14. Informações sobre transporte;
15. Regulamentações;
16. Outras informações.
 
Todos os colaboradores que manipulam agrotóxicos ou quaisquer outros produtos químicos, devem receber treinamento de forma a agir conforme prescrito na FISPQ do produto a ser utilizado.
Deve sempre ser treinado e acompanhado quanto ao uso do EPI específico, modo de transporte, manuseio e armazenamento seguro do produto.
É de extrema importância saber qual o EPI correto para manipulação de cada agrotóxico, uma vez que a química do produto pode ser absorvidas de maneiras diferentes pelo organismo, como por inalação (quando o produto químico entra pelas vias aéreas até o pulmão do trabalhador), por ingestão (quando o trabalhador ingeri o produto químico) ou por absorção (produtos químicos lipossolúveis, podem ser absorvidos pela pele) e podem causar diferentes reações fisiológicas.
O empregador deve fornecer os treinamentos e manuais de instrução aos colaboradores, quanto à correta manipulação do agrotóxico, bem como o uso correto dos equipamentos de segurança.
Salientando que, conforme a Norma Regulamentadora 31, à trabalhadores menores de 18 anos, maiores de 60 anos e gestantes, é vedada a manipulação de quaisquer agrotóxicos ou produtos semelhantes.
A Norma Regulamentadora 31, que estabelece preceitos de Segurança e Saúde dos Trabalhos Rurais, dispõe de diversas normas quanto os procedimentos seguros quanto à aplicação de agrotóxicos.  

Exijam sempre a FISPQ do produto utilizado em seus estabelecimento, diretamente com o fornecedor ou fabricante do produto, e utilize-a de maneira correta para aumentar a segurança e a saúde no seu ambiente de trabalho.

FONTE: Prof. Leonardo Galvão 

NÓS RECOMENDAMOS: HORTA CASEIRA 

Os alimentos orgânicos são aqueles que utilizam, em todos seus processos de produção, técnicas que respeitam o meio ambiente e visam à qualidade do alimento. Desta forma, não são usados agrotóxicos nem qualquer outro tipo de produto que possa vir a causar algum dano a saúde dos consumidores. No Brasil, o sistema orgânico de produção está regulamentado pela Lei Federal no 10.831, de 23 de dezembro de 2003, que contém normas disciplinares para a produção, tipificação, processamento, envase, distribuição, identificação e certificação da qualidade dos produtos orgânicos, sejam de origem animal ou vegetal.

Um fator importante a ser considerado é o teor de nutrientes das frutas, verduras e legumes da agricultura tradicional e da orgânica. Um estudo realizarealizado nos Estados Unidos em 2007 aponta que o teor de vitaminas, minerais e fotoquímicos dos produtos orgânicos pode ser maior que 40% em relação aos produtos da agricultura tradicional. Mesmo não tendo muitos estudos relacionados a comparar nutrientes entre alimentos orgânicos e inorgânicos, sabe-se que a utilização de agrotóxicos (frutas, legumes e hortaliças), antibióticos e anabolizantes (animais) pode causar predisposição a doenças como tumores, infertilidade, doenças do fígado e rins, doenças do sistema nervoso, dentre outras. 
 
Dentre as vantagens da utilização de alimentos orgânicos pode citar-se:
- Prevenção de doenças relacionadas a agrotóxicos, antibióticos e anabolizantes;
- Menor risco de desenvolvimento de cânceres;
- Maior valor nutricional dos alimentos;
- Conservação do meio ambiente;
- Aumento da renda de pequenos produtores;
- Incentivo ao cultivo familiar;

Como os alimentos orgânicos são produzidos em pequena escala, e por poucos produtores, seu preço de mercado é um pouco maior em relação aos não orgânicos, porém, algumas alternativas como a implantação de uma horta caseira ou comunitária, podem ajudar a incluir estes alimentos na mesa do brasileiro.

O Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos (PARA), realizado pela Anvisa, listou os 9 alimentos com mais quantidade de agrotóxicos:

HORTA CASEIRA PODE SER TANTO DE ALIMENTOS QUANTO MEDICINAL...
 
Introdução

Todo mundo quer uma alimentação saudável. Para uma alimentação segura e balanceada, uma horta caseira é uma excelente opção. Mas quando há falta de espaço... isso parece uma missão impossível. Mas não é.Nesse artigo você entenderá como montar uma mini-horta em vasos de um modo muito simples e descomplicado. Você poderá fazê-la até mesmo no seu apartamento.

Escolhendo o local, o vaso e o que plantar...

Local
Em locais escuros ou mal-iluminados, as plantas não fazem fotossíntese e não crescem adequadamente. Portanto, escolha um local bem iluminado, com bastante luz natural disponível. Em apartamentos, a sacada e a área de serviço costumam ser bons locais.
Vaso
Para isso não há regras, só algumas recomendações básicas: Os vasos devem possuir furos em baixo para drenar o excesso de água.
Vasos muito altos são desnecessários. 20 cm de altura costumam ser suficientes para um bom desenvolvimento das raízes. Vasos rasos demais secam muito rapidamente.

O que plantar
Para uma horta em vasos as melhores opções normalmente estão entre as pequenas hortaliças aromáticas, além de ervas medicinais, já que produzem constantemente e precisamos de pequenas quantidades por vez.
Algumas boas escolhas são: cebolinha, salsinha, coentro, hortelã, manjericão, manjerona, entre muitas outras.
Podemos encontrar essas plantas facilmente na forma de sementes ou mudas já formadas, em lojas agrícolas ou na feira.

 Como preparar o vaso
Há várias formas de prepararmos o vaso, mas o importante é facilitar a drenagem de água e disponibilizar nutrientes para a planta através de matéria orgânica. Para evitar que o vaso se encharque, basta cobrirmos o fundo do vaso com uma camada fina de pedras britadas, cacos de telha ou porcelana, ou mesmo outro material que tenha disponível.
A terra utilizada pode ser preparada de diversas formas, atingindo resultados semelhantes. Recomenda-se sempre adicionar sempre um pouco de húmus, mas sem exageros, pois seu excesso pode levar as plantas à morte.
Plantando as mudas ou sementes
Se utilizar sementes, semeie na profundidade recomendada na embalagem, mas desconsidere o espaçamento recomendado quando plantar em vasos. Se já possuir mudas, o plantio é bem mais simples. Plante a muda nivelando-a com o solo do vaso, preenchendo os espaços vazios com terra. Pressione levemente em torno da muda para eliminar os bolsões de ar.Regue o vaso até que fique bastante úmido, devagar, sem inundar o vaso.
Manutenção da horta em vasos

Manter a horta é muito fácil, além de ser uma verdadeira terapia. Separamos três tópicos que consideramos importantes para o seu melhor cultivo.
Regas
Procure manter o vaso sempre levemente úmido, sem nunca encharcar, já que isso poderia matar a planta e causar doenças na mesma. Molhar uma vez por dia normalmente já é o suficiente.
Adubação
Se desejar, adube o vaso com pequenas quantidades de húmus, adubos minerais (NPK), ou adubos líquidos. Evite exageros, já que o exagero pode levar à “queima” da planta, podendo matá-la.
Replantando
 
As pequenas plantas não duram pra sempre, uma hora começarão a exibir um mau aspecto. Quando isso ocorrer, você deverá replantar as mudas, utilizando o mesmo procedimento anterior, devendo-se trocar a terra do vaso.


TRABALHADORES MÃOS Á OBRA, POIS, ORGANIZAR UMA HORTA CASEIRA É UMA TERAPIA OCUPACIONAL, É UMA OPORTUNIDADE DE TRABALHO E APRENDIZADO PARA RESPONSABILIZAR E EDUCAR A FAMÍLIA, É UMA DAS FÓRMULAS MUNDIAIS DE ERRADICAR A POBREZA E A MISÉRIA HUMANAS, É UMA MANEIRA DE EXERCITAR A INTELIGÊNCIA E DESENVOLVER O VISAGISMO, OU SEJA, UM OLHAR HARMÔNICO ENTRE OS OBJETOS E A DISPOSIÇÃO DESTES DE FORMA BELA E UTIL. ENFIM...VALORIZE O QUE O BRASIL TEM DE MELHOR: TERRAS BOAS PARA PLANTIO...AFINAL..."AQUI EM SE PLANTANDO TUDO DÁ"... ALÉM DE ECONOMIZAR NO SEU BOLSO COM ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL E  QUALIDADE DE VIDA PARA SUA FAMÍLIA!!!

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

NOVOS DESAFIOS...VOCÊ TEM MEDO DE MUDAR DE EMPREGO TRABALHADOR?!?!?!? SUA SAÚDE PSICOLÓGICA- EMOCIONAL TRABALHADOR...

VAMOS COMEÇAR A SEMANA PENSANDO SE É VIÁVEL MUDAR DE EMPREGO OU NÃO E PERDER O MEDO DE MUDAR O ROTEIRO DA SUA VIDA TRABALHADOR COM SEGURANÇA E SAÚDE PSICO-EMOCIONAL...
Quando você troca de emprego ou é chamado para ocupar um cargo superior, muda de cidade ou termina um relacionamento sente um certo desconforto, não é mesmo? Tanto na vida pessoal quanto na profissional é difícil para qualquer pessoa encarar os desafios que chegam com a mudança. Muitas pessoas acabam abrindo mão de boas oportunidades por medo de encarar algo novo.
AMBIENTE  DE TRABALHO...
Mas quando falamos do ambiente de trabalho é preciso levar em conta que os desafios não podem ser encarados como bicho de sete cabeças e, sim, como uma oportunidade para os profissionais ascenderem na carreira, se desenvolverem e demonstrarem suas habilidades. “Os desafios promovem o crescimento profissional e estimulam a inovação”, destaca Sidney Alves, gestor de carreira da RH Capital, empresa de recursos humanos. Para ele o funcionário deve ter em mente que demonstrar resistência a alterações no cotidiano da empresa pode ser visto pelos gestores e líderes como um ponto negativo.

VEJAMOS OS PASSOS CERTOS PARA VOCÊ MUDAR DE ÁREA PROFISSIONAL COM SEGURANÇA TRABALHADOR:
Outro aspecto que deve ser levado em consideração é que o começo de toda mudança é sempre mais difícil.
No início, as novas responsabilidades podem assustar e até tirar o sono do profissional, mas depois de superadas, trazem benefícios. “Se o funcionário recebeu uma meta é sinal de que ele é visto como uma pessoa que tem capacidade para atingi-la. As mudanças são benéficas, pois impedem a estagnação dos talentos e promovem o desenvolvimento”, completou.

Se você quiser crescer na organização, deixe o medo de lado e encare o desafio!                                                          O profissional deve aproveitar a chance para aprimorar as competências que já possui e ainda propor outras inovações que beneficiem o dia a dia no trabalho e até o aumento na produtividade.“É um momento que pode ser decisivo para a ascensão profissional, por isso é importante estar aberto a mudanças. Se destacar é fundamental e, no fim, o resultado influenciará decisões que podem afetar os rumos da carreira do funcionário, seja dentro ou fora da organização. Além disso, nada melhor do que sentir que a missão foi cumprida”, explica Alves.

EXCELENTE INÍCIO DE SEMANA TRABALHADORES...

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

CURSO DE PEDREIRO BÁSICO PARA VOCÊ EXERCITAR NO FINAL DE SEMANA TRABALHADOR...


"Curso de Pedreiro Básico"



Se a sua mãe sempre fala para você, ocioso ser:

"Não vai estudar é???

"Então vou te botar pra quebrar pedra e carregar tijolo!"

Prove para a sua família que você é capaz e ganhe seu suado e abençoado dinheiro com uma profissão cada vez mais valorizada no mercado globalizado e emergente brasileiro!

Ofereça seus serviços de construção para toda sua família!

Aprenda a construir um "puxadim" no quintal da sua casa!

Faça uma laje e comemore com um super churrasquinho com muita mulata e pagode! Assobie para toda e qualquer mulher que passe na sua frente!

Adote agora mesmo o pedreiro life style(estilo de vida do pedreiro)!


O conteúdo é dividido nos seguintes capítulos:

  • O Trabalho De Pedreiro
  • Lista De Material
  • Os Mateirais
  • As Fundações
  • As Tábuas De Perfil
  • A Argamassa
  • Antes Da Construção
  • Construir
  • Alvenaria
  • Espessuras De Paredes
  • Aparelhamentos
  • Preencher Com Argamassa
  • Juntas Diversas

Este curso de pedreiro ensina o básico para a profissão. Apesar de abordar apenas o básico, muitos dos profissionais já atuantes na construção civil podem encontrar termos ainda desconhecidos neste breve curso.



Lista de Material do Trabalho de Pedreiro:

NÍVEL DE BOLHA:
Um modelo com duas bolhas permitirá controlar o nível horizontal e vertical.

FIO DE PRUMO:

Por vezes possui uma peça de madeira, à volta da qual poderá enrolar o fio.

COLHER DE PEDREIRO:

O lado biselado permite levantar o cimento da talocha.


COLHER DE PEDREIRO
PARA JUNTAS:


Com uma lâmina fina e plana (de 8 a 12 cm), serve para formar e alisar as juntas.

PÁ:
De preferência escolha um modelo com lâmina de aço temperado.

FITA MÉTRICA:
Existem metros articulados e fitas com enrolamento automático (com ou sem travão).
MARTELO DE
PEDREIRO:
A sua pena cortante serve para partir tijolos.

A MARRETA:
Um martelo muito robusto para demolir ou talhar tijolos e para trabalhos pesados.

BETONEIRA:


Serve para misturar a massa. Pode ser comprada ou alugada, funciona com um motor elétrico alimentado a 220 V ou à gasolina.

CARRINHO DE MÃO:

Atenção ao peso depois de carregado e às vias de acesso ao local de trabalho.

ESCOLHA:



Os materiais de construção apresentam-se sob formas diversas, tais como (entre outras) pavimentos de betão ou blocos de betão celular, sendo os tijolos os mais freqüentemente utilizados. Existem em diferentes formatos e qualidades.

FORMAS:


Um tijolo maciço é, conforme o nome indica inteiramente fechado. Um tijolo oco tem furos paralelos a todo o seu comprimento, os quais representam mais de 40% do seu volume total. Os furos de um tijolo perfurado a toda a sua espessura ocupam somente 15 a 40% do volume total.

DUREZA DOS TIJOLOS :


De acordo com a sua dureza, os tijolos não têm todos a mesma utilização. Escolha-os de acordo com a função da parede: mestra ou não, conduta interior ou exterior da chaminé, fundações...(neste caso, os blocos autobloqueadores resistente e estanques, são os mais indicados).

UM POUCO DE VOCABULÁRIO :


De acordo com a superfície visível, depois de levantada a parede, diz- se que o tijolo está colocado de cutelo (face de assento visível), em atravessado (topo visível), ou ao comprido (face de parede visível). Os tijolos podem ser cortados segundo várias formas com o nome de meio tijolo, ¼ de tijolo, ¾ de tijolo, em meio tijolo para parede a travar e meia-espessura. Existem ainda no mercado outros formatos, cujas dimensões não correspondem ao sistema modular, mas que são freqüentemente empregados são: 30x20x7.30 - 20x13x20 - 15.3x20x24.

FORMATOS :

No chamado sistema "modular" os formatos dos tijolos são baseados em módulos de 10 cm, o que significa que cada uma das suas dimensões, acrescida da espessura da junta, é igual a 10 cm ou a um múltiplo de 10 cm. Assim torna-se fácil o cálculo do número de tijolos necessários.

FUNDAÇÕES :


Os materiais empregados nos trabalhos de pedreiro são muito pesados, como tal, devem assentar sobre bases sólidas, que vão impedir o desmoronamento da construção e reter a umidade. Para obras a efetuar no jardim, opte por fundações superficiais em solo estável.

MATERIAL :


As fundações podem ser construídas com tijolo, mas, geralmente, há preferência pelo betão. Existe o betão armado (reforçado com ferros metálicos) e o betão magro (camadas sucessivas, calcadas progressivamente).

COLOCAÇÃO :

Para uma parede pequena, a colocação das fundações determina-se a "olho" para a construção de um alpendre, pregue tábuas a estacas enterradas no chão, as quais formarão ângulos retos.

TERRAPLENAGEM :

Em seguida, fixe cordéis entre as tábuas, os quais vão delimitar as dimensões da obra. Para ter a certeza que fez um bom trabalho, verifique se as diagonais da figura obtida têm o mesmo comprimento. No sítio das fundações, cabe a uma profundidade de 80 a 90 cm.

DIMENSÕES :

A largura das fundações é um fator muito importante. Esta deve ser igual a três vezes a largura da parede que vai construir. A largura da parede é igual à largura do tijolo que irá utilizar.

AREIA :

Coloque uma camada de areia com cerca de 20 cm de fundo do fosso. Nivele a superfície com a régua. Regue a areia, de forma a torná-la mais compacta e a obter uma base sólida.

COFRAGEM :

Agora faça a cofragem. Para tal utilize tábuas de 10 cm de largura e 2 cm de espessura, as quais são fixadas a estacas. Depois faça uma armação de aço, de preferência com varas de 4 a 5 mm de diâmetro, dispostas no sentido do comprimento da cofragem.

ARMAÇÃO :

Perpendicularmente sobre as varas coloque outras, cujo comprimento será igual à largura da cofragem. Fixe-as às outras varas com fio de arame, e com uma distância de 15 cm entre elas. Esta armação pode ser colocada sobre pequenas pedras ou blocos de madeira, para evitar o contacto com o chão.

COLOCAÇÃO DO BETÃO OU CONCRETO :

Prepare o betão, na proporção de uma parte de cimento para duas de areia grossa e três de gravilha. Depois verta o betão. Durante esta operação utilize um pau para mexer o betão, para que este se espalhe bem em toda a superfície da cofragem, sem deixar buracos.

ELIMINAÇÃO DO AR :

Assim que o betão fica colocado, dê fortes marteladas em vários sítios da cofragem para eliminar as bolhas de ar e, também, calcar o betão, enquanto fresco. Depois alise a superfície com uma espátula. Deixe secar durante vários dias.

PLACA DE FUNDAÇÃO :

Em certos casos é possível dispensar a cofragem e deitar o betão diretamente no fosso. Neste caso, verifique com muita atenção e o betão não se mistura com a terra, caso contrário não ficará tão sólido.

UMA PAREDE BEM DIREITA :

Como é natural, as paredes devem ficar bem direitas, assim como os ângulos e extremidades. Portanto, para ajudá-lo, utilize as chamadas "tábuas de perfil", as quais são colocadas nas extremidades das paredes, com a face lisa aplainada contra a alvenaria.

FIXAÇÃO DAS TÁBUAS DE PERFIL :

Trata -se de tábuas com 10 x 7.5 cm de secção e cujo comprimento depende da altura da parede a construir. Na base coloque suportes de madeira para evitar que a estrutura se desloque durante o trabalho. Coloque escoras de lado, fixados obliquamente.

HORIZONTALIDADE :

As tábuas de perfil devem estar perfeitamente verticais e os suportes devem assentar horizontalmente no chão. Verifique o nivelamento com o fio de prumo, no lado abrigado do vento, para maior segurança. A seguir deverá marcar na estrutura a altura de cada fila de tijolos.

ALTURA DAS FIADAS :

A altura de uma fiada corresponde à altura de um tijolo mais a espessura da junta. Mas as dimensões dos tijolos podem variar devido à cozedura. Portanto, coloque 10 tijolos frente a frente e calcule a sua espessura média. À medida obtida acrescente a espessura da junta. Marque a medida final numa régua.

COMPRIMENTO DOS TIJOLOS :

As juntas verticais devem ficar perfeitamente alinhadas. Para tal, coloque 10 tijolos lado a lado (na posição que terão no futuro), e calcule o comprimento médio do lado visível. A seguir marque a medida obtida na régua.

COMPRIMENTO DA PAREDE :

A parede começa, geralmente , por um tijolo isento de junta. Tendo os cálculos sido efetuados na base de um tijolo mais numa junta, você deverá, para calcular o comprimento total da parede, diminuir a espessura de uma junta à soma do comprimento calculado anteriormente. Marque o resultado na régua.

HORIZONTALIDADE DOS PERFIS :

Sobre as tábuas de perfil trace uma linha horizontal, situada à mesma altura para todas. Para tal, utilize uma régua, sobre a qual será colocada o nível de bolha, e faça um traço a lápis rente à face superior da régua. Repita esta operação para cada régua de perfil.

HORIZONTALIDADE DAS FIADAS :

Encoste a régua onde marcou as alturas das fiadas à primeira madeira de perfil, e transfira as medidas para esta última. Depois, sobre a régua encostada ao perfil, transfira o traço horizontal que marcou neste último.

PONTOS DE MARCAÇÃO :

A régua com as medidas verticais permitirá reproduzir precisamente as marcas indicando a altura das fiadas sobre os outros perfis : tijolos e juntas ficarão perfeitamente horizontais se fizer corresponder os traços do perfil com os da régua.

CORDEL :

Antes de passar à alvenaria propriamente dita, estique um cordel entre as duas tábuas de perfil e fixe-o à altura das primeiras marcas, com um nó ou com um prego. Neste último caso não enterre demasiadamente o prego, pois terá que o deslocar de uma fiada para outra.

UNIÃO :
A argamassa permite a união dos tijolos. É composta por cimento ou cal, areia e água. A mistura pode ser feita por si ou, então, comprada já preparada, tendo somente que acrescentar água.

ARGAMASSA PREPARADA :


A vantagem da argamassa de compra é que as proporções da mistura são sempre idênticas. Cabe-lhe a si acrescentar sempre a mesma quantidade de água. Esta argamassa é de preferência utilizada, por exemplo, em pequenos trabalhos de reparação.

PREPARAÇÃO DA ARGAMASSA :
Para empreender trabalhos de maior envergadura, a melhor solução é alugar uma betoneira. Se quiser misturar a argamassa com a pá, faça-o numa superfície plana e limpa.

PROPORÇÕES DA MISTURA :
Para alvenaria em tijolo oco são precisos 100 L de argamassa para 5 m². Para esta quantidade prepare 150 L de mistura, respeitando as proporções seguintes : cimento 1; cal 0.5; areia 4.5. Para tijolos maciços : cimento 1; cal 0.25; areia 2.5.

MISTURA :
Faça um monte de areia. Junte a cal e misture bem com a pá, até que a mistura ganhe uma coloração homogênea.

ÁGUA :

Servindo-se da pá, dê uma forma de coroa à mistura, dentro da qual irá deitar a água. Com a pá, deite a mistura que se encontra nos bordos dentro da água, até obter uma pasta homogênea. Enterre a pá na argamassa e retire-a; se formar uma fenda, é porque está pronta a ser utilizada.

CONDIÇÕES CLIMATÉRICAS :
Para construir ao ar livre, tem que se ter em conta as condições climatéricas. Não trabalhe em tempo de geada ou com aguaceiros freqüentes. Se houver uma chuvarada forte quando estiver na obra, pare de trabalhar e cubra-a com uma lona ou uma tela plástica.

ARMAZENAMENTO DOS MATERIAIS :
Se tiver que armazenar os tijolos durante algum tempo, não os deixe colocados diretamente sobre o chão. Coloque-os, por exemplo, sobre um suporte feito de traves e tábuas. Atenção ao gelo, pois é o inimigo n°1 dos tijolos: cubra -os bem para evitar que se partam.

TEMPO DE UTILIZAÇÃO DA ARGAMASSA :
A argamassa deve ser utilizada no espaço de 2 h, o que implica a sua aplicação rápida. Portanto, ao seu alcance deverá ter tijolos em quantidade suficiente, para não ter que os ir buscar no decurso do trabalho. Coloque a argamassa dentro de um balde que terá sempre à mão.

TESTE :
É fundamental que haja uma boa aderência da argamassa aos tijolos. Faça, portanto o seguinte teste: com a colher de pedreiro coloque uma camada de argamassa sobre um tijolo, pressionando-a depois contra outro tijolo. Separe-os ao fim de um minuto : se a argamassa estiver igualmente repartida pelos tijolos, é porque a aderência é boa.

ADERÊNCIA :
A aderência poder ser medíocre porque os tijolos estão demasiados secos : molhe-os ligeiramente na véspera do trabalho. A estrutura do tijolo também pode influenciar a aderência, por não absorverem suficientemente a água da argamassa. Neste caso, reduza a proporção de cal na
mistura.

APLICAÇÃO DA ARGAMASSA :
Espalhe um comprimento de argamassa, no sítio onde irá colocar o primeiro tijolo. A camada deve ser mais espessa que a junta prevista, com a ponta da colher de pedreiro deve sulcar ligeiramente a camada de argamassa.

COLOCAÇÃO DO TIJOLO :

Coloque o tijolo contra a tábua de perfil, com o lado perfeitamente paralelo ao cordel guia. Faça-o deslizar sobre a argamassa, da esquerda para a direita, de forma a empurrar o tijolo para o seu lugar. Com a colher recupere o excedente de argamassa e deite-a para o balde.

O SEGUNDO TIJOLO :
Coloque argamassa contra a face vertical do primeiro tijolo, numa camada um pouco mais espessa que a junta vertical prevista. Faça também deslizar o segundo tijolo lateralmente na argamassa e batendo-lhe com o cabo da colher. O tijolo deve ficar paralelo ao cordel e a 1 mm de distância deste

A SEGUNDA FIADA :
Depois de construída a primeira fiada, a régua de medida horizontal vai ajudá-lo a colocar a segunda fiada. Para tal, com giz ou com lápis, transfira para os tijolos da primeira fiada a colocação exata dos tijolos da segunda fiada, com a ajuda da régua.

PAREDE INCLINADA :
Uma das falhas mais freqüentemente cometidas na execução dos primeiros trabalhos de alvenaria, consiste em colocar os tijolos em posição inclinada. Portanto, não se esqueça de verificar regularmente a verticalidade com uma régua.

TIJOLOS CURVADOS :
Se alguns tijolos estiverem curvados ou apresentarem uma forma irregular, coloque-os com a parte abaulada para cima e as extremidades no alinhamento do cordel : assim, poderá colocar corretamente as fiadas seguintes.

COLHER DE PEDREIRO :
É sempre necessário a utilização de uma colher de pedreiro apropriada. Destros e canhotos devem certificar-se de que escolheram o modelo que lhes convém. Os primeiros terão mais facilidade a construir da esquerda para a direita, e os segundos no outro sentido.

JUNTAS :
Se interromper os trabalhos, corte o excesso de massa das juntas, a uma profundidade de 1,5 a 2 cm. Para isso é necessário que a argamassa ainda não esteja muito rija. Não se esqueça das juntas colocadas às extremidades da parede, colocadas contra as tábuas de perfil

CORTAR TIJOLOS :
Deverá cortar alguns tijolos. Deite o tijolo, na horizontal, coloque o escopro no sítio do corte e bata-lhe com a marreta, ou então, com o escopro, entalhe ligeiramente o tijolo sobre a linha. Aplique um golpe seco para separar as duas partes.

REBARBADORA :
Para cortar os tijolos, pode ainda utilizar uma rebarbadora ou para pequenas quantidades, um berbequim equipado com um disco de cortar pedra. Tome as precauções necessárias: use óculos de segurança.

MEIA ESPESSURA :
Os tijolos podem ser cortados a metade da espessura. Para cortá-los, retiram-se pequenas quantidades de matéria com o escopro, fazendo girar o tijolo.

UNIÕES E ÂNGULOS :
A união de duas paredes exige uma junção sólida, que se consegue por meio de tijolos comuns às duas paredes. Para os ângulos retos, o aparelhamento mais simples é o Designado de dente ou de espigão, não sendo preciso cortar os tijolos

ACABAMENTO :


Para preservar o topo da parede e torná-la mais estanque

(sobretudo para as paredes exteriores de jardim, ...) é necessário um acabamento ou um último assentamento de tijolos rijos, normalmente colocados de cutelo, com a face de parede visível, ligados por uma argamassa muito sólida.

FIADA :
Para construir uma fiada de tijolos colocados em cutelo, faça-o da esquerda para a direita. Estenda uma camada de argamassa sobre a última fiada, depois barre a face de assento do tijolo, sem ultrapassar os bordos : corte o excedente em "bisel". Coloque o tijolo no lugar, fazendo-o deslizar sobre a argamassa

FERROS :
Se tiver que fixar aduelas à alvenaria, utilize ganchos (ferros), que deverão ficar presos na juntas de argamassa e a uma distância de 60 cm entre si. Ferros direitos também podem ser utilizados para reforçar a união entre duas paredes.

PAREDES COM A FACE DE ASSENTAMENTO VISÍVEL :
A função das paredes vai determinar, a sua espessura. Esta é determinada pelo formato dos tijolos e do aparelhamento empregue. As paredes com os tijolos colocados com a face de assentamento visível servem para a construção de tabiques de separação: os tijolos são dispostos sobre a face de parede, com a face assentamento visível.

PAREDES EM MEIO TIJOLO :
Estas paredes são recomendadas para a construção de divisórias interiores (casa de banho) ou de pequenas dependências (garagem, alpendre). De fácil construção, os tijolos são colocados sobre a face de assentamento, não havendo necessidade de se cortar muitos tijolos.

PAREDES DE UM TIJOLO :
Estas paredes têm por espessura o comprimento de um tijolo, e podem muito bem suster um soalho ou uma viga. A regulação da umidade, assim como o isolamento térmico, são melhores que no caso precedente, se bem que as paredes duplas obtenham os melhores resultados.

PAREDES DUPLAS :
Aqui trata-se de duas paredes distintas e paralelas (de meio tijolo), cujo espaço interior é cheio com um material isolante. Estas paredes são ligadas uma à outra com ferro. A sua resistência é comparável à das outras paredes.

DIREÇÃO :
Se tiver que construir uma parede com uma espessura superior a um tijolo, a solução mais fácil consiste em primeiro construir a fiada da frente (da esquerda para a direita), e depois, no retorno, a fiada de trás (da direita para a esquerda).

APARELHAMENTOS :

Este termo designa a disposição dos tijolos, uns em relação aos outros. A escolha de um aparelhamento não se deve limitar ao seu aspecto estético: este tem um papel importante na solidez da construção, pelo que deve ser adaptado em função da construção.

JUNTAS :


Duas juntas verticais nunca devem ficar no prolongamento uma da outra : a sua parede desmoronar-se-ia com um forte embate. Posicione os tijolos em fiadas, de forma alternada. As juntas devem ter todas a mesma espessura, de forma a garantir a solidez da obra.

MEIO TIJOLO :
O aparelhamento a meio tijolo é muito utilizado. Todos os tijolos são colocados sobre a face de assento, ou seja, com a face de parede visível. É um aparelhamento muito regular, para o qual terá que partir poucos tijolos. Permite uniões em ângulo, em "T" e em cruz.

APARELHAMENTO VERTICAL:
Aqui as fiadas de tijolo alternam, umas com a face de parede visível, outras com o topo de tijolo visível. Este aparelhamento permite as uniões em ângulo, em "T" e em cruz. As paredes construídas desta forma têm por espessura mínima o comprimento de um tijolo.

LIMPEZA :
As juntas de ligação devem ser escavadas a uma profundidade de cerca de 2 cm, com uma colher de juntas, pouco tempo depois de ter colocado a argamassa. Escove as superfícies cuidadosamente com uma escova dura, de forma a eliminar todos os vestígios de argamassa. Depois molhe a parede com um jato de água.

RESTOS DE ARGAMASSA :
Se não conseguir eliminar os restos de argamassa, lave a parede com uma solução de ácido clorídrico (uma parte para vinte partes de água). Aplique esta solução com uma escova sobre a parede molhada (proteja os olhos). Após alguns minutos, lave a parede com um jato de água
potente.

ENCHIMENTO COM ARGAMASSA :
Esta argamassa prepara -se da mesma forma que a anterior, exceto para os muros exteriores não leva cal. Quando juntar a água, faça com que fique quase "seca" e granulosa. Se a apertar um pouco entre os dedos, não deverá perder água.

JUNTAS :
Coloque argamassa sobre a talocha e encoste-a contra a junta horizontal. Primeiro encha a junta com uma colher para juntas e, depois, dê o acabamento escolhido por si.

JUNTAS VERTICAIS :
Para juntas verticais coloque um pouco de argamassa na mão e, com a colher de juntas na outra mão coloque-as nas juntas. Se necessário, umedeça novamente a parede. Depois de ter feito o enchimento das juntas, limpe a parede com uma escova macia para eliminar restos de massa.

NATUREZA DA PAREDE:

A forma das juntas deve adaptar-se à natureza do tijolo utilizado. Geralmente, um tijolo liso ficará bem com as juntas lisas, enquanto que os tijolos irregulares (antigos) ficarão mais valorizados com juntas rugosas, até mesmo escovadas.



COR :
Conforme já foi indicado anteriormente, a composição da argamassa de enchimento deve ser o mais próxima possível da argamassa de ligação. Se quiser obter juntas com tonalidade diferentes, encontrará no mercado várias misturas coloridas.


JUNTAS CHEIAS
As juntas cheias dão um aspecto plano à parede. São muito resistentes e combinam bem com os tijolos de superfície um pouco rugosa. Tornam impossível qualquer infiltração de água na parede.


JUNTAS RECUADAS :
Graças ao efeito das sombras, as juntas recuadas dão mais relevo à parede. Saiba que aumentam a superfície porosa da parede, o que as torna mais resistentes ao gelo e ao calor, mas diminuem um pouco a solidez do conjunto, sendo também muito sensíveis à chuva.

JUNTAS OBLÍQUAS:
Estas juntas facilitam o escoamento da água, produzindo também um belo efeito de sombras e relevo. No entanto são muito difíceis de executar para um principiante.

Fonte: Administração GDO


PEDREIRO DIZ CADA UMA...

 


CULINÁRIA FÁCIL E REFRESCANTE DE FIM DE SEMANA:

SALPICÃO DE FRANGO DEFUMADO
 2 unidade(s) de maçã verde em cubos pequenos
200 gr de abacaxi em cubos pequenos
1 lata(s) de milho verde

1 lata de seleta de legumes
azeitonas á gosto
uvas passa á gosto
pimentões verde, amarelo e vermelho picadinho
cheiro verde/salsa picada
1 pitada de catchup
 3 colher(es) (sopa) de maionese
3 colher(es) (sopa) de creme de leite sem soro
1 colher(es) (café) de molho inglês
1 colher(es) (chá) de mostarda
1 unidade(s) de frango defumado


MODO DE PREPARO:

Retire totalmente a pele do frango.
Misture tudo muito bem e deixe na geladeira pelo menos por duas horas antes de servir.

ACOMPANHAMENTOS:

*VINHO BRANCO,
*ARROZ BRANCO,

* BATATA PALHA.


EXCELENTE FINAL DE SEMANA APRENDENDO A SER PEDREIRO TRABALHADORES...E LEMBRE-SE SE BEBER VÁ DE TÁXI...SE FOR AMAR NÃO PROMETA O QUE NÃO SE CUMPRIRÁ...DIVIRTA-SE COM SAÚDE E MUITA SEGURANÇA NO SEU LAR OU FORA DELE RESPEITE SEUS LIMITES SE QUISER SER RESPEITADO PELOS OUTROS....