Ambiente de Trabalho: um local de
riscos
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Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS),
“Saúde não significa apenas ausência de doença ou dor, mas, também, um ótimo
estado de bem estar físico, mental e social”.
A saúde desenvolve-se e mantém-se
graças à interação entre o homem e o meio ambiente. Como o ambiente de trabalho
é o local onde o trabalhador passa grande parte do seu tempo, a manutenção da
saúde depende, em grande parte, da salubridade do ambiente ocupacional.
Com o atual crescimento acelerado da tecnologia,
que atinge quase todas as atividades humanas, surgem inúmeras vantagens sócias
econômico, porém dão origem a vários subprodutos ou efeitos nocivos à qualidade
de vida, à segurança individual e coletiva. Um destes subprodutos da tecnologia
é o ruído e o uso cada vez maior de diferentes compostos químicos.
Tem-se observado um crescente interesse em
pesquisas sobre os efeitos das exposições combinadas a agentes físicos,
químicos, biológicos e organizacionais, presentes no ambiente de trabalho. Em
particular, destaca-se a potencial interação entre produtos químicos e ruído,
que podem ocasionar perdas auditivas nos trabalhadores expostos. Estas têm
ocupado lugar de destaque nas doenças relacionadas ao trabalhador.
Por muitos anos, tais perdas foram atribuídas
exclusivamente à exposição ocupacional ao ruído. As características de tal perda
são muito semelhantes às da perda auditiva por ototoxicidade, ou seja, ambas são
neurosensoriais, apresentam lesões cocleares, são irreversíveis, acometem
inicialmente altas freqüências (sons agudos) e quase sempre são bilaterais.
Este
fato talvez tenha postergado os estudos a respeito dos efeitos auditivos da
exposição ocupacional a produtos químicos.
Considerando que é freqüente a
exposição combinada a agentes físicos e químicos nos ambientes de trabalho,
torna-se extremamente importante estudos envolvendo possíveis interações entre
tais agentes e seus efeitos na audição dos trabalhadores.
Dentre os compostos químicos ototóxicos, pode-se
destacar os metais (chumbo, arsênico, cobalto e manganês), os asfixiantes
(cianeto, monóxido de carbono e nitrato de butila) e os solventes (álcool,
dissulfeto de carbono, hexano, tricloroetileno, tolueno, xileno, estireno e
misturas). Considera-se que, dentre tais compostos, os solventes são os mais
utilizados na indústria.
O tolueno, é um solvente presente em colas, lacas,
tintas, vernizes, óleos, dentre outros. Para avaliação da exposição aos níveis
de tolueno no ambiente laboral, realiza-se o monitoramento biológico através do
ácido hipúrico que é o bioindicador urinário para o tolueno
Para que o profissional de segurança ou higiene do
trabalho possa colocar em prática medidas que efetivamente protejam a saúde do
trabalhador, devem ser realizadas avaliações periódicas do potencial de
contaminação do ambiente de trabalho, através do monitoramento ambiental e
biológico. Para realização deste monitoramento é necessário o conhecimento
prévio de diversas condições relacionadas aos trabalhadores e ao ambiente.
Dentre elas, a movimentação dos trabalhadores, condições de ventilação,
atividades ou funções desempenhadas e avaliação dos equipamentos em relação ao
impacto com o ambiente.
A surdez progressiva pode ser silenciosa, os
indivíduos que dizem estar acostumados com o ruído, na maioria das vezes já
possuem uma deficiência auditiva instalada. O uso de protetores auriculares deve
ser sempre temporário, nunca definitivo e somente utilizados quando todos os
outros meios de controle estiverem esgotados. Devemos sempre optar por uma
solução de proteção coletiva, a qual reflete na melhoria de qualidade de vida
dos trabalhadores.
Realizou-se um estudo sobre dano auditivo em
trabalhadores expostos a ruído e solvente em uma fábrica de calçados. Este
trabalho foi realizado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul
conjuntamente com outras Instituições. Foram efetuadas análise dos níveis de
ruído e solventes aos quais os trabalhadores estavam expostos durante a jornada
de trabalho de 8 horas diárias/cinco dias semana, e seus efeitos sobre a audição
dos trabalhadores. Neste trabalho observou-se que, mesmo os operários não
estando expostos a níveis de ruído superiores ao limitado pela Norma
Regulamentadora do país, 85 dBA/8h (NR-15 MT/BR) e que a exposição ao
tolueno seja menor do que a estabelecida por esta norma (78 ppm), um
elevado número de trabalhadores apresentaram acentuada perda auditiva no grupo
de trabalhadores expostos ao solvente e ruído, o sugere que a exposição a estes
agentes, mesmo dentro dos limites estabelecidos, pode aumentar a ocorrência de
perdas auditivas.
Este dado é preocupante tendo em vista que os trabalhadores
permanecem em jornada de 8 horas de trabalho expostos a estes agentes, muitas
vezes sem a proteção adequada.
Estudos com o propósito de verificar a interação de
agentes tóxicos, na saúde dos trabalhadores, podem servir de ferramenta para
discussões de normas vigentes, devido ao fato dos limites estabelecidos por
organismos governamentais nacionais e internacionais, que determinam condições
de trabalho seguras, não considerarem os efeitos interativos da exposição a mais
de um agente tóxico.
Acreditamos ser de extrema relevância científica e social
pesquisas sobre a interação de agentes físicos e químicos na saúde dos
trabalhadores.
FONTE: Vera M. Steffen, Aletéia Simon Alano, Larissa Salati Ludwig, Marceli Ludwig, Marcelo Dutra Arbo e Flavio Maya Simões
Departamento de Análises Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Brasil
Popular version of paper 5pNSb6
Presented Tuesday Afternoon, December 3, 2002 First Pan-American/Iberian Meeting on Acoustics, Cancun, Mexico
Apoio: Fundação Estadual de Pesquisa e Produção em
Saúde (FEPPS)
Conselho Nacional de Desenvolvimento e Pesquisa
(CNPq).
Faculdades Integradas
Ritter Dos Reis (FAIR).
LAVE AS MÃOS TRABALHADORES!!!
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PORTA LENÇO DE PAPEL
Pacotinho de lenço de papel, tecido estampado e liso, linha, tesoura e máquina de costura.
Cortar dois retângulos de tecido (um no estampado e outro no liso) – o tamanho dependerá das medidas do pacotinho de lenços – nesse aqui os retângulos foram de 14x18cm. Costurá-los posicionando-os direito com direito. Costure os lados com mais ou menos 1 cm pra dentro deixando uma abertura em uma das laterais. Corte o excesso e desvire o retângulo por essa abertura e costure-a . Depois disso, dobre retângulo no meio (somente para marcar) e dobre as laterais (avesso) até o meio (passo 3) e passe uma costura nas laterais menores. Aí é só desvirar e seu porta-lenços está prontinho!
CULINÁRIA FÁCIL...
TORTA DE FRANGO!!!
Ingredientes:
Para massa2 xícaras (chá) de farinha de trigo 3 colheres (sopa) de manteiga 1 colher (sopa) rasa de fermento em pó 1 ovo sal a gosto água. Para o recheio 2 peitos de frango 2 cebolas raladas 2 dentes de alho picados 3/4 xícara (chá) de óleo de canola 1 xícara (chá) de suco de tomate 1 folha de louro 1 pitada de noz-moscada 1 pitada de tomilho 1 xícara (chá) de água fervente 1 xícara (chá) de ervilhas frescas 10 azeitonas verdes sem caroço picadas 2 gemas 1 colher (sopa) de salsinha picada suco de 1 limão. Modo de Preparo:MassaNuma tigela, misture todos os ingredientes, menos a água. Vá adicionando a água aos poucos para dar liga. Com as mãos, trabalhe a massa até ficar lisa. Faça uma bola e deixe descansar por, no mínimo, 1 hora. Recheio Numa tigela grande, junte o frango, o sal e o suco de limão. Deixe marinar por 30 de minutos. Numa panela grande, leve o óleo ao fogo médio. Quando estiver quente, acrescente as cebolas raladas, o alho picado e os peitos de frango. Refogue até dourar ligeiramente. Adicione o suco de tomate, o louro, a noz-moscada e o tomilho. Tampe a panela e deixe cozinhar em fogo médio por 10 minutos. Desligue o fogo e transfira os peitos de frango para uma travessa grande. Quando esfriarem, desfie com o auxílio de um garfo. Volte o frango desfiado ao molho que ficou na panela. Junte a água fervente, a ervilha, as azeitonas picadas, as gemas e a salsinha. Misture muito bem. Deixe cozinhar por cerca de 30 minutos em fogo médio. Preaqueça o forno a 180°C (temperatura média). Numa superfície de trabalho limpa e enfarinhada, abra a massa com um rolo e divida em dois pedaços. Com uma parte, forre o fundo e as laterais de um refratário. Com o auxílio de uma colher, distribua o recheio cuidadosamente. Cubra a torta com a outra parte da massa. Corte o excesso de massa e, se quiser, use para decorar a torta. Se preferir, pincele com gema de ovo. Leve ao forno para assar. Retire quando a superfície da massa estiver dourada. Sirva quente.
FLAN DE UVAS RUBI
Rendimento: 6 a 8 porções
Ingredientes:
Flan
- 8 folhas de gelatina branca
- 400g de uva preta, lavada - 1 lata de leite condensado - 1 vez a mesma medida de água
Calda
- 1 xícara (chá) de vinho tinto
- 1/2 xícara (chá) de açúcar - 3 cravos-da-índia - 1/2 xícara (chá) de uva passa branca sem sementes
Modo de Preparo:
1. Flan: coloque as folhas de geltina de molho em água fria durante alguns minutos. Leve ao fogo em banho-maria, mexendo sempre, até que se dissolva completamente, sem deixar ferver.
2. Coloque a uva no liquidificador. Ligue e desligue o aparelho algumas vezes, até que se torne líquido sem quebrar as sementes. Retire e passe numa peneira fina. 3. Coloque o leite condensado numa tigela. Junte a uva e a água. Acrescente a gelatina e misture bem. 4. Despeje numa fôrma redonda com buraco no meio, molhada. Leve à geladeira durante 4 horas. 5. Calda: leve ao fogo brando o vinho, 1/2 xícara (chá) de água, o açúcar, os cravos-da-índia e a uva passa. Deixe ferver por cerca de 20 minutos, mexendo de vez em quando. Retire do fogo, deixe esfriar e leve à geladeira. 6. No momento de servir, desenforme o flan e regue com a calda.
MENSAGEM...
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quarta-feira, 9 de maio de 2012
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