sexta-feira, 7 de outubro de 2011

FINALIZANDO NOSSA SEMANA SOBRE AUTOESTIMA TRABALHADORES...

Autoestima Deve Ser Desenvolvida Durante a Infância!!!
Estímulos, Elogios, Críticas e Dúvidas Devem Permear o Universo Infantil ...
Educar e formar uma criança são tarefas desafiadoras. Pais de primeira viagem ou casais que já passaram pela experiência de ter o primeiro filho são diariamente testados. Não basta cuidar do básico, como alimentar, trocar fraldas, ensinar os primeiros passos e palavras. É necessário mais. Entre o manancial de cuidados há os que exigem mais resiliência, como fazer com que o filho conquiste autoestima.

Aparentemente a missão nem é tão cabulosa. Mas fazer com que criança seja confiante para assumir riscos e desenvolva segurança para acreditar na própria capacidade, sabendo aceitar o fracasso, exige muito dos pais. "É no decorrer dos anos que as crianças aprendem as habilidades requisitadas pela nossa sociedade", explica a psicóloga Renata Ayub.
De acordo com a profissional, se uma criança não é estimulada a desenvolver habilidades como estas, elas podem crescer com uma visão distorcida de suas capacidades. "No futuro, provavelmente, ela terá muita dificuldade para aceitar as frustrações, além de acreditar que não é boa o suficiente", explica.

Contrução da Autoestima Infantil



Uma criança precisa de elogios para desenvolver a autoestima. No entanto, muitos pais pecam ao restringir a somente este detalhe. "Dedicação para entender o filho ainda é a melhor forma de fazer com que ele cresça de forma saudável", diz Renata. Segundo a profissional, ouvir a criança e procurar entender suas necessidades é recomendável. Porém, o alerta sobre a linha tênue entre compreensão e falta de limites não tarda a aparecer. Os pais precisam (e devem) impor limites aos filhos.


A forma mais adequada de executar a tarefa é evitar as críticas em excesso e prezar pela explicação lógica. "Críticas severas podem deixar sequelas e traumas profundos, afinal, as primeiras noções de autoestima das crianças são os olhares que os pais têm sob elas", alerta a terapeuta.

O excesso de cuidados pode ser devastador na vida adulta. Crianças devem aprender desde cedo a lidar com frustrações. Caso pulem esta etapa, as chances de perpetuar a fragilidade diante de dificuldades é enorme. "É extremamente difícil para um pai ver o filho em uma situação de desconforto. Ao mesmo tempo, é igualmente arriscado poupá-los das dificuldades", pondera a profissional. "A reação dos pais diante de determinadas situações vão refletir na forma como ela agirá na vida adulta. Se a criança é superprotegida, jamais acumulará vivências e terá pouco repertório para saber se posicionar".
 
Evite os traumas

Deixar os filhos cometerem erros pode ser saudável. Antecipar uma escolha da criança limita suas opções e ela certamente não saberá lidar com frustrações, pois sempre teve respaldo dos pais nas situações em que ela deveria agir e pensar por si mesma. Estimular a coragem, evitar comparações com outras crianças e elogiar é sempre recomendado. Assim como manter um diálogo aberto, dar atenção aos seus dilemas (por mais corriqueiros que eles pareçam) também favorecem o desenvolvimento da autoestima infantil.













LIVROS PARA AJUDAR...

 



Saiba Como Recuperar e Aumentar a Autoestima de Forma Natural
Exercícios, Acupuntura e Fototerapia Podem Ajudar a Reconquistar o Bem-Estar
Você já parou para pensar qual foi a última vez que você reservou um tempo para se cuidar e tirar um dia inteiro para chamar de seu? Este dia já existiu ou ainda é um sonho distante?
Atropelados pelos afazeres do cotidiano, muitos acabam esquecendo do próprio bem-estar. Esquecemos que somos bonitos, que temos dons, amigos ótimos e mergulhamos em um mundo de pessimismo. E se não damos valor ao que é bom, o caminho para ficar deprimido é curto.
De acordo com o psiquiatra Maurício Lima, a depressão deve ser tratada. Há casos que só medicamentos têm o poder de tirar um paciente de um quadro clínico em estágio avançado, segundo o profissional. "Porém, quase na mesma proporção dos pró-remédios, existe uma grande parcela da população que busca ajuda em outras formas de recuperar o bem-estar emocional e, consequentemente, o amor próprio e a autoestima", pondera o psiquiatra

A auto-observação, um exercício mental bastante dificil no começo, pois exige que se preste atenção e veja o tempo todo a forma de pensar e sentir, como se estivéssemos fora do corpo, assistindo a nós mesmos em um programa de TV é uma delas. Assim, é possível notar o que fazemos inconscientemente para nos auto-sabotar e quais as razões que nos levam a isso, até então imperceptíveis.
Atitudes consideradas naturais, como praticar exercícios
seja ao livre ou numa academia, também são recomendadas. "As atividades físicas liberam endorfina, que faz bem para o cérebro e causa sensação de bem-estar", diz o profissional.
Praticar a meditação, outra ótima aliada do bem-estar, ajuda a promover mudanças na maneira de pensar pois diminui a ansiedade. Aos que ficam tristes em dias sem sol, há a fototerapia como alternativa. O paciente é colocado com os olhos perto de uma lâmpada fluorescente de pelo menos 2,5 mil lux (unidade de medida de luz), em sessões de 30 minutos. Nesse caso, é importante que o aparelho não emita raios ultravioleta.


Se submeter a técnicas como acupuntura também é válido. Os efeitos de alívio surgem entre 5 e 15 aplicações, diz o especialista, que também recomenda a técnica aos pacientes. Segundo o psiquiatra, existem vários métodos para recuperar o amor próprio. "O desespero em ficar bem logo, de uma hora para outra, não ajuda. A busca quase obsessiva por medicamentos ansiolíticos e antidepressivos também não. Eles são prescritos e ajudam a tratar doenças graves, como depressão e crises de ansiedade, mas não são uma fórmula mágica para a vida inteira", afirma o médico.

Entender seu próprio comportamento e não se mutilar com julgamentos ou avaliações severas são passos importantes para manter o equilíbrio e jamais precisar recorrer às fórmulas químicas ou qualquer outro método.




























CULINÁRIA DE FINAL DE SEMANA PRA JUNTAR E ALIMENTAR LEGAL E BARATO A GALERA...

Bolinhos de Arroz com Abobrinha Assados
INGREDIENTES:
 
 
 
 
6 colheres de sopa (generosas) de arroz já cozido
1 abobrinha italiana ralada na parte maior do ralador
1 cebola pequena picada
1 dente de alho picado
2 ovos inteiros
2 colheres de sopa de farinha de trigo
3 colheres de sopa de queijo parmesão ralado
1 pitada de fermento químico em pó
1 colher de sopa de azeite
salsa fresca picadinha
pimenta branca moída à gosto
2 colheres de sopa de molho shoyu
1 pitada de sal

Modo de Preparo:
Misture bem o arroz, a abobrinha, a cebola, o alho. Bata ligeiramente os ovos com um garfo e derrame sobre a mistura de arroz. Continue misturando até os ovos incorporarem na massa. Polvilhe a farinha de trigo e o fermento. Tempere com pimenta, sal, shoyu e azeite. Novamente misture todos os ingredientes e divida a mistura para forminhas individuais (pode usar forminhas de empada que também funciona). Se for utilizar forminhas de silicone não precisa untar. Leve ao forno médio pré-aquecido em 240º por 25 minutos e desligue. Sirva com um bom molho de pimenta!

quinta-feira, 6 de outubro de 2011


Baixa Autoestima e Falta de Amor Próprio Provocam Ansiedade
Insegurança e Pensamentos Negativos Também Podem Agravar o Problema
A ansiedade é um mal que acompanha gerações há anos. A sensação de desconforto não chega a ser classificada como uma doença, mas sim como um sintoma preocupante que pode culminar em uma série de inconvenientes relacionados à saude e à vida pessoal.
O mal estar é provacado, basicamente, pela insegurança em relação a situações que só vão acontecer no futuro. "Pessoas ansiosas vivem em alerta e sofrem por algo que pode ou não acontecer", define o psicólogo Thiago Sampaio.

Intimamente ligada ao medo - e confundida com ele -, a ansiedade é acionada pelo corpo, especificamente por uma área do cérebro que percebe algum tipo de ameaça ou perigo e, a partir daí, o mecanismo de defesa passa a funcionar. "A principal diferença entre medo e ansiedade é que o primeiro surge em situações de risco imediato, já a segunda não altera a racionalidade e está voltada para o que não aconteceu", explica o profissional.
O sentimento dispara um estado de alerta sensível, quase um radar daquilo que pode ou não afetar a vida. É por isso que uma pessoa ansiosa vive em sobressalto, esperando que algo aconteça. O sentimento é altamente influenciado pela maneira que pensamos. E é neste detalhe que mora o perigo de o transtorno ganhar uma dimensão poderosa para detonar a sua autoestima. "Os sentimentos negativos são como um ímã para a ansiedade e consequentemente para o sofrimento", diz Sampaio.

Identifique a Raiz do Problema...

Os pensamentos negativos e catastróficos podem ser desencadeados por traumas e por
insegurança, ambos relacionados também à baixa autoestima. "As pessoas não são ansiosas porque querem. É automático pensar em problemas quando já se passou por situações de medo", pondera o psicólogo. A preocupação exagerada com um futuro que ainda não aconteceu é uma clara demonstração de insegurança.

O excesso de pensamentos ruins inevitavelmente gera um ciclo vicioso que tende a esmagar a autoestima do indivíduo. "A ansiedade é um combustível que alimenta a baixa autoestima. Nem sempre ela é negativa, claro, mas uma pessoa que sofre por antecipação está claramente se sentindo em desvantagem diante de uma situação", exemplifica o profissional.

A falta de segurança pode prejudicar ainda a vida pessoal e profissional. Uma pessoa insegura diante de um chefe certamente não será valorizada no trabalho, com isso as frustrações aparecem e ela passa a acreditar que não é boa o suficiente para desempenhar algumas funções. O mesmo, diz o psicólogo, pode acontecer em um relacionamento, quando um dos parceiros trai e o outro descobre. Em casos assim, o trauma pode ser grande e reduzir a autoestima e o amor próprio a níveis baixíssimos.
Como Combater o Mal
O excesso de informação dos dias atuais levam a humanidade a comparar tudo e todos. "Se somos expostos a corpos esculturais, a vidas glamurosas, rapidamente comparamos com o que somos e o que temos. Em 99% das situações, os indivíduos sentem que estão abaixo, o que causa um sentimento natural de inferioridade", contextualiza.
De acordo com Sampaio, brecar as comparações é quase impossível, pois somos guiados por um impulso quase incontrolável. No entanto, ele recomenda que ponderar e reconhecer suas qualidades e talvez até a desigualdade da comparação é uma alternativa para não esmigalhar o amor próprio e manter a autoestima.

Outra dica do profissional é tentar manter a racionalidade e afastar os pensamentos catastróficos. "Acreditar em si é tão fundamental quanto manter um raciocínio lógico diante de qualquer situação da vida", diz. Em casos extremos de ansiedade, que podem se revelar em crises de falta de ar, taquicardia e outros inconvenientes, é necessário procurar ajuda médica ou fazer um tratamento terapeutico com psicólogos.

Ser confiante e racional diante das situações rotineiras garante também o bem-estar e, com isso, menos complexos e inseguranças. "Elevar a autoestima é básico para minimizar o comportamento ansioso", finaliza.
 MANTER A CONFIANÇA EM SI MESMO(A) É TER UMA VIDA CONSTRUÍDA EM BASES SÓCIO-EMOCIONAIS TRANQUILAS E SEGURAS MESMO QUE A VIDA EM REDOR ESTEJA DIZENDO O CONTRÁRIO. PARA ISSO É PRECISO SE VER, RECONHECER QUE A SUA VIDA NA FASE ADULTA É VOCÊ QUE DECIDE E CONSTRÓI E NÃO DEPENDE DOS OUTROS PARA SER OU FAZER A VIDA FELIZ!!! PREENCHER  'ENORME' TEMPO VAZIO DE AÇÕES COM ALGO EDIFICANTE COMO UM CURSO NOVO, UMA LEITURA DE UM BOM LIVRO, UMA RELIGIÃO, CIÊNCIA OU FILOSOFIA QUE TE INTERESSE FREQÜENTAR E APRENDER, UM RELACIONAMENTO AMOROSO SAUDÁVEL, UMA ROTINA QUE LHE SATISFAÇA, PORÉM SEMPRE APRENDENDO ALGO QUE LHE MANTENHA A MENTE E A ALMA SATISFEITAS E TRANQUILAS SEM IMPOR ISSO A NINGUÉM.


terça-feira, 4 de outubro de 2011

Falta de Desejo Sexual Interfere na Autoestima!!!
A Mulher e o Homem Precisam Estar de Bem com a Saúde e com a Mente para Sentir Prazer
Durante muito tempo o prazer feminino nas relações sexuais foi preterido ou simplesmente ignorado. Felizmente o ponto de vista mudou. Além da mulher reconhecer que é tão merecedora do orgasmo quanto o homem, antigos tabus sobre a sexualidade feminina estão sendo revisitados. A frigidez é um deles. O mal não trata-se apenas da falta de prazer feminino sem motivo aparente, como no passado já foi encarado. O problema também não é um inconveniente sem cura. De acordo com a ginecologista Luciana Rocha, de São Paulo, frigidez é um termo incompleto para definir a inibição do desejo feminino.

O distúrbios sexual se caracteriza pela diminuição da libido e ausência de orgasmo e, segundo a especialista, pode abalar a autoestima das mulheres que sofrem com a falta de prazer nas relações sexuais.
"Existem as mulheres que não conseguem encontrar o ponto máximo de uma relação sexual em situações específicas de incômodo ou cansaço. Por outro lado, há quem já tenha encontrado o clímax durante um período da vida, mas, por algum motivo, parou de sentir ou apresenta dificuldades de se entregar a uma relação. E, por fim, há um grupo de mulheres que nunca vivenciou a experiência do orgasmo", define a médica.

Segundo a profissional, há duas causas básicas que impedem a mulher de atingir o orgasmo. A primeira e, de certa forma mais fácil de tratar, é a orgânica. "Distúrbios de hormônios podem influenciar durante o momento mais íntimo da relação, o que acontece com a minoria delas", explica a ginecologista. Nestes casos, apenas a reposição destas substâncias no corpo resolvem a ausência do prazer intenso.
 
O outro fator que atrapalha o desempenho sexual está ligado ao emocional e afetivo.
Estes demandam mais tempo para resolver e exigem um estudo aprofundado do histórico da paciente.

Por conta da dificuldade, algumas mulheres ainda resistem a procurar ajuda médica, analisa a ginecologista. Há ainda a necessidade de aprender a respeitar certos momentos da própria vida, que inibem o apetite sexual. Segundo Luciana, os primeiros meses de uma gestação e o pós-parto bagunçam a produção de hormônios, o que impedem muitas vezes o desejo de sexo.

No caso das mulheres que se tornaram mães, por exemplo, a produção dessas substâncias acontece de forma diferenciada porque o corpo feminino entende que é o momento de cuidar do bebê e a ovulação - e, assim, os hormônios que estimulam o sexo
- passam a ser algo secundário.
 Tratamentos para o prazer
Para conseguir apimentar uma relação sexual as mulheres possuem uma arma poderosa e que nem sempre conhecem a fundo: o próprio corpo. Conhecer os pontos mais sensíveis, diz a ginecologista, ajuda a relaxar na hora certa e permite o encontro com orgasmo.

Soluções não faltam para quem quer encontrar o prazer na relação, mas parte da solução pode estar no parceiro.
 "Muitas mulheres não cogitam a possibilidade de pedir para que o parceiro faça mudanças na rotina sexual do casal. Elas sentem tanta vergonha que preferem não falar. A baixa autoestima pode sabotar algo que poderia ser revisto com uma simples conversa entre parceiros", complementa Luciana. Segundo a especialista, o parceiro também pode ajudar na busca do prazer e ambos, de maneira íntima, têm a chance de encontrar juntos zonas do corpo mais sensíveis.
JÁ OS HOMENS...
Muitos homens conhecem bem o próprio corpo e seus pontos de prazer são mais aparentes que o corpo feminino, por isso têm maior facilidade na hora de ter prazer.

Homens apesar da 'fama', não conhecem ou pelo menos não se interessam em conhecer os pontos de prazer feminino, e por isso se satisfazem com um prazer momentâneo, corriqueiro e de baixa qualidade no calor de um tesão. Esquecem de suas parceiras na maioria das vezes por perpetuarem a história que prega a mulher como simples depósito de prazer masculino.

VICÍOS E HOMENS
Outro perigo de baixa autaestima nos homens é o fato de transferirem o prazer sexual real e natural por alcóol, drogas, e a masturbação contínua por conta da fase metal do adolescente não ter amadurecido em relação á prática sexual com uma parceira de verdade. O que torna o sexo natural desinteresante, estressante no caso de alcóol e drogas, pois, ambos interferem na ereção ou mesmo não há ereção embora o desejo sexual seja intenso.

 
A internet e as escapadelas virtuais também interferem e minam a autoesima por proporcionarem um prazer momentâneo insatisfatório, ilusório(vamos combinar que mulheres perfeitas não existem - é fotoshop afinal filmagens usam todos os tipos de truque computadorizado - ou é desenho japonês-mangá) e vazio como as práticas acima citadas não conseguem manter a satisfação sexual masculina por muito tempo. E sem saberem disso muitos têm perdido seus relacionamentos e casamentos. Aparecem os distúrbios de comportamento em público, chegando a beirar o ridículo! Homens com disturbio de comportamento na área sexual e moral começam a pensar que todas as mulheres são como as da internet: fáceis, de construção ética e moral baixas ou sem nenhuma construção de valores,  ou as que encontra nas ruas semi-nuas insinuantes, nos bares com os mesmos vícios que eles na área sexual e se comportam como 'lobas' disponíveis, livres de vínculos e devoradoras de homens, o que nem sempre é real, e elas mesmas caem nas próprias armadilhas atraindo pra si estes homens, o que acarreta no final da empreitada muito cansaço, frustração e relações doentias e insatisfatórias, aumentando ainda mais sua sede de sexo-afeto(aquele que nos faz relaxar e satisfazer), impossível de ser saciado com estes tipo de homens com disturbio comportamental.
 Nas empresas começam a se comportar de forma assediativa, pondo em risco sua própria carreira por assédio sexual, e, o assédio moral quando a baixa autoestima humilha e faz sofrer e sobrecarregar seus colegas e subordinados. Caso tenha uma mulher como chefe é insubmisso e tenta a todo momento 'cantá-la', desmoralizá-la ou derrubá-la de seu cargo com fofocas e ignorando os serviços que devem ser prestados. Quando não assedia e violenta mulheres desconhecidas e mesmo as conhecidas por carregar esse distúrbio mental vicioso e insatisfatório. Um caso deste ocorreu no estado vizinho do Acre quando um Gerente de um grande supermercado foi preso depois de assediar, drogar e violentar uma mulher num motel daquela capital e foi preso em flagrante delito pela pm por causa dos gritos da referida mulher. E casos outros que vemos na mídia todos os dias.

LIVROS RELACIONADOS AO TEMA:





MENSAGEM...

Sexo e Educação

Arrancado das masmorras, dos porões do obscurantismo, da ignorância para a praça pública da agressão e vulgaridade, o sexo continua a merecer, senão a exigir tratamento condigno por parte de educadores, psicólogos, religiosos, de todas as pessoas sensatas.

Ignoradas ou relegadas a plano secundário as funções da sua usança com responsabilidade no ministério procriativo, prossegue recebendo estardalhaço e escândalo, embora sob o disfarce de educação, em moldes provocativos e de escarnecimento.

A ausência de maturidade emocional em muitos daqueles que se encarregam de estuda-lo com objetivos de divulgação, quase sempre portando problemas de complexidade imensa, que os torna incapazes de formulações de elevado conteúdo , esses apressados educadores mais perturbam e açulam as mentes jovens do que as orientam para as finalidades superiores da vida.

De profundas e graves complexidades na sua aparelhagem fisiológica, com correspondentes vinculações psicológicas mais afetas ao campo da alma encarnada, o sexo é sempre resultado, numa vida, das experiências cultivadas nas existências anteriores.

Qualquer estudo das questões da sexualidade, portanto, para alcançar as legítimas finalidades, como contributo imprescindível para a paz do homem e o equilíbrio da comunidade, deverá ser feito mediante o exame da anterioridade da alma, sem o que, por mais se penetrem nas causas atuais dos seus distúrbios, defrontar-se-ão, em realidade, efeitos dos fatores reais que dormitam desde o pretérito espiritual, expressando-se nas caracterizações duvidosas em que ora sejam apreciadas.

Por isso que as várias gamas das suas manifestações fora da heterossexualidade não podem ser examinadas e concluídas perfunctoriamente, assim como os dramas da sexualidade no lar, de difícil compreensão imediata nas suas causalidades, jamais encontrarão soluções nos aberrantes comentários do sensacionalismo livresco ou do periodismo escabroso...

A ciência conhece, sem dúvida, grande parte dos mecanismos fisiológico, anatômicos e alguns resultantes emocionais das engrenagens sexuais, após significativas incursões e honestos trabalhos de investigação responsável.

Falta, no momento, uma filosofia ética sobre a correta utilização do sexo como normativa eficaz para o exercício das suas faculdades.

O homem controla o fogo e drena regiões pantanosas.

Engenhos hidrelétricos extraem dos cursos dágua, em barragens monumentais, força colossal que movimenta cidades gigantescas.

As leis de trânsito corrigem os abusos de condutores de veículos, e policiais, juristas, administradores hábeis conduzem a disciplina na comunidade, tentando evitar a criminalidade, a corrupção...

Espaçonaves engenhosas rasgam os espaços sob controles remotos, respondendo corretamente a programações extensas com que o homem penetra nos intrincados fenômenos do cosmo.

Hábitos de higiene confraternizam com técnicas de comportamento; criteriosas terapêuticas preventivas e medidas profiláticas contribuem eficazmente para o equilíbrio, para a felicidade humana...

Todavia, quando se trata dos compromissos e das relevantes manifestações sexuais recorrem-se a tabus ou a atitudes do cinismo, sem a preocupação de um comportamento sério, grave, com vistas ao entendimento da questão, em clima de elevação, naturalidade, sublimação.

Inclusive no capítulo do sexo, Jesus foi excelente educador, orientando-o, embora veladamente, quanto à necessidade de o conduzir a fim de não ser por ele perturbado e mal dirigido, ao elucidar: "Onde estiver o tesouro aí se encontrará o coração".

O problema do sexo, em grande parte decorrente da educação, resulta, sem dúvida, da atitude mental que se mantém em relação a ele.

Colocando-se o pensamento exclusivamente nas suas necessidades reais ou falsas, estas assomarão em atividade perniciosa, geradora de alienações e promotora de suicídios.

Dirigido pela mente esclarecida, faz-se nobre instrumento da vida, produzindo equilíbrio emocional e paz, na programação para a que foi elaborado pela Divindade com os elevados misteres da perturbação da espécie.

FONTE: Franco, Divaldo Pereira. Da obra: Terapêutica de Emergência. Ditado pelo Espírito Carneiro de Campos

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

AUTOESTIMA - SAÚDE DO TRABALHADOR


Durante esta Semana Trabalhadores Nós Vamos Expor O Tema: "Autoestima" Para que Vocês Entendam como a Autoestima Bem Trabalhada pode Contribuir, ou, Ignorada Irá Minar Sua Vida Pessoal, As Relações familiares, Profissionais e Sociais.

Quanto tudo vai bem, irradiamos alegria!!!
É um "bom dia" dado com vontade, um sorriso ao pedir algo, um olhar interessado a quem vem conversar conosco. O empenho no trabalho é bom, as recompensas no amor são maravilhosas e os dias se tornam agradáveis. A sua felicidade reverbera e atinge até mesmo quem passa horas ao seu lado.
Estar de bem com a vida chama a atenção e até provoca uma certa inveja em quem não passa por um momento semelhante. Vivemos momentos de felicidade, e não sua plenitude. Sempre há algo a melhorar, um setor que é uma pedra no sapato. Seja um problema familiar, profissional ou de saúde, substituímos nossas preocupações quase o tempo todo. E aí entra o cuidado para não perder a autoestima.
Não deixe o bem-estar escapar!!!
Perder a autoestima pode acarretar uma série de riscos. O primeiro deles é o de não ter a mesma força de outrora para resolver as questões que se apresentam. De repente aquela pessoa feliz que você era vai se cansando e se deixa abater por críticas, sentimentos de culpa, vergonha, medos, insegurança, etc. "Quando estas sensações começam a dominar os pensamentos é possível notar uma queda no rendimento em todos os setores da vida", explica a psicóloga Doralice Lima.
 
O trabalho rende menos e não dá prazer!!!
 


Em casa, o convívio familiar se torna um martírio, e a vontade de ficar o tempo todo na cama ou apenas com a TV como companhia aumenta. "O isolamento é sintomático e acontece em efeito dominó. Pode começar com a reclusão e terminar em depressão profunda", alerta a profissional. Ter a mente dominada por pensamentos negativos ajuda a desenvolver doenças. Tente lembrar das vezes que você teve febre, por exemplo. Geralmente ela surge depois quando você está passando por problemas pessoais ou profissionais que te desgastam.

É uma forma do corpo gritar: "Não estou bem, olhe para mim".
Consequências Desastrosas...
Caso a autoestima sofra uma queda e não seja recuperada, pode acontecer do rendimento cair tanto no trabalho a ponto de o chefe resolver que a demissão é a melhor alternativa. Em casa, os parentes percebem o comportamento mais arredio. Os amigos também não entendem que motivo levou aquela pessoa tão querida a não se misturar mais nos eventos que combinavam com tanto prazer. "Em pouco tempo uma vida social e profissional que foi conquistada pode desmoronar", diz a psicóloga.
 
 
 

Há duas formas de encarar os percalços da vida: se fazendo de vítima frente a uma dificuldade ou arregaçando as mangas para resolvê-la e seguir adiante. Sempre prefira a segunda alternativa, recomenda a especialista. "Períodos de lamentação são comuns e remoer mágoas é natural. Mas esses momentos devem ser passageiros. A vida pode estagnar caso o comportamento passe a ser movido por rancores", explica a profissional.
Atenção aos Sintomas...
Claro que ninguém é de ferro, e todos têm o direito de chorar quando se sentem sem forças de dar o próximo passo. Mas esse instante de fraqueza precisa mesmo ser momentâneo e não perpetuado. "Quem chegou aos degraus mais altos de grandes empresas tirou forças para vencer as barreiras que se impunham e para chegar onde chegaram rejeitaram o rótulo de fracassados que em alguns momentos poderiam ter recebido caso abaixassem a cabeça para as interpéries da vida", exemplifica a terapeuta. Segundo a profissional, encare tudo de frente e pegue a vida com as mãos, ou seja, não esperar por milagres é a forma mais sadia para manter a autoestima fora de perigo.
Fonte; Minha Vida

Livros Para Ajudá-los a Manter a Autoestima Saudável:







































DICA DE CULINÁRIA FÁCIL:


BOLO DE CARNE MOÍDA

INGREDIENTES:
1 kg de carne moída
1 pacote de sopa de cebola
1 ovo cru
1 cebola média picada
3 dentes de alho picados
1/2 xícara de hortelã picado
1/2 xícara de cheiro verde picado
100 g de presunto fatiado (6 fatias)
1 linguiça calabresa
1/2 pimentão em tiras
1 cenoura pequena em tiras
2 ovos cozidos inteiros
100 g de queijo provolone em tiras
50 g de azeitonas sem caroço e em rodelas
200 g de bacon em fatias
sal, pimenta-do-reino e páprica doce a gosto (opcional)

MODO DE PREPARO

1º - Misture bem a carne moída, a sopa de cebola, a cebola, o alho, o cheiro verde, o hortelã e o ovo crú, formando uma massa. Acerte o sal e os demais temperos.
2º - Abra essa massa em uma assadeira forrada com papel alumínio e untada com azeite.
3º - Cubra com as fatias de presunto e vá arrumando os demais ingredientes: linguiça, ovos cozidos, pimentão, cenoura, queijo e azeitonas.
4º - Feche a massa de modo que o recheio fique no meio do bolo.
5º - Jogue por todo o bolo as fatias de bacon.
6º - Cubra com papel alumínio e leve ao forno por 40 minutos. Após, retire o papel alumínio e deixe o bolo por mais 15 minutos, ou até o bacon ficar crocante.

MENSAGEM...

domingo, 2 de outubro de 2011

Pelo Menos 30% Largam o Trabalho para Cuidar de Parente com Alzheimer

Pesquisa realizada pelo instituto TNS Research International, a pedido da farmacêutica Novartis, mostrou que 78% dos cuidadores familiares tiveram de reduzir a carga de trabalho, sendo que 30% precisaram parar de trabalhar. Em média, os 300 cuidadores não profissionais entrevistados disseram dedicar mais de 8 horas diárias ao doente.

Muitos familiares de pacientes com Alzheimer dividem suas vidas em antes e depois do diagnóstico. Além de assistir à pessoa querida perder aos poucos sua identidade, é preciso aprender a conviver com os sintomas e assumir, progressivamente, as funções antes desempenhadas pelo doente. A sobrecarga, não raro, afeta a saúde e as relações profissionais e afetivas dos cuidadores.
***LEMBRANDO...
O QUE ISSO?!?!?!? 
O Mal de Alzheimer, Doença de Alzheimer (DA) ou simplesmente Alzheimer é uma doença degenerativa atualmente incurável mas que possui tratamento.

O tratamento permite melhorar a saúde, retardar o declínio cognitivo, tratar os sintomas, controlar as alterações de comportamento e proporcionar conforto e qualidade de vida ao idoso e sua família.

Foi descrita, pela primeira vez, em 1906, pelo psiquiatra alemão Alois Alzheimer, de quem herdou o nome. É a principal causa de demência em pessoas com mais de 60 anos no Brasil e em Portugal, sendo mais de duas vezes mais comum que a demência vascular, sendo que em 15% dos casos ocorrem simultaneamente. 

Atinge 1% dos idosos entre 65 e 70 anos mas sua prevalência aumenta exponencialmente com os anos sendo de 6% aos 70, 30% aos 80 anos e mais de 60% depois dos 90 anos.

A inclusão de fruta e vegetais, pão, trigo e outros cereais, azeite, peixe, e vinho tinto, podem reduzir o risco de Alzheimer. Algumas vitaminas como a B12, B3, C ou a B9 foram relacionadas em estudos ao menor risco de Alzheimer.

Algumas especiarias como a curcumina(Curcuma/COLORAL) e o açafrão mostraram sucesso na prevenção da degeneração cerebral em ratos de laboratório.

Atividades intelectuais como ler, escrever com a mão esquerda, disputar jogos de tabuleiro (xadrez, damas, etc.), completar palavras cruzadas, tocar instrumentos musicais, ou socialização regular também podem atrasar o início ou a gravidade do Alzheimer.

Outros estudos mostraram que muita exposição a campos magnéticos e trabalho com metais, especialmente alumínio, aumenta o risco de Alzheimer. 
 
Atitudes simples do dia a dia podem reduzir as chances de desenvolver a doença tais como:

- Reduzir ao máximo o contato de alimentos com o alumínio. Ele está presente em panelas que armazenam as sobras do almoço para o jantar, ou vice-versa. Ao ficarem na geladeira, por exemplo, aos poucos a panela solta pequenas partículas de alúminio que contaminam o alimento, dê preferência por armazenar as sobras em recipientes de plástico, e volte para a panela somente quando for aquecer.

- Evite também o uso excessivo de papel alumínio para embrulhar os alimentos, sobretudo em lanche para as crianças. Dê preferência por potes de plástico, que além de conservar melhor o alimento sem amassá-lo, evita o gasto com o papel e ajuda a natureza na hora de reciclar, reduzindo o lixo produzido.
DEPOIMENTOS:
O psicólogo Denny Malouf, de 34 anos, tinha acabado de se formar quando descobriu que a mãe tinha Alzheimer, em 2003. 'Meus irmãos moravam fora e meu pai ficou doente em seguida. Adiei planos profissionais e de casamento para cuidar dela.' Assumiu a organização da casa, o controle das finanças e dos cuidados médicos. Hoje, embora conte com a ajuda da família e de uma cuidadora, ainda reserva dois dias da semana só para resolver os assuntos da mãe.
Filha única, a cenógrafa Maria (nome fictício), de 47 anos, já perdeu a conta de quantas vezes teve de sair correndo do trabalho para ajudar a acalmar seu pai, portador da doença há cinco anos. 'Minha mãe ligava assustada, porque ele estava agressivo. Ficava andando de um lado para outro e tentava derrubar a porta. Dizia que aquela não era sua casa. Certa vez, confundiu minha tia com um ladrão.' Telefonemas semelhantes interromperam jantares, passeios e noites de sono. Viajar por tempo prolongado se tornou impensável.
Para a mãe de Maria, que emagreceu 20 quilos desde que os sintomas começaram a se manifestar, o baque foi maior. 'Ela ficou completamente estressada. Hoje em dia dá mais trabalho que meu pai.'
Rede de apoio. Estudos mostram uma relação direta entre o tempo dedicado ao portador de demência e a incidência de um transtorno batizado de estresse do cuidador. A única forma de preservar a saúde, portanto, é criar uma rede de apoio que permita a divisão de tarefas.
Em países como Inglaterra, Canadá e Alemanha, esse suporte já é bem estruturado, conta a professora de gerontologia Ursula Karsch, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP).

Há, por exemplo, lavanderias e cozinhas comunitárias para aliviar as tarefas domésticas.

Existe também uma espécie de hospital-dia, com transporte custeado pelo governo, onde o paciente pode passar algumas horas fazendo atividades, enquanto o cuidador aproveita o tempo livre.
'No Brasil ainda não se leva a sério esse problema, que tende a se tornar cada vez maior por causa do envelhecimento da população.'
Ursula ressalta que a maioria dos médicos que tratam Alzheimer se preocupa apenas em medicar o paciente e se esquece da importante tarefa de orientar a família.
A história de Susana Ochi, de 52 anos, ilustra bem o problema. Há dois anos, seu pai, de 88 anos, toma medicamentos para Alzheimer receitados pelo geriatra. A família, no entanto, só descobriu o diagnóstico há poucos meses. 'Nós moramos no Canadá. No início do ano, meu marido veio para o Brasil para um casamento e desconfiou dos sintomas.'
No Canadá, Susana realiza trabalho voluntário com idosos. Conhece a doença e tem noção do que o futuro reserva para sua mãe. 'Sei que no Brasil não há rede de apoio estruturada. Decidi criar uma dentro da família.'
Susana levou a mãe a um grupo de apoio da Associação Brasileira de Alzheimer (Abraz) e está reunindo parentes para explicar o que é doença, a importância de ajudar e como ajudar. Também tem feito mudanças na casa para aumentar a segurança e diminuir conflitos. 'Orientei minha mãe, por exemplo, a deixar apenas a escova de dente dele sobre a pia. Vai chegar uma hora que ele não vai saber diferenciar e isso pode deixá-lo angustiado.' Colocou trava no fogão e orientou a segurança do condomínio a não deixar seu pai sair sozinho.
Mas para quem não conhece a doença, é mais difícil identificar situações perigosas e lidar com sintomas como agressividade, delírios e confusão mental, afirma a presidente da Abraz, Fernanda Gouveia. 'Um erro comum é confrontar o paciente em vez de criar estratégias para interromper a situações que podem gerar conflito, como não querer tomar banho. Isso só aumenta o desgaste para ambos.'
A dentista Eduarda Moraes, de 54 anos, conta que a troca de experiências em um grupo de apoio da Abraz foi fundamental para aprender a manejar os sintomas da mãe, diagnosticada há cinco anos. 'O grupo me ajudou, por exemplo, a criar uma estratégia para tirar o carro dela. Foi como ancorar num porto seguro.'